<?xml version="1.0"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt">
	<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/api.php?action=feedcontributions&amp;feedformat=atom&amp;user=Morujao</id>
	<title>eViterbo - Contribuições do utilizador [pt]</title>
	<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/api.php?action=feedcontributions&amp;feedformat=atom&amp;user=Morujao"/>
	<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/wiki/Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/Morujao"/>
	<updated>2026-07-23T00:42:33Z</updated>
	<subtitle>Contribuições do utilizador</subtitle>
	<generator>MediaWiki 1.39.3</generator>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Joaquim_Machado_de_Castro&amp;diff=14243</id>
		<title>Joaquim Machado de Castro</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Joaquim_Machado_de_Castro&amp;diff=14243"/>
		<updated>2018-05-14T10:44:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info/Biografia extensa&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- dados da imagem --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|largura              = &amp;lt;!-- largura da caixa ex.: 25em --&amp;gt;8cm&lt;br /&gt;
|bgcolour             = &amp;lt;!-- cor de funda da caixa ex.: silver --&amp;gt; #A4C4D0&lt;br /&gt;
|nome                 = &amp;lt;big&amp;gt;{{PAGENAME }}&amp;lt;/big&amp;gt;&lt;br /&gt;
|nome_nativo          = &amp;lt;!-- nome escrito na lingua original ex.: (em [[Língua Árabe|árabe]] &#039;&#039;&#039;الله&#039;&#039;&#039; {{pronúncia|Ar-allah.ogg}}, &#039;&#039;allāh&#039;&#039;, &amp;quot;O Deus&amp;quot;, &amp;quot;A Divindade&amp;quot;) --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|título_comum         = &amp;lt;!-- título mais conhecido ex.: [[Lista de reis de França|Imperador de França]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|imagem               = &amp;lt;!-- arquivo de imagem ex.: LuisaTodi.png --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|imagem_tamanho       = &amp;lt;!-- tamanho fixo da imagem ex.: 200px --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|fundo                = &amp;lt;!-- fundo para imagem ex.: cantor_solo --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|imagem_legenda       = &amp;lt;!-- legenda abaixo da imagem ex.: Sigmund Freud, por Max Halberstadt, em 1922.&amp;lt;ref&amp;gt;{{citar web|url=http://www.nytstore.com/ProdDetail.aspx?prodId=2694|titulo=Sigmund Freud - 1922|publicado=[[The New York Times|The New York Times Store]]|lingua=inglês|acessodata=02-04-2010}}&amp;lt;/ref&amp;gt; --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|legenda              = &amp;lt;!-- legenda abaixo da imagem para complementar ex.: pintura feita por [[Élisabeth-Louise Vigée-Le Brun|Vigée Le Brun]] em 1785 --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- dados naturais --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|nome_completo        = &amp;lt;!-- nome completo ex.: Luísa Rosa de Aguiar --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|apelido              = &amp;lt;!-- Alcunha ou apelido do artista ex.: &#039;&#039;&#039;Zé Curió&#039;&#039;&#039; como cantor, e &#039;&#039;&#039;Zé Fodêncio&#039;&#039;&#039; como político --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|pai                  = [[Manuel Machado Teixeira]] &amp;lt;!-- nome do pai ex.: [[Carlo Bonaparte]] --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|mãe                  = [[Teresa Angélica Taborda]] &amp;lt;!-- nome da mãe ex.: [[Maria Letícia Ramolino]] --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|irmãos               = &amp;lt;!-- nome dos irmãos ex.: [[Ricardo Não Sabia]] e [[Coitadinha da Silva]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|irmãos_posição       = &amp;lt;!-- ordem de nascimento ex.: terceiro filho materno e primeiro filho paterno --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|filhos               = &amp;lt;!-- nome e data de nascimento dos filhos ex.: [[Eduardo Caido]] em {{nascimento|19|11|1733}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|consorte             = [[Maria Barbosa de Sousa]] &amp;lt;!-- nomes e períodos dos consortes ou conjuges ex.: [[Cicare de Padua]] de {{nascimento|9|1|1732}} até {{morte e idade|1|10|1836|9|1|1732}}&amp;lt;br/&amp;gt;[[Lirica de Chifrim]] de {{nascimento|9|1|1737}} até {{morte e idade|6|5|1840|9|1|1737}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data_nascimento      =  {{dni|19|6|1731|sem idade}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|local_nascimento     = [[Coimbra]] &amp;lt;!-- cidade e provínci do nascimento ex.: [[Sanquelim]] --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|país_nascimento      = [[Portugal]] &amp;lt;!-- país de nascimento e bandeira ex.: {{BRA}} ou [[Portugal]] [[Ficheiro:Flag of Portugal.svg|20px]]--&amp;gt;&lt;br /&gt;
|nascimento_info      = &amp;lt;!-- outras informações sobre o nascimento ex.: nasceu aos 7 meses de gravidez, durante o bombardeio dos nazistas --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data_morte           =  {{morte|12|11|1822|19|6|1731}}&lt;br /&gt;
|nacionalidade        = [[Portuguesa]] &amp;lt;!-- nacionalidades ex: ao nascer, recebeu a nacionalidade {{AUTb}} [[Austríaca]], em 1948 recebeu a nacionalidade de [[israel|israelense]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|residência           = [[Lisboa]] &amp;lt;!-- residência oficial ex.: [[Casa Blanca]], [[Marrocos]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|etnia                = &amp;lt;!-- etnia ou grupo de identidade cultural ex: [[corintiano]] e [[Judeu]] &lt;br /&gt;
|dinastia             = &amp;lt;!-- dinastia ou grupo familiar ex.: Bonaparte --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|religião             = &amp;lt;!-- fé ex.: [[Doutrina Espírita|Espírita]] até 1755&amp;lt;/br&amp;gt;[[ateu]] de 1755 até 1833 --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|sexo                 = [[masculino]] &amp;lt;!-- sexo ex.: [[masculino]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|local_morte          = [[Lisboa]]&lt;br /&gt;
|país_morte           = [[Portugal]]&lt;br /&gt;
|local_descanso= &lt;br /&gt;
|morte_info           = &amp;lt;!-- outras informações sobre a morte ex.: morreu engasgado com uma azeitona --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultamento_data    = &amp;lt;!-- data do enterro ex.: {{enterro|10|1|1753}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultamento_inicial = [[Lisboa]] &amp;lt;!-- cidade da primeira sepultura ex.: [[Lisboa]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultamento_país    = [[Portugal]] &amp;lt;!-- país da primeira sepulturadata ex.: {{bra}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultura_info       = Igreja dos Mártires &amp;lt;!-- outras informações do enterro ex.: Houve 5 mil visitas durante o velório, em {{sepulturafinal|10|1|1780}} sua sepultura foi transferida para o templo de [[cambonblé]] [[Mãe Menininha]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
==Biografia== &lt;br /&gt;
=== Dados biográficos === &amp;lt;!--Nome pelo qual é conhecido. Local de nascimento. Data. Filiação (pai/mãe). Casamento(s). Filhos(s). Formação escolar e académica. Sítios onde estudou. Outros dados biográficos que sejam interessantes/relevantes--&amp;gt;  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Carreira===&amp;lt;!-- Fazer copy/paste do que escreveram em Excel (caixas de notas). Incluí prémios e condecorações/homenagens/ títulos honoríficos. Este é o local para colocar toda a informação que não cabe nas info-box, como por exemplo, as justificações das informações que estão na info-box. subdividida em períodos se necessário--&amp;gt;  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Outras informações=== &amp;lt;!--é o local onde cabe tudo o que não se relaciona especificamente com os dois parâmetros anteriores--&amp;gt;  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Obras== &amp;lt;!-- Incluí projectos não realizados mas sobre os quais tenhamos informação. Pode incluir informação que não sendo segura, pode ser atribuída; por exemplo: uma determinada obra sobre a qual haja informação de que deve ser atribuída a x pessoa, não deve ser acrescentada na info-box, mas deve constar aqui--&amp;gt;  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&amp;lt;!--Ou seja, a bibliografia que foi, de facto, usada para construir a informação--&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes== &amp;lt;!-- Ou seja, a bibliografia e as fontes, com links quando possível, que conhecem sobre o autor. Atenção: primeiro descarrega-se a bibliografia e, no fim, as fontes. Em ambos os casos, bibliografia e fontes, deve seguir a norma do CHAM --&amp;gt; &lt;br /&gt;
*Faria, Miguel Figueira. &amp;quot;Joaquim Machado de Castro e os Monumentos Reais para o Rio de Janeiro.&amp;quot; In &amp;lt;i&amp;gt;Arte Artistas e Artífices e a sua mobilidade no mundo de expressão portuguesa&amp;lt;/i&amp;gt;, 413-421. Porto: Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2007.&lt;br /&gt;
*[http://repositorio.ual.pt/handle/11144/2470 Faria, Miguel Figueira. &amp;quot;(Re)Ver Machado de Castro e João José de Aguiar.&amp;quot; In &amp;lt;i&amp;gt;Actas do IV Congresso de História da Arte Portuguesa da Associação Portuguesa de Historiadores da Arte&amp;lt;/i&amp;gt;, coordenação de Begoña Farré Torras, 148-161. APHA – Associação Portuguesa de Historiadores da Arte, 2014.]&lt;br /&gt;
*Macedo, Diogo. &#039;&#039;Machado de Castro&#039;&#039;. Lisboa: Artis 1958. &lt;br /&gt;
*[https://run.unl.pt/handle/10362/12595 Rodrigues, Ana Duarte. &amp;quot;Machado de Castro nos jardins de Belém.&amp;quot; &amp;lt;i&amp;gt;Revista do IHA&amp;lt;/i&amp;gt; 4 (2007): 370-375.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações Externas== &amp;lt;!--Ligações que não foram utilizadas concretamente na construção da biografia --&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Joaquim Machado de Castro In [https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Machado_de_Castro Wikipédia]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Joaquim Machado de Castro In [http://www.arqnet.pt/dicionario/machadocastro.html Portugal: Dicionário Histórico] &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- Comentários vossos e bibliografia citada pela Viterbo --&amp;gt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Autor(es) do artigo== &lt;br /&gt;
==DOI== &lt;br /&gt;
==Citar este artigo== &lt;br /&gt;
* {{FULLPAGENAME}} (última modificação: {{REVISIONDAY2}}/{{REVISIONMONTH}}/{{REVISIONYEAR}}). &#039;&#039;{{SITENAME}}&#039;&#039;. Visitado em {{CURRENTDAY2}} de {{CURRENTMONTHNAME}} de {{CURRENTYEAR}}, em {{fullurl:{{FULLPAGENAME}}}} &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: Joaquim Machado de Castro}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Pessoas]] &lt;br /&gt;
[[Categoria: Activos Século XVIII]] &lt;br /&gt;
[[Categoria: Portugal]] &lt;br /&gt;
[[Categoria: Lisboa]] &lt;br /&gt;
[[Categoria: Escultores]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Com Bibliografia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Joaquim_Machado_de_Castro&amp;diff=14242</id>
		<title>Joaquim Machado de Castro</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Joaquim_Machado_de_Castro&amp;diff=14242"/>
		<updated>2018-05-14T10:33:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info/Biografia extensa&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- dados da imagem --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|largura              = &amp;lt;!-- largura da caixa ex.: 25em --&amp;gt;8cm&lt;br /&gt;
|bgcolour             = &amp;lt;!-- cor de funda da caixa ex.: silver --&amp;gt; #A4C4D0&lt;br /&gt;
|nome                 = &amp;lt;big&amp;gt;{{PAGENAME }}&amp;lt;/big&amp;gt;&lt;br /&gt;
|nome_nativo          = &amp;lt;!-- nome escrito na lingua original ex.: (em [[Língua Árabe|árabe]] &#039;&#039;&#039;الله&#039;&#039;&#039; {{pronúncia|Ar-allah.ogg}}, &#039;&#039;allāh&#039;&#039;, &amp;quot;O Deus&amp;quot;, &amp;quot;A Divindade&amp;quot;) --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|título_comum         = &amp;lt;!-- título mais conhecido ex.: [[Lista de reis de França|Imperador de França]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|imagem               = &amp;lt;!-- arquivo de imagem ex.: LuisaTodi.png --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|imagem_tamanho       = &amp;lt;!-- tamanho fixo da imagem ex.: 200px --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|fundo                = &amp;lt;!-- fundo para imagem ex.: cantor_solo --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|imagem_legenda       = &amp;lt;!-- legenda abaixo da imagem ex.: Sigmund Freud, por Max Halberstadt, em 1922.&amp;lt;ref&amp;gt;{{citar web|url=http://www.nytstore.com/ProdDetail.aspx?prodId=2694|titulo=Sigmund Freud - 1922|publicado=[[The New York Times|The New York Times Store]]|lingua=inglês|acessodata=02-04-2010}}&amp;lt;/ref&amp;gt; --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|legenda              = &amp;lt;!-- legenda abaixo da imagem para complementar ex.: pintura feita por [[Élisabeth-Louise Vigée-Le Brun|Vigée Le Brun]] em 1785 --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- dados naturais --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|nome_completo        = &amp;lt;!-- nome completo ex.: Luísa Rosa de Aguiar --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|apelido              = &amp;lt;!-- Alcunha ou apelido do artista ex.: &#039;&#039;&#039;Zé Curió&#039;&#039;&#039; como cantor, e &#039;&#039;&#039;Zé Fodêncio&#039;&#039;&#039; como político --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|pai                  = [[Manuel Machado Teixeira]] &amp;lt;!-- nome do pai ex.: [[Carlo Bonaparte]] --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|mãe                  = [[Teresa Angélica Taborda]] &amp;lt;!-- nome da mãe ex.: [[Maria Letícia Ramolino]] --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|irmãos               = &amp;lt;!-- nome dos irmãos ex.: [[Ricardo Não Sabia]] e [[Coitadinha da Silva]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|irmãos_posição       = &amp;lt;!-- ordem de nascimento ex.: terceiro filho materno e primeiro filho paterno --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|filhos               = &amp;lt;!-- nome e data de nascimento dos filhos ex.: [[Eduardo Caido]] em {{nascimento|19|11|1733}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|consorte             = [[Maria Barbosa de Sousa]] &amp;lt;!-- nomes e períodos dos consortes ou conjuges ex.: [[Cicare de Padua]] de {{nascimento|9|1|1732}} até {{morte e idade|1|10|1836|9|1|1732}}&amp;lt;br/&amp;gt;[[Lirica de Chifrim]] de {{nascimento|9|1|1737}} até {{morte e idade|6|5|1840|9|1|1737}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data_nascimento      =  {{dni|19|6|1731|sem idade}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
|local_nascimento     = [[Coimbra]] &amp;lt;!-- cidade e provínci do nascimento ex.: [[Sanquelim]] --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|país_nascimento      = [[Portugal]] &amp;lt;!-- país de nascimento e bandeira ex.: {{BRA}} ou [[Portugal]] [[Ficheiro:Flag of Portugal.svg|20px]]--&amp;gt;&lt;br /&gt;
|nascimento_info      = &amp;lt;!-- outras informações sobre o nascimento ex.: nasceu aos 7 meses de gravidez, durante o bombardeio dos nazistas --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data_morte           =  {{morte|12|11|1822|19|6|1731}}&lt;br /&gt;
|nacionalidade        = [[Portuguesa]] &amp;lt;!-- nacionalidades ex: ao nascer, recebeu a nacionalidade {{AUTb}} [[Austríaca]], em 1948 recebeu a nacionalidade de [[israel|israelense]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|residência           = [[Lisboa]] &amp;lt;!-- residência oficial ex.: [[Casa Blanca]], [[Marrocos]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|etnia                = &amp;lt;!-- etnia ou grupo de identidade cultural ex: [[corintiano]] e [[Judeu]] &lt;br /&gt;
|dinastia             = &amp;lt;!-- dinastia ou grupo familiar ex.: Bonaparte --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|religião             = &amp;lt;!-- fé ex.: [[Doutrina Espírita|Espírita]] até 1755&amp;lt;/br&amp;gt;[[ateu]] de 1755 até 1833 --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|sexo                 = [[masculino]] &amp;lt;!-- sexo ex.: [[masculino]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|local_morte          = [[Lisboa]]&lt;br /&gt;
|país_morte           = [[Portugal]]&lt;br /&gt;
|local_descanso= &lt;br /&gt;
|morte_info           = &amp;lt;!-- outras informações sobre a morte ex.: morreu engasgado com uma azeitona --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultamento_data    = &amp;lt;!-- data do enterro ex.: {{enterro|10|1|1753}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultamento_inicial = [[Lisboa]] &amp;lt;!-- cidade da primeira sepultura ex.: [[Lisboa]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultamento_país    = [[Portugal]] &amp;lt;!-- país da primeira sepulturadata ex.: {{bra}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultura_info       = Igreja dos Mártires &amp;lt;!-- outras informações do enterro ex.: Houve 5 mil visitas durante o velório, em {{sepulturafinal|10|1|1780}} sua sepultura foi transferida para o templo de [[cambonblé]] [[Mãe Menininha]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
==Biografia== &lt;br /&gt;
=== Dados biográficos === &amp;lt;!--Nome pelo qual é conhecido. Local de nascimento. Data. Filiação (pai/mãe). Casamento(s). Filhos(s). Formação escolar e académica. Sítios onde estudou. Outros dados biográficos que sejam interessantes/relevantes--&amp;gt;  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Carreira===&amp;lt;!-- Fazer copy/paste do que escreveram em Excel (caixas de notas). Incluí prémios e condecorações/homenagens/ títulos honoríficos. Este é o local para colocar toda a informação que não cabe nas info-box, como por exemplo, as justificações das informações que estão na info-box. subdividida em períodos se necessário--&amp;gt;  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Outras informações=== &amp;lt;!--é o local onde cabe tudo o que não se relaciona especificamente com os dois parâmetros anteriores--&amp;gt;  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Obras== &amp;lt;!-- Incluí projectos não realizados mas sobre os quais tenhamos informação. Pode incluir informação que não sendo segura, pode ser atribuída; por exemplo: uma determinada obra sobre a qual haja informação de que deve ser atribuída a x pessoa, não deve ser acrescentada na info-box, mas deve constar aqui--&amp;gt;  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&amp;lt;!--Ou seja, a bibliografia que foi, de facto, usada para construir a informação--&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes== &amp;lt;!-- Ou seja, a bibliografia e as fontes, com links quando possível, que conhecem sobre o autor. Atenção: primeiro descarrega-se a bibliografia e, no fim, as fontes. Em ambos os casos, bibliografia e fontes, deve seguir a norma do CHAM --&amp;gt; &lt;br /&gt;
*Faria, Miguel Figueira. &amp;quot;Joaquim Machado de Castro e os Monumentos Reais para o Rio de Janeiro.&amp;quot; In &amp;lt;i&amp;gt;Arte Artistas e Artífices e a sua mobilidade no mundo de expressão portuguesa&amp;lt;/i&amp;gt;, 413-421. Porto: Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2007.&lt;br /&gt;
*[http://repositorio.ual.pt/handle/11144/2470 Faria, Miguel Figueira. &amp;quot;(Re)Ver Machado de Castro e João José de Aguiar.&amp;quot; In &amp;lt;i&amp;gt;Actas do IV Congresso de História da Arte Portuguesa da Associação Portuguesa de Historiadores da Arte&amp;lt;/i&amp;gt;, coordenação de Begoña Farré Torras, 148-161. APHA – Associação Portuguesa de Historiadores da Arte, 2014.]&lt;br /&gt;
*Macedo, Diogo. &#039;&#039;Machado de Castro&amp;quot;. Lisboa: Artis 1958. &lt;br /&gt;
*[https://run.unl.pt/handle/10362/12595 Rodrigues, Ana Duarte. &amp;quot;Machado de Castro nos jardins de Belém.&amp;quot; &amp;lt;i&amp;gt;Revista do IHA&amp;lt;/i&amp;gt; 4 (2007): 370-375.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações Externas== &amp;lt;!--Ligações que não foram utilizadas concretamente na construção da biografia --&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Joaquim Machado de Castro In [https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Machado_de_Castro Wikipédia]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Joaquim Machado de Castro In [http://www.arqnet.pt/dicionario/machadocastro.html Portugal: Dicionário Histórico] &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- Comentários vossos e bibliografia citada pela Viterbo --&amp;gt; &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Autor(es) do artigo== &lt;br /&gt;
==DOI== &lt;br /&gt;
==Citar este artigo== &lt;br /&gt;
* {{FULLPAGENAME}} (última modificação: {{REVISIONDAY2}}/{{REVISIONMONTH}}/{{REVISIONYEAR}}). &#039;&#039;{{SITENAME}}&#039;&#039;. Visitado em {{CURRENTDAY2}} de {{CURRENTMONTHNAME}} de {{CURRENTYEAR}}, em {{fullurl:{{FULLPAGENAME}}}} &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: Joaquim Machado de Castro}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Pessoas]] &lt;br /&gt;
[[Categoria: Activos Século XVIII]] &lt;br /&gt;
[[Categoria: Portugal]] &lt;br /&gt;
[[Categoria: Lisboa]] &lt;br /&gt;
[[Categoria: Escultores]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Com Bibliografia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Ourives&amp;diff=14241</id>
		<title>Categoria:Ourives</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Ourives&amp;diff=14241"/>
		<updated>2018-04-24T14:05:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ourives]] no glossário.&lt;br /&gt;
[[Categoria: Profissões]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Consumo&amp;diff=14240</id>
		<title>Categoria:Consumo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Consumo&amp;diff=14240"/>
		<updated>2018-04-24T10:28:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Categoria: Glossário]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Armas&amp;diff=14239</id>
		<title>Armas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Armas&amp;diff=14239"/>
		<updated>2018-04-23T19:35:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(1) Instrumentos de guerra ofensivos ou defensivos. Quase sempre se diz armas no plural. &#039;&#039;Arma, orum. Neut.&#039;&#039; Porém às vezes se diz arma singular. V. gr. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(3) Armas de fogo. Por ser nova a invenção deste género de armas foi preciso inventar uma palavra nova. Os autores mais cultos lhes chamam bombarda falando em armas de fogo em geral, mas falando só nas armas de fogo que um soldado pode trazer costuma-se dizer &#039;&#039;Sclopus&#039;&#039; ou &#039;&#039;stlopus&#039;&#039;. ou &#039;&#039;Sclopetus, i. Masc.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(4) Armas ofensivas, v. gr. Espadas, piques, mosquetes, canhões, etc. &#039;&#039;Arma impugnantia, ferientia, petentia, ictum, inferentia&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(5) Armas defensivas, v. gr. Capacetes, Braçais, Grevas, Arnezes, etc. &#039;&#039;Arma argentia, tuentia, propugnantia, protegentia.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(7) Armas brancas. Chamaram-lhe assim porque eram de aço branqueado ou prateado como as dos príncipes, com elas andavam os homens cobertos desde a cabeça até aos pés, a saber com (?) ou capacete, com viseira, com peito e espadaldar e manoplas, grevas, etc. Armado em armas brancas inteiras. &#039;&#039;A capite ad calcem armis tectus, unique armatus. Cataphractus, a, um.&#039;&#039; Este último é de Tito Lívio&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo I: Letra A), 502-503.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;b&amp;gt;ARMAS&amp;lt;/b&amp;gt; Divisas de reinos, cidades, etc. (...) Também são divisas de honra nos escudos da nobreza. Chamo a estas armas divisas, porque das divisas trouxeram a sua origem estas armas. A imitação de Júpiter, rei de Creta, que em memória da água negra (a qual no princípio da batalha que ele deu a Saturno baixou do céu e se veio pôr no alto de uma lança arvorada na frente do seu exército) usava em suas bandeiras e pendões da efígie de uma água da mesma cor, os príncipes seus contemporâneos e seus sucessores tomaram divisas e insígnias militares, ou para distinção de suas pessoas, como os dois leões de ouro de Heitor Troiano, ou para distinguir os exércitos e as companhias dos mesmos exércitos, porque na desordem e confusão das batalhas, pode-se cada um acudir mais facilmente à sua bandeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para este efeito usaram os assírios da pomba, os egípcios da lua, os tebanos da tartaruga, os africanos da espiga e ao manípulo, que Rómulo introduziu, sucederam nas insígnias dos Romanos o Lobo, águia, minotauro e não como armas das famílias, porque as armas das famílias romanas foram as imagens e estátuas de seus maiores, colocadas nos pátios à entrada das casas, mas para distintivos das suas pessoas ou da sua gente. Das bandeiras e estandartes que serviam nos actos públicos da guerra e da justiça passaram as divisas militares para os escudos, com esta restrição que os soldados particulares traziam os escudos brancos até chegarem a obrar alguma acção insigne, cuja história pintavam neles e os príncipes lhes concediam esta singularidade para os animarem a maiores empresas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos escudos dos soldados passaram finalmente as armas para os brasões das famílias e nelas se perpetuaram pela sucessão dos filhos e descendentes, com tão políticas circunstâncias que criaram os príncipes reis de armas, passavantes e farautas para dar e regular o modo com que se hão-de trazer e com tão erudita variedade de peças e termos próprios como [[Besante|Besantes]], [[Escaque|Escaques]], [[Manteleres]], [[Veiro|Veiros]], [[Timbre|Timbres]], [[Palos]], [[Faixas]], [[Banda|Bandas]] e [[Contrabanda|Contrabandas]], [[Escudo|Escudos]] franchados e empequetados, cruzes, [[Floreteado|Floreteados]], cruzes potentes, leões ranpantes ou rompentes, cervos correntes, ursos levantantes, onças faltantes, etc. que hoje não cabem em grandes vocabulários todas as expressões de armaria (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Armas com diferença e com mistura, como são as dos filhos segundo nas quais se assenta no canto do escudo uma flor, uma estrela, um pássaro ou outra coisa semelhante (...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As armas são verdadeiras quando nas peças principais uma cor não se assenta sobre outra, nem um metal sobre outro, o que nas peças menos principais não importa (...) No escudo de armas, não entra das cores se não o vermelho, o azul, o negro e o verde e dos metais, o ouro e a prata (...)&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo I: Letra A), 504-508.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo I: Letra A. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }} }}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Objectos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Armaria]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Armas&amp;diff=14238</id>
		<title>Armas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Armas&amp;diff=14238"/>
		<updated>2018-04-23T19:34:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(1) Instrumentos de guerra ofensivos ou defensivos. Quase sempre se diz armas no plural. &#039;&#039;Arma, orum. Neut.&#039;&#039; Porém às vezes se diz arma singular. V. gr. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(3) Armas de fogo. Por ser nova a invenção deste género de armas foi preciso inventar uma palavra nova. Os autores mais cultos lhes chamam bombarda falando em armas de fogo em geral, mas falando só nas armas de fogo que um soldado pode trazer costuma-se dizer &#039;&#039;Sclopus&#039;&#039; ou &#039;&#039;stlopus&#039;&#039;. ou &#039;&#039;Sclopetus, i. Masc.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(4) Armas ofensivas, v. gr. Espadas, piques, mosquetes, canhões, etc. &#039;&#039;Arma impugnantia, ferientia, petentia, ictum, inferentia&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(5) Armas defensivas, v. gr. Capacetes, Braçais, Grevas, Arnezes, etc. &#039;&#039;Arma argentia, tuentia, propugnantia, protegentia.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(7) Armas brancas. Chamaram-lhe assim porque eram de aço branqueado ou prateado como as dos príncipes, com elas andavam os homens cobertos desde a cabeça até aos pés, a saber com (?) ou capacete, com viseira, com peito e espadaldar e manoplas, grevas, etc. Armado em armas brancas inteiras. &#039;&#039;A capite ad calcem armis tectus, unique armatus. Cataphractus, a, um.&#039;&#039; Este último é de Tito Lívio&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo I: Letra A), 502-503.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;b&amp;gt;ARMAS&amp;lt;/b&amp;gt; Divisas de reinos, cidades, etc. (...) Também são divisas de honra nos escudos da nobreza. Chamo a estas armas divisas, porque das divisas trouxeram a sua origem estas armas. A imitação de Júpiter, rei de Creta, que em memória da água negra (a qual no princípio da batalha que ele deu a Saturno baixou do céu e se veio pôr no alto de uma lança arvorada na frente do seu exército) usava em suas bandeiras e pendões da efígie de uma água da mesma cor, os príncipes seus contemporâneos e seus sucessores tomaram divisas e insígnias militares, ou para distinção de suas pessoas, como os dois leões de ouro de Heitor Troiano, ou para distinguir os exércitos e as companhias dos mesmos exércitos, porque na desordem e confusão das batalhas, pode-se cada um acudir mais facilmente à sua bandeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para este efeito usaram os assírios da pomba, os egípcios da lua, os tebanos da tartaruga, os africanos da espiga e ao manípulo, que Rómulo introduziu, sucederam nas insígnias dos Romanos o Lobo, águia, minotauro e não como armas das famílias, porque as armas das famílias romanas foram as imagens e estátuas de seus maiores, colocadas nos pátios à entrada das casas, mas para distintivos das suas pessoas ou da sua gente. Das bandeiras e estandartes que serviam nos actos públicos da guerra e da justiça passaram as divisas militares para os escudos, com esta restrição que os soldados particulares traziam os escudos brancos até chegarem a obrar alguma acção insigne, cuja história pintavam neles e os príncipes lhes concediam esta singularidade para os animarem a maiores empresas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos escudos dos soldados passaram finalmente as armas para os brasões das famílias e nelas se perpetuaram pela sucessão dos filhos e descendentes, com tão políticas circunstâncias que criaram os príncipes reis de armas, passavantes e farautas para dar e regular o modo com que se hão-de trazer e com tão erudita variedade de peças e termos próprios como [[Besantes]], [[Escaques]], [[Manteleres]], [[Veiros]], [[Timbres]], [[Palos]], [[Faixas]], [[Bandas]] e [[Contrabandas]], [[Escudos]] franchados e empequetados, cruzes, [[Floreteados]], cruzes potentes, leões ranpantes ou rompentes, cervos correntes, ursos levantantes, onças faltantes, etc. que hoje não cabem em grandes vocabulários todas as expressões de armaria (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Armas com diferença e com mistura, como são as dos filhos segundo nas quais se assenta no canto do escudo uma flor, uma estrela, um pássaro ou outra coisa semelhante (...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As armas são verdadeiras quando nas peças principais uma cor não se assenta sobre outra, nem um metal sobre outro, o que nas peças menos principais não importa (...) No escudo de armas, não entra das cores se não o vermelho, o azul, o negro e o verde e dos metais, o ouro e a prata (...)&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo I: Letra A), 504-508.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo I: Letra A. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }} }}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Objectos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Armaria]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Andar&amp;diff=14237</id>
		<title>Andar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Andar&amp;diff=14237"/>
		<updated>2018-04-23T19:33:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O andar de uma casa. O espaço de um sobrado a outro. &#039;&#039;Vid&#039;&#039;. [[Sobrado]]. Casas de um mesmo andar. &#039;&#039;Conclavia, quae sunt plano pede. Vitruv&#039;&#039;. Ou &#039;&#039;conclavia plani pedis&#039;&#039;&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo I: Letra A), 269.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo I: Letra A. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }} }}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Arquitectura]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Alinho&amp;diff=14236</id>
		<title>Alinho</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Alinho&amp;diff=14236"/>
		<updated>2018-04-23T19:32:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Deriva-se de &#039;&#039;Linea&#039;&#039;, que em latim é o mesmo que o cordel almagrado com que os carpinteiros e pedreiros tomam medidas e regulam o corte da madeira, e alinho é o concerto e asseio de vestiduras e ornamento da pessoa com certas medidas e proporções requisitas para a compostura e decência. &#039;&#039;Concinnitas, tatis. Fem. Aul. Gell. Concinnitudo, dinis. Fem. Cic. Mundior cultus. Ex Tit. Liv.&#039;&#039; Com alinho. &#039;&#039;Concinne. Cic.&#039;&#039;&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo I: Letra A), 260.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo I: Letra A. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }} }}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Objectos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Ferramentas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Albanez&amp;diff=14235</id>
		<title>Albanez</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Albanez&amp;diff=14235"/>
		<updated>2018-04-23T19:31:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: /* Bibliografia e Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Deriva-se do Castelhano &#039;&#039;Albanir&#039;&#039; e este se deriva do Hebraico &#039;&#039;Bana&#039;&#039;, que é edificar, se não é que em Castela se chama assim, porque &#039;&#039;Albanir&#039;&#039; é oficial que branqueia com gesso. No Alentejo Albanez é Pedreiro. &#039;&#039;Vid&#039;&#039;. No seu lugar. Dois oficiais Pedreiros, como nós lhe chamamos em Lisboa e Albanes na província do Alentejo. Methodo Lusit. Pag. 399&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo I: Letra A), 210.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo I: Letra A. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }} }}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Arquitectura]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Ofícios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Berilo&amp;diff=14232</id>
		<title>Berilo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Berilo&amp;diff=14232"/>
		<updated>2018-04-23T19:24:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: Morujao moveu a página Berillo para Berilo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Pedra preciosa semelhante ao cristal, imaginam alguns que é o diamante dos antigos. Porém, dizem alguns que o Berilo é de cor entre verde e amarelo&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo II: B-C), 107.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas== &lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt; &lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes== &lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo II: B-C. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712.  &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: Berilo}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]] &lt;br /&gt;
[[Categoria: Objectos]] &lt;br /&gt;
[[Categoria: Materiais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Berilo&amp;diff=14231</id>
		<title>Berilo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Berilo&amp;diff=14231"/>
		<updated>2018-04-23T19:24:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Pedra preciosa semelhante ao cristal, imaginam alguns que é o diamante dos antigos. Porém, dizem alguns que o Berilo é de cor entre verde e amarelo&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo II: B-C), 107.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas== &lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt; &lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes== &lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo II: B-C. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712.  &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: Berilo}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]] &lt;br /&gt;
[[Categoria: Objectos]] &lt;br /&gt;
[[Categoria: Materiais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pluvial&amp;diff=14230</id>
		<title>Pluvial</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pluvial&amp;diff=14230"/>
		<updated>2018-04-23T17:42:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Deriva-se do latim &#039;&#039;pluvia&#039;&#039; que quer dizer chuva e é a vestidura sacerdotal que vulgarmente chamamos capa de asperges. Foi chamada pluvial porque se leva nos procissões fora da Igreja e é defensivo da chuva&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo VI: P), 554.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Exemplos==&lt;br /&gt;
*[[Pluvial de D. Catarina d&#039;Eça]]&lt;br /&gt;
*[[Pluvial dos Jerónimos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo VI: Letra O-P. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }}}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Têxteis]]&lt;br /&gt;
 &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pluvial_de_D._Catarina_d%27E%C3%A7a&amp;diff=14229</id>
		<title>Pluvial de D. Catarina d&#039;Eça</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pluvial_de_D._Catarina_d%27E%C3%A7a&amp;diff=14229"/>
		<updated>2018-04-23T17:40:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info/Obra de arte &lt;br /&gt;
| imagem             =   &lt;br /&gt;
| tamanho            =  &lt;br /&gt;
| título             = Pluvial  &lt;br /&gt;
| título_original    =  &lt;br /&gt;
| autor            =  &lt;br /&gt;
| data              = séc. XVI, 1ª metade (bordado), (tecido da capa substituído no século XVIII)&lt;br /&gt;
| género             = Têxtil &lt;br /&gt;
| técnica            =  &lt;br /&gt;
| altura             = 150 cm  &lt;br /&gt;
| largura            = 298 cm &lt;br /&gt;
| profundidade       =  &lt;br /&gt;
| encomendador       = D. Catarina d&#039;Eça &lt;br /&gt;
| cidade             = Coimbra   &lt;br /&gt;
| museu              = Museu Nacional de Machado de Castro  &lt;br /&gt;
}} &lt;br /&gt;
== Historial ==&lt;br /&gt;
[[Pluvial]] que pertenceu à abadessa do Mosteiro de Lorvão, D. Catarina d&#039;Eça (1472-1519).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1882 figurou na Exposição Retrospectiva de Arte Ornamental Portuguesa e Espanhola,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Descrição==&lt;br /&gt;
&amp;quot;Sob edículas arquitetónicas, marcadas com o brasão da proprietária, são representadas seis figuras de santas com a palma do martírio, segurando duas delas um livro aberto, e, outras duas, uma flecha invertida&amp;lt;ref&amp;gt;http://www.museumachadocastro.gov.pt/pt-PT/coleccoes/Texteis/ContentDetail.aspx?id=209 consultado a 11 de setembro de 2017.&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;quot;. &lt;br /&gt;
==Referências Bibliográficas == &lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt; &lt;br /&gt;
== Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*&amp;lt;i&amp;gt;Catalogo illustrado da exposição retrospectiva de arte ornamental portugueza e hespanhola&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1882. &lt;br /&gt;
*Viterbo, Francisco de Sousa, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1883. &lt;br /&gt;
==Ligações Externas==&lt;br /&gt;
*Pluvial In [http://www.museumachadocastro.gov.pt/pt-PT/coleccoes/Texteis/ContentDetail.aspx?id=209 Museu Nacional de Machado de Castro].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Pluvial In [http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosConsultar.aspx?IdReg=161187 MatrizNet].  &lt;br /&gt;
==Autor(es) do artigo== &lt;br /&gt;
==DOI== &lt;br /&gt;
==Citar este artigo== &lt;br /&gt;
* {{FULLPAGENAME}} (última modificação: {{REVISIONDAY2}}/{{REVISIONMONTH}}/{{REVISIONYEAR}}). &#039;&#039;{{SITENAME}}&#039;&#039;. Visitado em {{CURRENTDAY2}} de {{CURRENTMONTHNAME}} de {{CURRENTYEAR}}, em {{fullurl:{{FULLPAGENAME}}}} &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Categoria: Obras]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Relic%C3%A1rio_da_Madre_de_Deus&amp;diff=14228</id>
		<title>Relicário da Madre de Deus</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Relic%C3%A1rio_da_Madre_de_Deus&amp;diff=14228"/>
		<updated>2018-04-23T17:39:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: /* Historial */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info/Obra de arte&lt;br /&gt;
| imagem             =  &lt;br /&gt;
| tamanho            = &lt;br /&gt;
| título             = Relicário&lt;br /&gt;
| título_original    = &lt;br /&gt;
| autor            = [[Ian Vansteigoltist]]&lt;br /&gt;
| data              = 1515-1525&lt;br /&gt;
| género             = Ourivesaria&lt;br /&gt;
| técnica            = Ouro, fundido, relevado, inciso, cinzelado e esmaltado, esmeraldas, rubis, pérola, e diamante&lt;br /&gt;
| altura             = 35 cm&lt;br /&gt;
| largura            = 15,5 cm&lt;br /&gt;
| profundidade       = 12 cm&lt;br /&gt;
| encomendador       = D. Leonor de Lencastre&lt;br /&gt;
| cidade             =  Lisboa&lt;br /&gt;
| museu              =  Museu Nacional de Arte Antiga&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
== Historial ==&lt;br /&gt;
[[Relicário]] encomendado ao ourives flamengo ou alemão [[Ian Vansteigoltist]] pela rainha D. Leonor de Lencastre, irmã do rei D. Manuel I e viúva de D. João II. Albergava uma relíquia da coroa de espinhos de Cristo e, mais tarde, foi-lhe acrescentada uma relíquia do Santo Lenho. Foi deixado em testamento ao [[Mosteiro da Madre de Deus de Xabregas]], pela rainha, sua fundadora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aparece descrito sumariamente numa relação do convento da Madre de Deus e das suas relíquias, publicada em 1629. Aí afirmava-se que o espinho nele contido pertencera ao rei D. Duarte&amp;lt;ref&amp;gt;Francisco de Sousa Viterbo, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. (Lisboa: Imprensa Nacional, 1883), 3.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1882 figurou na Exposição Retrospectiva de Arte Ornamental Portuguesa e Espanhola, realizada no Palácio das Janelas Verdes, futuro Museu Nacional de Arte Antiga, estando exposta na sala M com o número 153&amp;lt;ref&amp;gt;Francisco de Sousa Viterbo, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. (Lisboa: Imprensa Nacional, 1883), 2.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontra-se actualmente no Museu nacional de Arte Antiga, em Lisboa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Descrição==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências Bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*&amp;lt;i&amp;gt;Catalogo illustrado da exposição retrospectiva de arte ornamental portugueza e hespanhola&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1882.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Branco, Camilo Castelo, &amp;lt;i&amp;gt;A Corja&amp;lt;/i&amp;gt;. (1880)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Viterbo, Francisco de Sousa, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1883.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações Externas==&lt;br /&gt;
*Relicário da Madre de Deus In [http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosConsultar.aspx?IdReg=260689 MatrizNet].&lt;br /&gt;
*Relicário da Madre de Deus In [http://www.museudearteantiga.pt/colecoes/ourivesaria/relicario Museu Nacional de Arte Antiga]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Autor(es) do artigo==&lt;br /&gt;
==DOI==&lt;br /&gt;
==Citar este artigo==&lt;br /&gt;
* {{FULLPAGENAME}} (última modificação: {{REVISIONDAY2}}/{{REVISIONMONTH}}/{{REVISIONYEAR}}). &#039;&#039;{{SITENAME}}&#039;&#039;. Visitado em {{CURRENTDAY2}} de {{CURRENTMONTHNAME}} de {{CURRENTYEAR}}, em {{fullurl:{{FULLPAGENAME}}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria: Obras]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Mosteiro da Madre de Deus de Xabregas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Relic%C3%A1rio_da_Madre_de_Deus&amp;diff=14227</id>
		<title>Relicário da Madre de Deus</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Relic%C3%A1rio_da_Madre_de_Deus&amp;diff=14227"/>
		<updated>2018-04-23T17:39:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info/Obra de arte&lt;br /&gt;
| imagem             =  &lt;br /&gt;
| tamanho            = &lt;br /&gt;
| título             = Relicário&lt;br /&gt;
| título_original    = &lt;br /&gt;
| autor            = [[Ian Vansteigoltist]]&lt;br /&gt;
| data              = 1515-1525&lt;br /&gt;
| género             = Ourivesaria&lt;br /&gt;
| técnica            = Ouro, fundido, relevado, inciso, cinzelado e esmaltado, esmeraldas, rubis, pérola, e diamante&lt;br /&gt;
| altura             = 35 cm&lt;br /&gt;
| largura            = 15,5 cm&lt;br /&gt;
| profundidade       = 12 cm&lt;br /&gt;
| encomendador       = D. Leonor de Lencastre&lt;br /&gt;
| cidade             =  Lisboa&lt;br /&gt;
| museu              =  Museu Nacional de Arte Antiga&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
== Historial ==&lt;br /&gt;
[[Relicário]] encomendado ao ourives flamengo ou alemão [[Ian Vansteigoltist]] pela rainha D. Leonor de Lencastre, irmã do rei D. Manuel I e viúva de D. João II. Albergava uma relíquia da coroa de espinhos de Cristo e, mais tarde, foi-lhe acrescentada uma relíquia do Santo Lenho. Foi deixado em testamento ao [[Mosteiro da Madre de Deus]], em Xabregas, pela rainha, sua fundadora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aparece descrito sumariamente numa relação do convento da Madre de Deus e das suas relíquias, publicada em 1629. Aí afirmava-se que o espinho nele contido pertencera ao rei D. Duarte&amp;lt;ref&amp;gt;Francisco de Sousa Viterbo, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. (Lisboa: Imprensa Nacional, 1883), 3.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1882 figurou na Exposição Retrospectiva de Arte Ornamental Portuguesa e Espanhola, realizada no Palácio das Janelas Verdes, futuro Museu Nacional de Arte Antiga, estando exposta na sala M com o número 153&amp;lt;ref&amp;gt;Francisco de Sousa Viterbo, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. (Lisboa: Imprensa Nacional, 1883), 2.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontra-se actualmente no Museu nacional de Arte Antiga, em Lisboa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Descrição==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências Bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*&amp;lt;i&amp;gt;Catalogo illustrado da exposição retrospectiva de arte ornamental portugueza e hespanhola&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1882.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Branco, Camilo Castelo, &amp;lt;i&amp;gt;A Corja&amp;lt;/i&amp;gt;. (1880)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Viterbo, Francisco de Sousa, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1883.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações Externas==&lt;br /&gt;
*Relicário da Madre de Deus In [http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosConsultar.aspx?IdReg=260689 MatrizNet].&lt;br /&gt;
*Relicário da Madre de Deus In [http://www.museudearteantiga.pt/colecoes/ourivesaria/relicario Museu Nacional de Arte Antiga]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Autor(es) do artigo==&lt;br /&gt;
==DOI==&lt;br /&gt;
==Citar este artigo==&lt;br /&gt;
* {{FULLPAGENAME}} (última modificação: {{REVISIONDAY2}}/{{REVISIONMONTH}}/{{REVISIONYEAR}}). &#039;&#039;{{SITENAME}}&#039;&#039;. Visitado em {{CURRENTDAY2}} de {{CURRENTMONTHNAME}} de {{CURRENTYEAR}}, em {{fullurl:{{FULLPAGENAME}}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria: Obras]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Mosteiro da Madre de Deus de Xabregas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Relic%C3%A1rio_de_Santa_Engr%C3%A1cia_(Barbadinhos)&amp;diff=14226</id>
		<title>Relicário de Santa Engrácia (Barbadinhos)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Relic%C3%A1rio_de_Santa_Engr%C3%A1cia_(Barbadinhos)&amp;diff=14226"/>
		<updated>2018-04-23T17:38:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: /* Historial */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info/Obra de arte&lt;br /&gt;
| imagem             =  &lt;br /&gt;
| tamanho            = &lt;br /&gt;
| título             = Busto-relicário de Santa Engrácia&lt;br /&gt;
| título_original    = &lt;br /&gt;
| autor            = &lt;br /&gt;
| data              = 1595&lt;br /&gt;
| género             = Ourivesaria&lt;br /&gt;
| técnica            = Prata lavrada&lt;br /&gt;
| altura             = &lt;br /&gt;
| largura            = &lt;br /&gt;
| profundidade       = &lt;br /&gt;
| encomendador       = Infanta D. Maria, D. Miguel de Castro&lt;br /&gt;
| cidade             = Lisboa &lt;br /&gt;
| museu              = Igreja de Nossa Senhora da Porciúncula, do Convento dos Barbadinhos &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
== Historial ==&lt;br /&gt;
Este relicário foi mandado fazer pela Infanta D. Maria, filha de D. Manuel I, que deixou em testamento 300 mil cruzados para a sua realização. Só foi, todavia, executada em 1596, vinte anos depois, por acção do arcebispo de Lisboa, D. Miguel de Castro, seu testamenteiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viterbo menciona que D. Fernando tinha uma imagem de prata de Nossa Senhora, que ele data do século XV, que também tinha as armas da infanta D. Maria, no pedestal,&lt;br /&gt;
desconhecendo-se a sua proveniência&amp;lt;ref&amp;gt;Francisco de Sousa Viterbo, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. (Lisboa: Imprensa Nacional, 1883), 49.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Descrição==&lt;br /&gt;
O busto é em tamanho natural, feito de prata branca e dourada, reproduz as feições da infanta D. Maria, os seus motivos decorativos preferidos e jóias, como uns brincos que, entretanto, desapareceram. Está vestido com roupa da época e enverga uma coroa aberta de prata dourada. Na sua fronte tem um espigão, aludindo ao martírio da santa, no peito uma abertura oval na qual estava guardada a relíquia.&lt;br /&gt;
A base é de forma elíptica, decorada com cartelas: ao centro apresenta as armas da infanta, dos lados as seguintes inscrições, em caracteres romanos &amp;quot;RELIQVES DE SANTA ENGRACIA QUE VIERÃO DE SARAGOÇA HA PITIÇÃO DA INFANTE DONA MARIA FILHADELREI DOM MANOEL E ELA EM SEV TESTAMENTO MANDOU FAZER ESTA CAIXA EM QUE ESTÃO E SE FES NO ANO DE 1595 POR MANDADO DO ARSEBISPO DOM MIGVEL DE CASTRO SEU TESTAMENTEIRO&amp;quot;, e ainda duas coroas, atravessadas por palmas&amp;lt;ref&amp;gt;Francisco de Sousa Viterbo, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. (Lisboa: Imprensa Nacional, 1883), 49.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
==Referências Bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Pinto, Carla Alferes, &amp;lt;i&amp;gt;A infanta Dona Maria de Portugal (1521-1577): o mecenato de uma princesa renascentista&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Fundação do Oriente, 1998.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Viterbo, Francisco de Sousa, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1883.&lt;br /&gt;
==Ligações Externas==&lt;br /&gt;
*Imagem aqui: http://aps-ruasdelisboacomhistria.blogspot.pt/2011/03/calcada-dos-barbadinhos-iii.html &lt;br /&gt;
==Autor(es) do artigo==&lt;br /&gt;
==DOI==&lt;br /&gt;
==Citar este artigo==&lt;br /&gt;
* {{FULLPAGENAME}} (última modificação: {{REVISIONDAY2}}/{{REVISIONMONTH}}/{{REVISIONYEAR}}). &#039;&#039;{{SITENAME}}&#039;&#039;. Visitado em {{CURRENTDAY2}} de {{CURRENTMONTHNAME}} de {{CURRENTYEAR}}, em {{fullurl:{{FULLPAGENAME}}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria: Obras]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Casula_de_veludo_vermelho_(Jer%C3%B3nimos)&amp;diff=14225</id>
		<title>Casula de veludo vermelho (Jerónimos)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Casula_de_veludo_vermelho_(Jer%C3%B3nimos)&amp;diff=14225"/>
		<updated>2018-04-23T17:26:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info/Obra de arte&lt;br /&gt;
| imagem             =  &lt;br /&gt;
| tamanho            = &lt;br /&gt;
| título             = Casula&lt;br /&gt;
| título_original    = &lt;br /&gt;
| autor            = &lt;br /&gt;
| data              = século XVI?&lt;br /&gt;
| género             = &lt;br /&gt;
| técnica            = Veludo lavrado a fio de ouro, matiz e requife&lt;br /&gt;
| altura             = &lt;br /&gt;
| largura            = &lt;br /&gt;
| profundidade       = &lt;br /&gt;
| encomendador       = &lt;br /&gt;
| cidade             =  &lt;br /&gt;
| museu              =  &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
== Historial ==&lt;br /&gt;
[[Casula]] que figurou na Exposição Retrospectiva de Arte Ornamental Portuguesa e Espanhola de 1882, Sala A, número 13, com a seguinte descrição: &amp;quot;Casula de veludo carmezim lavrado, com ramos tecidos a fio de oiro. Faxa central larga, e faxas lateares estreitas bordadas a matiz e fio de oiro, sendo este contornado a requife. Fins do século XVI. &amp;lt;i&amp;gt;Santa Maria de Belem, Lisboa&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;Francisco de Sousa Viterbo, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. (Lisboa: Imprensa Nacional, 1883), 76.&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poderá tratar-se [http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosConsultar.aspx?IdReg=246104 desta] casula do Museu Nacional de Arte Antiga? Se assim for, é possível que tenha sido doada ao Mosteiro de Santa Maria de Belém pelo rei D. Manuel I.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Descrição==&lt;br /&gt;
==Referências Bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*&amp;lt;i&amp;gt;Catalogo illustrado da exposição retrospectiva de arte ornamental portugueza e hespanhola&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1882.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Viterbo, Francisco de Sousa, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1883.&lt;br /&gt;
==Ligações Externas== &lt;br /&gt;
==Autor(es) do artigo==&lt;br /&gt;
==DOI==&lt;br /&gt;
==Citar este artigo==&lt;br /&gt;
* {{FULLPAGENAME}} (última modificação: {{REVISIONDAY2}}/{{REVISIONMONTH}}/{{REVISIONYEAR}}). &#039;&#039;{{SITENAME}}&#039;&#039;. Visitado em {{CURRENTDAY2}} de {{CURRENTMONTHNAME}} de {{CURRENTYEAR}}, em {{fullurl:{{FULLPAGENAME}}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria: Obras]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Pedreiros&amp;diff=14224</id>
		<title>Categoria:Pedreiros</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Pedreiros&amp;diff=14224"/>
		<updated>2018-04-23T17:21:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: /* Bibliografia */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Categoria:Profissões]]&lt;br /&gt;
Nesta categoria incluímos pedreiros e mestres pedreiros, discriminados nas respectivas fichas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sousa Viterbo debate várias vezes a utilização da palavra: “&#039;&#039;Como deveremos considerar a denominação do seu officio de pedreiro? Como architecto ou mestre da pedraria, ou como esculptor, que muitas vezes, neste sentido, se encontra empregado o termo?&#039;&#039;”&amp;lt;ref&amp;gt;Viterbo, &amp;lt;i&amp;gt;Diccionario Histórico e Documental dos Architectos, Engenheiros e Construtores Portugueses ou a serviço de Portugal&amp;lt;/i&amp;gt;, [https://archive.org/details/diccionariohisto01vite Vol I], 113-115.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ver no glossário [[Pedreiro]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt; &lt;br /&gt;
==Bibliografia==&lt;br /&gt;
*[https://estudogeral.sib.uc.pt/handle/10316/9600 Lima, Carlos Manuel Ruão da Costa. &amp;quot;O Eupalinos Moderno&amp;quot; : teoria e prática da arquitectura religiosa em Portugal: 1550-1640&amp;quot;. Tese de Doutoramento. Coimbra: FLUC, 2006].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Relic%C3%A1rio_da_Madre_de_Deus&amp;diff=14223</id>
		<title>Relicário da Madre de Deus</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Relic%C3%A1rio_da_Madre_de_Deus&amp;diff=14223"/>
		<updated>2018-04-23T17:19:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: /* Historial */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info/Obra de arte&lt;br /&gt;
| imagem             =  &lt;br /&gt;
| tamanho            = &lt;br /&gt;
| título             = Relicário&lt;br /&gt;
| título_original    = &lt;br /&gt;
| autor            = [[Ian Vansteigoltist]]&lt;br /&gt;
| data              = 1515-1525&lt;br /&gt;
| género             = Ourivesaria&lt;br /&gt;
| técnica            = Ouro, fundido, relevado, inciso, cinzelado e esmaltado, esmeraldas, rubis, pérola, e diamante&lt;br /&gt;
| altura             = 35 cm&lt;br /&gt;
| largura            = 15,5 cm&lt;br /&gt;
| profundidade       = 12 cm&lt;br /&gt;
| encomendador       = [https://pt.wikipedia.org/wiki/Leonor_de_Avis,_Rainha_de_Portugal D. Leonor de Lencastre]&lt;br /&gt;
| cidade             =  Lisboa&lt;br /&gt;
| museu              =  Museu Nacional de Arte Antiga&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
== Historial ==&lt;br /&gt;
[[Relicário]] encomendado ao ourives flamengo ou alemão [[Ian Vansteigoltist]] pela rainha D. Leonor de Lencastre, irmã do rei D. Manuel I e viúva de D. João II. Albergava uma relíquia da coroa de espinhos de Cristo e, mais tarde, foi-lhe acrescentada uma relíquia do Santo Lenho. Foi deixado em testamento ao [[Mosteiro da Madre de Deus]], em Xabregas, pela rainha, sua fundadora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aparece descrito sumariamente numa relação do convento da Madre de Deus e das suas relíquias, publicada em 1629. Aí afirmava-se que o espinho nele contido pertencera ao rei D. Duarte&amp;lt;ref&amp;gt;Francisco de Sousa Viterbo, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. (Lisboa: Imprensa Nacional, 1883), 3.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1882 figurou na Exposição Retrospectiva de Arte Ornamental Portuguesa e Espanhola, realizada no Palácio das Janelas Verdes, futuro Museu Nacional de Arte Antiga, estando exposta na sala M com o número 153&amp;lt;ref&amp;gt;Francisco de Sousa Viterbo, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. (Lisboa: Imprensa Nacional, 1883), 2.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontra-se actualmente no Museu nacional de Arte Antiga, em Lisboa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Descrição==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências Bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*&amp;lt;i&amp;gt;Catalogo illustrado da exposição retrospectiva de arte ornamental portugueza e hespanhola&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1882.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Branco, Camilo Castelo, &amp;lt;i&amp;gt;A Corja&amp;lt;/i&amp;gt;. (1880)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Viterbo, Francisco de Sousa, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1883.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações Externas==&lt;br /&gt;
*Relicário da Madre de Deus In [http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosConsultar.aspx?IdReg=260689 MatrizNet].&lt;br /&gt;
*Relicário da Madre de Deus In [http://www.museudearteantiga.pt/colecoes/ourivesaria/relicario Museu Nacional de Arte Antiga]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Autor(es) do artigo==&lt;br /&gt;
==DOI==&lt;br /&gt;
==Citar este artigo==&lt;br /&gt;
* {{FULLPAGENAME}} (última modificação: {{REVISIONDAY2}}/{{REVISIONMONTH}}/{{REVISIONYEAR}}). &#039;&#039;{{SITENAME}}&#039;&#039;. Visitado em {{CURRENTDAY2}} de {{CURRENTMONTHNAME}} de {{CURRENTYEAR}}, em {{fullurl:{{FULLPAGENAME}}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria: Obras]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Mosteiro da Madre de Deus de Xabregas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Relic%C3%A1rio&amp;diff=14222</id>
		<title>Relicário</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Relic%C3%A1rio&amp;diff=14222"/>
		<updated>2018-04-23T17:19:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: /* Exemplos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A caixa ou outra coisa em que se guardam relíquias. &#039;&#039;Capsa, ae. Fem.&#039;&#039;&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo VII: R), 220.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Exemplos==&lt;br /&gt;
*[[Relicário da Madre de Deus]]&lt;br /&gt;
*[[Relicário de Santa Engrácia (Barbadinhos)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo VII: Letra Q-S. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716-1728. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: Relicario}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Objectos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Relic%C3%A1rio&amp;diff=14221</id>
		<title>Relicário</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Relic%C3%A1rio&amp;diff=14221"/>
		<updated>2018-04-23T17:18:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A caixa ou outra coisa em que se guardam relíquias. &#039;&#039;Capsa, ae. Fem.&#039;&#039;&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo VII: R), 220.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Exemplos==&lt;br /&gt;
[[Relicário da Madre de Deus]]&lt;br /&gt;
[[Relicário de Santa Engrácia (Barbadinhos)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo VII: Letra Q-S. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716-1728. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: Relicario}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Objectos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Barroco&amp;diff=14220</id>
		<title>Barroco</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Barroco&amp;diff=14220"/>
		<updated>2018-04-23T17:11:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Pérola tosca e desigual que nem é comprida nem redonda. &#039;&#039;Unio, diversae ab rotunda, &amp;amp; turbatâ in figurae&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo II: B-C), 65.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo II: B-C. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: Barroco}}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Objectos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Materiais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Joalharia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pedreiro&amp;diff=14219</id>
		<title>Pedreiro</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pedreiro&amp;diff=14219"/>
		<updated>2018-04-23T17:05:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;(2) Oficial que faz obras de pedra e cal. &#039;&#039;Structor, oris. Masc. Cic. Lapidarius, ii. Masc. Pomponius Mela. Pedreiro de alvenaria. Vid&#039;&#039;. [[Alvanel]]. Pedreiro de Cantaria. &#039;&#039;Vid&#039;&#039;. [[Canteiro]]&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo VI: P), 362.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[:Categoria:Pedreiros]] no eViterbo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo VI: Letra O-P. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }}}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Ofícios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pintor&amp;diff=14218</id>
		<title>Pintor</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pintor&amp;diff=14218"/>
		<updated>2018-04-23T17:02:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É prático ou teórico. Pintor prático é aquele que exercita a pintura mais pelo uso que pela ciência. Pintor teórico é aquele que sabe os princípios e fundamentos da arte. Também há pintores teóricos juntamente e práticos e são aqueles que sabem a arte e a exercitam. Os pintores que sabem historiar são mais estimados que os paisistas. &#039;&#039;Vid&#039;&#039;. [[Paisista]] (...)&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo VI: P), 518.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[:Categoria:Pintores]] no eViterbo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo VI: Letra O-P. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }}}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Belas Artes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Ofícios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pintor&amp;diff=14217</id>
		<title>Pintor</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pintor&amp;diff=14217"/>
		<updated>2018-04-23T16:58:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É prático ou teórico. Pintor prático é aquele que exercita a pintura mais pelo uso que pela ciência. Pintor teórico é aquele que sabe os princípios e fundamentos da arte. Também há pintores teóricos juntamente e práticos e são aqueles que sabem a arte e a exercitam. Os pintores que sabem historiar são mais estimados que os paisistas. &#039;&#039;Vid&#039;&#039;. [[Paisista]] (...)&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo VI: P), 518.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Pintores]] no eViterbo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo VI: Letra O-P. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }}}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Belas Artes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Ofícios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pintor&amp;diff=14216</id>
		<title>Pintor</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pintor&amp;diff=14216"/>
		<updated>2018-04-23T16:58:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É prático ou teórico. Pintor prático é aquele que exercita a pintura mais pelo uso que pela ciência. Pintor teórico é aquele que sabe os princípios e fundamentos da arte. Também há pintores teóricos juntamente e práticos e são aqueles que sabem a arte e a exercitam. Os pintores que sabem historiar são mais estimados que os paisistas. &#039;&#039;Vid&#039;&#039;. [[Paisista]] (...)&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo VI: P), 518.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pintores]] no eViterbo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo VI: Letra O-P. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }}}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Belas Artes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Ofícios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Ferramentas&amp;diff=14215</id>
		<title>Categoria:Ferramentas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Ferramentas&amp;diff=14215"/>
		<updated>2018-04-23T16:41:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Categoria: Técnica]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Objectos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Instrumentos&amp;diff=14214</id>
		<title>Categoria:Instrumentos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Instrumentos&amp;diff=14214"/>
		<updated>2018-04-23T16:41:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Categoria: Objectos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Materiais&amp;diff=14213</id>
		<title>Categoria:Materiais</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Materiais&amp;diff=14213"/>
		<updated>2018-04-23T15:49:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Categoria: Objectos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Técnica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Arquitecto&amp;diff=14212</id>
		<title>Arquitecto</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Arquitecto&amp;diff=14212"/>
		<updated>2018-04-23T15:41:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: /* Bibliografia e Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Deriva-se do Grego &#039;&#039;Archos&#039;&#039;, que é primeiro, e &#039;&#039;Tecton&#039;&#039;, que é oficial, trabalhador, obreiro e assim Arquitecto não só é o que faz as plantas, e desenhos dos edifícios, mas também o mestre de obras, e o que sabe, e põe em execução a arte de edificar. Escreve Vegecio, que no seu tempo havia em Roma setecentos Arquitectos. &#039;&#039;Architectus, i. Masc. Cicl. Architecton, onis; (increm. Brev.) Plaut. Sem. Phil. Architector&#039;&#039; não é geralmente admitido dos doutos. &#039;&#039;Effector&#039;&#039;, ou &#039;&#039;molitor aedificij&#039;&#039;. Ser arquitecto, dar e executar o rascunho de um edifício &#039;&#039;Architectari. Vitruv. Cic. 3 ad Herenn. 32&#039;&#039;&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo I: Letra A), 476.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo I: Letra A. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }} }}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Ofícios]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Arquitectura]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Pedreiros&amp;diff=14211</id>
		<title>Categoria:Pedreiros</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Pedreiros&amp;diff=14211"/>
		<updated>2018-04-23T15:39:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Categoria:Profissões]]&lt;br /&gt;
Nesta categoria incluímos pedreiros e mestres pedreiros, discriminados nas respectivas fichas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sousa Viterbo debate várias vezes a utilização da palavra: “&#039;&#039;Como deveremos considerar a denominação do seu officio de pedreiro? Como architecto ou mestre da pedraria, ou como esculptor, que muitas vezes, neste sentido, se encontra empregado o termo?&#039;&#039;”&amp;lt;ref&amp;gt;Viterbo, &amp;lt;i&amp;gt;Diccionario Histórico e Documental dos Architectos, Engenheiros e Construtores Portugueses ou a serviço de Portugal&amp;lt;/i&amp;gt;, [https://archive.org/details/diccionariohisto01vite Vol I], 113-115.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ver no glossário [[Pedreiro]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt; &lt;br /&gt;
==Bibliografia==&lt;br /&gt;
*[https://estudogeral.sib.uc.pt/handle/10316/9600 Lima, Carlos Manuel Ruão da Costa. &amp;quot;&amp;quot;O Eupalinos Moderno&amp;quot; : teoria e prática da arquitectura religiosa em Portugal: 1550-1640&amp;quot;. Tese de Doutoramento. Coimbra: FLUC, 2006].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Pedreiros&amp;diff=14210</id>
		<title>Categoria:Pedreiros</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Pedreiros&amp;diff=14210"/>
		<updated>2018-04-23T15:38:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Categoria:Profissões]]&lt;br /&gt;
Nesta categoria incluímos pedreiros e mestres pedreiros, discriminados nas respectivas fichas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sousa Viterbo debate várias vezes a utilização da palavra: “&#039;&#039;Como deveremos considerar a denominação do seu officio de pedreiro? Como architecto ou mestre da pedraria, ou como esculptor, que muitas vezes, neste sentido, se encontra empregado o termo?&#039;&#039;”&amp;lt;ref&amp;gt;Viterbo, &amp;lt;i&amp;gt;Diccionario Histórico e Documental dos Architectos, Engenheiros e Construtores Portugueses ou a serviço de Portugal&amp;lt;/i&amp;gt;, [https://archive.org/details/diccionariohisto01vite Vol I], 113-115.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt; &lt;br /&gt;
==Bibliografia==&lt;br /&gt;
*[https://estudogeral.sib.uc.pt/handle/10316/9600 Lima, Carlos Manuel Ruão da Costa. &amp;quot;&amp;quot;O Eupalinos Moderno&amp;quot; : teoria e prática da arquitectura religiosa em Portugal: 1550-1640&amp;quot;. Tese de Doutoramento. Coimbra: FLUC, 2006].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pintor&amp;diff=14209</id>
		<title>Pintor</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pintor&amp;diff=14209"/>
		<updated>2018-04-23T15:34:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É prático ou teórico. Pintor prático é aquele que exercita a pintura mais pelo uso que pela ciência. Pintor teórico é aquele que sabe os princípios e fundamentos da arte. Também há pintores teóricos juntamente e práticos e são aqueles que sabem a arte e a exercitam. Os pintores que sabem historiar são mais estimados que os paisistas. &#039;&#039;Vid&#039;&#039;. [[Paisista]] (...)&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo VI: P), 518.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo VI: Letra O-P. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }}}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Belas Artes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Ofícios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pintor&amp;diff=14208</id>
		<title>Pintor</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pintor&amp;diff=14208"/>
		<updated>2018-04-23T15:34:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É prático ou teórico. Pintor prático é aquele que exercita a pintura mais pelo uso que pela ciência. Pintor teórico é aquele que sabe os princípios e fundamentos da arte. Também há pintores teóricos juntamente e práticos e são aqueles que sabem a arte e a exercitam. Os pintores que sabem historiar são mais estimados que os paisistas. &#039;&#039;Vid&#039;.&#039; [[Paisista]] (...)&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo VI: P), 518.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo VI: Letra O-P. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }}}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Belas Artes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Ofícios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Pintores&amp;diff=14207</id>
		<title>Categoria:Pintores</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Categoria:Pintores&amp;diff=14207"/>
		<updated>2018-04-23T15:33:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;No glossário: [[Pintor]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Profissões]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=%C3%81trio&amp;diff=14206</id>
		<title>Átrio</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=%C3%81trio&amp;diff=14206"/>
		<updated>2018-04-23T15:28:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Palavra tão variamente usada dos antigos que não é fácil assentar qual fosse sua própria e genuína significação. Na opinião de alguns, átrio se deriva do grego &#039;&#039;Aithrion&#039;&#039; que vale o mesmo que coisa do ar e, segundo esta etimologia, átrio é como pátio e lugar descoberto. Querem outros que &#039;&#039;Atrium&#039;&#039; seja o mesmo que &#039;&#039;Aterrum&#039;&#039; ou &#039;&#039;Aterium, quod a terra oriatur&#039;&#039; e por ser o átrio coisa rente com o chão. Outros derivam&#039;&#039;Atrium&#039;&#039; de &#039;&#039;Atria&#039;&#039;, antiga cidade da Etrúria ou da Toscana, em que se costumaram na entrada das casas os primeiros átrios. Do átrio do Tabernáculo se faz menção no cap. 27 do Êxodo e de muitos outros átrios em que fala a Sagrada Escritura, acharás nos expositores e comentadores amplas e curiosas notícias. Escreve Aulo Gélio que muitos homens doutos do seu tempo entendiam que &#039;&#039;Atrium&#039;&#039; e &#039;&#039;Vestibulum&#039;&#039; eram uma mesma coisa mas que Cecílio Galo, o qual escreveu &#039;&#039;De Significatione Verborum&#039;&#039; era de contrária opinião. Algumas vezes toma-se &#039;&#039;Atrium&#039;&#039; geralmente por toda a parte interior das coisas que se vêem da rua, quando ficam as portas abertas. (...) &#039;&#039;Vid.&#039;&#039; [[Adro]]&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo I: Letra A), 644.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo I: Letra A. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: Atrio}}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Urbana]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Adro&amp;diff=14205</id>
		<title>Adro</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Adro&amp;diff=14205"/>
		<updated>2018-04-23T15:27:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Parece derivado do Latim &#039;&#039;Atrium&#039;&#039;, mas não tem no Português todos os significados de &#039;&#039;Atrium&#039;&#039;. Da maior parte deles faço menção na dicção &#039;&#039;[[Átrio]]&#039;&#039;, como verás (se és curioso deste género de Erudição). No Martirológio em Português, por Adro se entende cemitério, porque antigamente não se enterravam os cristãos nas Igrejas nem ao pé dos Altares, por respeito ao Corpo e Sangue de Jesus Cristo, que nos ditos lugares se consagra, mas nos Adros das Igrejas, a saber na entrada, e diante da porta principal delas se abriam as sepulturas, por isso entre outros significados &#039;&#039;Atrium&#039;&#039; veio também a significar cemitério, como consta destes versos de Eduardo, In &#039;&#039;Graecismo&#039;&#039;, cap.11. &#039;&#039;Atria dic Aulas, aede et cemitaria dicas / et loca sacrorum, etc&#039;&#039;. Em Roma no Adro de Aproniano, dia de S. Eugénia, Virgem. Martiriolog. em Portug. 367. &lt;br /&gt;
Hoje chamamos Adro o Tabuleiro, ou praça diante da porta principal de uma igreja e assim dizemos, o Adro de S. Roque, etc&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo I: Letra A), 136.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo I: Letra A. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }} }}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Arquitectura]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Urbana]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Território e Paisagem]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Adro&amp;diff=14204</id>
		<title>Adro</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Adro&amp;diff=14204"/>
		<updated>2018-04-23T15:26:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Parece derivado do Latim &#039;&#039;Atrium&#039;&#039;, mas não tem no Português todos os significados de &#039;&#039;Atrium&#039;&#039;. Da maior parte deles faço menção na dicção &#039;&#039;[[Átrio]]&#039;&#039;, como verás (se és curioso deste género de Erudição). No Martirológio em Português, por Adro se entende cemitério, porque antigamente não se enterravam os cristãos nas Igrejas nem ao pé dos Altares, por respeito ao Corpo e Sangue de Jesus Cristo, que nos ditos lugares se consagra, mas nos Adros das Igrejas, a saber na entrada, e diante da porta principal delas se abriam as sepulturas, por isso entre outros significados &#039;&#039;Atrium&#039;&#039; veio também a significar cemitério, como consta destes versos de Eduardo, In &#039;&#039;Graecismo&#039;&#039;, cap.11. &#039;&#039;Atria dic Aulas, aede et cemitaria dicas / et loca sacrorum, etc.&#039;&#039;. Em Roma no Adro de Aproniano, dia de S. Eugénia, Virgem. Martiriolog. em Portug. 367. &lt;br /&gt;
Hoje chamamos Adro o Tabuleiro, ou praça diante da porta principal de uma igreja e assim dizemos, o Adro de S. Roque, etc&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo I: Letra A), 136.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo I: Letra A. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }} }}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Arquitectura]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Urbana]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Território e Paisagem]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=%C3%81trio&amp;diff=14203</id>
		<title>Átrio</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=%C3%81trio&amp;diff=14203"/>
		<updated>2018-04-23T15:24:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Palavra tão variamente usada dos antigos que não é fácil assentar qual fosse sua própria e genuína significação. Na opinião de alguns, átrio se deriva do grego &#039;&#039;Aithrion&#039;&#039; que vale o mesmo que coisa do ar e, segundo esta etimologia, átrio é como pátio e lugar descoberto. Querem outros que &#039;&#039;Atrium&#039;&#039; seja o mesmo que &#039;&#039;Aterrum&#039;&#039; ou &#039;&#039;Aterium, quod a terra oriatur&#039;&#039; e por ser o átrio coisa rente com o chão. Outros derivam&#039;&#039;Atrium&#039;&#039; de &#039;&#039;Atria&#039;&#039;, antiga cidade da Etrúria ou da Toscana, em que se costumaram na entrada das casas os primeiros átrios. Do átrio do Tabernáculo se faz menção no cap. 27 do Êxodo e de muitos outros átrios em que fala a Sagrada Escritura, acharás nos expositores e comentadores amplas e curiosas notícias. Escreve Aulo Gélio que muitos homens doutos do seu tempo entendiam que &#039;&#039;Atrium&#039;&#039; e &#039;&#039;Vestibulum&#039;&#039; eram uma mesma coisa mas que Cecílio Galo, o qual escreveu &#039;&#039;De Significatione Verborum&#039;&#039; era de contrária opinião. Algumas vezes toma-se &#039;&#039;Atrium&#039;&#039; geralmente por toda a parte interior das coisas que se vêem da rua, quando ficam as portas abertas. (...)&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo I: Letra A), 644.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo I: Letra A. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: Atrio}}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Urbana]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Adro&amp;diff=14202</id>
		<title>Adro</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Adro&amp;diff=14202"/>
		<updated>2018-04-23T15:14:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Parece derivado do Latim &#039;&#039;Atrium&#039;&#039;, mas não tem no Português todos os significados de &#039;&#039;Atrium&#039;&#039;. Da maior parte deles faço menção na dicção &#039;&#039;[[Átrio]]&#039;&#039;, como verás (se és curioso deste género de Erudição). No Martirológio em Português, por Adro se entende cemitério, porque antigamente não se enterravam os cristãos nas Igrejas nem ao pé dos Altares, por respeito ao Corpo e Sangue de Jesus Cristo, que nos ditos lugares se consagra, mas nos Adros das Igrejas, a saber na entrada, e diante da porta principal delas se abriam as sepulturas, por isso entre outros significados &#039;&#039;Atrium&#039;&#039; veio também a significar cemitério, como consta destes versos de Eduardo, In &#039;&#039;Graecismo&#039;&#039;, cap.11. &lt;br /&gt;
(…)  &lt;br /&gt;
Hoje chamamos Adro o Tabuleiro, ou praça diante da porta principal de uma igreja e assim dizemos, o Adro de S. Roque&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo I: Letra A), 136.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo I: Letra A. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }} }}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Arquitectura]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Urbana]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Território e Paisagem]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Adro&amp;diff=14201</id>
		<title>Adro</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Adro&amp;diff=14201"/>
		<updated>2018-04-23T15:12:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Parece derivado do Latim &#039;&#039;Atrium&#039;&#039;, mas não tem no Português todos os significados de &#039;&#039;Atrium&#039;&#039; da maior parte deles faço menção na dicção &#039;&#039;[[Átrio]]&#039;&#039;, como verás (se és curioso deste género de Erudição). No Martirológio em Português, por Adro se entende cemitério, porque antigamente não se enterravam os cristãos nas Igrejas nem ao pé dos Altares, por respeito ao Corpo e Sangue de Jesus Cristo, que nos ditos lugares se consagra, mas nos Adros das Igrejas, a saber na entrada, e diante da porta principal delas se abriam as sepulturas, por isso entre outros significados &#039;&#039;Atrium&#039;&#039; veio também a significar cemitério, como consta destes versos de Eduardo, In &#039;&#039;Graecismo&#039;&#039;, cap.11. &lt;br /&gt;
(…)  &lt;br /&gt;
Hoje chamamos Adro o Tabuleiro, ou praça diante da porta principal de uma igreja e assim dizemos, o Adro de S. Roque&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo I: Letra A), 136.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo I: Letra A. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }} }}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Arquitectura]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Urbana]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Território e Paisagem]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=%C3%81baco&amp;diff=14200</id>
		<title>Ábaco</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=%C3%81baco&amp;diff=14200"/>
		<updated>2018-04-23T15:10:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: /* Bibliografia e Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;ABACO, termo da arquitectura: deriva-se do Grego, &#039;&#039;Abax&#039;&#039;, que quer dizer Aparador, copa ou mesa, em que se dispõem vasos de prata, para ornato. Na arquitectura, é a parte superior do capitel da coluna, principalmente na ordem Coríntia; serve como de tapador ao cesto de flores, que nela se representa. Tem o Ábaco o seu bocel e a sua faixa. &#039;&#039;Abacus, i.&#039;&#039; Masc. Vitruv.&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Volume 01: Letra A), 6.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo I: Letra A. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: Abaco}}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Arquitectura]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Palhet%C3%A3o&amp;diff=14199</id>
		<title>Palhetão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Palhet%C3%A3o&amp;diff=14199"/>
		<updated>2018-04-23T14:56:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: /* Bibliografia e Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É a parte da chave, pegada no fim do cano dela, sem dentes e às vezes restelho entra nas guardas da fechadura&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo VI: P), 201.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo VI: Letra O-P. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: Palhetao}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Quart%C3%A3o&amp;diff=14198</id>
		<title>Quartão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Quart%C3%A3o&amp;diff=14198"/>
		<updated>2018-04-23T14:56:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: /* Bibliografia e Fontes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Medida de vinho. É um vaso de barro, que leva três canadas, que é a quarta parta de um almude. Serve para medir vinho, e azeite&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo VII: Q), 21.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo VII: Letra Q-S. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716-1728. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: Quartao}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Medidas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pluvial&amp;diff=14190</id>
		<title>Pluvial</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pluvial&amp;diff=14190"/>
		<updated>2018-04-23T11:44:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Deriva-se do latim &#039;&#039;pluvia&#039;&#039; que quer dizer chuva e é a vestidura sacerdotal que vulgarmente chamamos capa de asperges. Foi chamada pluvial porque se leva nos procissões fora da Igreja e é defesivo da chuva&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo VI: P), 554.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Exemplos==&lt;br /&gt;
*[[Pluvial de D. Catarina d&#039;Eça]]&lt;br /&gt;
*[[Pluvial dos Jerónimos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo VI: Letra O-P. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }}}} &lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Têxteis]]&lt;br /&gt;
 &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pluvial_dos_Jer%C3%B3nimos&amp;diff=14189</id>
		<title>Pluvial dos Jerónimos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pluvial_dos_Jer%C3%B3nimos&amp;diff=14189"/>
		<updated>2018-04-23T11:41:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: /* Historial */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info/Obra de arte&lt;br /&gt;
| imagem             =  &lt;br /&gt;
| tamanho            = &lt;br /&gt;
| título             = Pluvial&lt;br /&gt;
| título_original    = &lt;br /&gt;
| autor            = &lt;br /&gt;
| data              = século XVI&lt;br /&gt;
| género             = &lt;br /&gt;
| técnica            = Veludo bordado a seda&lt;br /&gt;
| altura             = 145 cm&lt;br /&gt;
| largura            = 321 cm (diâmetro)&lt;br /&gt;
| profundidade       = &lt;br /&gt;
| encomendador       = D. Manuel I (?)&lt;br /&gt;
| cidade             = Lisboa &lt;br /&gt;
| museu              = Museu Nacional de Arte Antiga &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
== Historial ==&lt;br /&gt;
[[Pluvial]] identificado como fazendo parte de um conjunto de paramentos doados pelo rei D. Manuel I ao Mosteiro de Santa Maria de Belém aquando da sua fundação, embora não haja provas documentais para esta identificação, juntamente com uma [[Casula de veludo vermelho (Jerónimos)|casula]], uma [[Estola|estola]] e uma [[Dalmática|dalmática]] também no Museu Nacional de Arte Antiga&amp;lt;ref&amp;gt;http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosConsultar.aspx?IdReg=246095 consultado a 8 de setembro de 2017&amp;lt;/ref&amp;gt;. É conhecido como pluvial dos Jerónimos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É provavelmente o pluvial que figurou na Exposição Retrospectiva de Arte Ornamental Portuguesa e Espanhola de 1882, Sala A, número 75, com a seguinte descrição: &amp;quot;Capa de asperges de veludo carmezim lavrado com ramos tecidos a fio de oiro. Tem sebastos bordados a matiz e oiro, representando em quadros diversos santos. O dorsal, de maiores dimensões, representa a Virgem da Cadeira. Seculo XVI. &amp;lt;i&amp;gt;Santa Maria de Belem, Lisboa&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Catalogo illustrado da exposição retrospectiva de arte ornamental portugueza e hespanhola&amp;lt;/i&amp;gt;. (Lisboa: Imprensa Nacional, 1882). 82.&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viterbo supõe que podia ser a este pluvial que Francisco de Holanda se referia numa passagem da sua obra &amp;lt;i&amp;gt;De quanto serva a sciencia do desenhos&amp;lt;/i&amp;gt;, obra para a qual ele fizera o desenho dos sebastos, e que devia ter sido bordada pela rainha D. Catarina&amp;lt;ref&amp;gt;Francisco de Sousa Viterbo, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. (Lisboa: Imprensa Nacional, 1883), 20.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Descrição==&lt;br /&gt;
==Referências Bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*&amp;lt;i&amp;gt;Catalogo illustrado da exposição retrospectiva de arte ornamental portugueza e hespanhola&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1882.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Viterbo, Francisco de Sousa, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1883.&lt;br /&gt;
==Ligações Externas==&lt;br /&gt;
*Pluvial dos Jerónimos In [http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosConsultar.aspx?IdReg=246095 MatrizNet] &lt;br /&gt;
==Autor(es) do artigo==&lt;br /&gt;
==DOI==&lt;br /&gt;
==Citar este artigo==&lt;br /&gt;
* {{FULLPAGENAME}} (última modificação: {{REVISIONDAY2}}/{{REVISIONMONTH}}/{{REVISIONYEAR}}). &#039;&#039;{{SITENAME}}&#039;&#039;. Visitado em {{CURRENTDAY2}} de {{CURRENTMONTHNAME}} de {{CURRENTYEAR}}, em {{fullurl:{{FULLPAGENAME}}}}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Obras]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pluvial_de_D._Catarina_d%27E%C3%A7a&amp;diff=14188</id>
		<title>Pluvial de D. Catarina d&#039;Eça</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Pluvial_de_D._Catarina_d%27E%C3%A7a&amp;diff=14188"/>
		<updated>2018-04-23T11:38:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: /* Historial */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info/Obra de arte &lt;br /&gt;
| imagem             =   &lt;br /&gt;
| tamanho            =  &lt;br /&gt;
| título             = Pluvial  &lt;br /&gt;
| título_original    =  &lt;br /&gt;
| autor            =  &lt;br /&gt;
| data              = séc. XVI, 1ª metade (bordado), (tecido da capa substituído no século XVIII)&lt;br /&gt;
| género             = Têxtil &lt;br /&gt;
| técnica            =  &lt;br /&gt;
| altura             = 150 cm  &lt;br /&gt;
| largura            = 298 cm &lt;br /&gt;
| profundidade       =  &lt;br /&gt;
| encomendador       = [https://pt.wikipedia.org/wiki/Catarina_de_E%C3%A7a D. Catarina d&#039;Eça] &lt;br /&gt;
| cidade             = Coimbra   &lt;br /&gt;
| museu              = Museu Nacional de Machado de Castro  &lt;br /&gt;
}} &lt;br /&gt;
== Historial ==&lt;br /&gt;
[[Pluvial]] que pertenceu à abadessa do Mosteiro de Lorvão, D. Catarina d&#039;Eça (1472-1519).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1882 figurou na Exposição Retrospectiva de Arte Ornamental Portuguesa e Espanhola,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Descrição==&lt;br /&gt;
&amp;quot;Sob edículas arquitetónicas, marcadas com o brasão da proprietária, são representadas seis figuras de santas com a palma do martírio, segurando duas delas um livro aberto, e, outras duas, uma flecha invertida&amp;lt;ref&amp;gt;http://www.museumachadocastro.gov.pt/pt-PT/coleccoes/Texteis/ContentDetail.aspx?id=209 consultado a 11 de setembro de 2017.&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;quot;. &lt;br /&gt;
==Referências Bibliográficas == &lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt; &lt;br /&gt;
== Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*&amp;lt;i&amp;gt;Catalogo illustrado da exposição retrospectiva de arte ornamental portugueza e hespanhola&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1882. &lt;br /&gt;
*Viterbo, Francisco de Sousa, &amp;lt;i&amp;gt;Exposição d’Arte Ornamental. Notas ao Catalogo&amp;lt;/i&amp;gt;. Lisboa: Imprensa Nacional, 1883. &lt;br /&gt;
==Ligações Externas==&lt;br /&gt;
*Pluvial In [http://www.museumachadocastro.gov.pt/pt-PT/coleccoes/Texteis/ContentDetail.aspx?id=209 Museu Nacional de Machado de Castro].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Pluvial In [http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosConsultar.aspx?IdReg=161187 MatrizNet].  &lt;br /&gt;
==Autor(es) do artigo== &lt;br /&gt;
==DOI== &lt;br /&gt;
==Citar este artigo== &lt;br /&gt;
* {{FULLPAGENAME}} (última modificação: {{REVISIONDAY2}}/{{REVISIONMONTH}}/{{REVISIONYEAR}}). &#039;&#039;{{SITENAME}}&#039;&#039;. Visitado em {{CURRENTDAY2}} de {{CURRENTMONTHNAME}} de {{CURRENTYEAR}}, em {{fullurl:{{FULLPAGENAME}}}} &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Categoria: Obras]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Naguexa_Pissurlencar&amp;diff=14178</id>
		<title>Naguexa Pissurlencar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Naguexa_Pissurlencar&amp;diff=14178"/>
		<updated>2018-04-22T11:10:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info/Biografia extensa&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- dados da imagem --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|largura              = &amp;lt;!-- largura da caixa ex.: 25em --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|bgcolour             = &amp;lt;!-- cor de funda da caixa ex.: silver --&amp;gt; #A4C4D0&lt;br /&gt;
|nome                 = &amp;lt;big&amp;gt;{{PAGENAME }}&amp;lt;/big&amp;gt;&lt;br /&gt;
|nome_nativo          = &amp;lt;!-- nome escrito na lingua original ex.: (em [[Língua Árabe|árabe]] &#039;&#039;&#039;الله&#039;&#039;&#039; {{pronúncia|Ar-allah.ogg}}, &#039;&#039;allāh&#039;&#039;, &amp;quot;O Deus&amp;quot;, &amp;quot;A Divindade&amp;quot;) --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|título_comum         = &amp;lt;!-- título mais conhecido ex.: [[Lista de reis de França|Imperador de França]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|imagem               = &amp;lt;!-- arquivo de imagem ex.: LuisaTodi.png --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|imagem_tamanho       = &amp;lt;!-- tamanho fixo da imagem ex.: 200px --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|fundo                = &amp;lt;!-- fundo para imagem ex.: cantor_solo --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|imagem_legenda       = &amp;lt;!-- legenda abaixo da imagem ex.: Sigmund Freud, por Max Halberstadt, em 1922.&amp;lt;ref&amp;gt;{{citar web|url=http://www.nytstore.com/ProdDetail.aspx?prodId=2694|titulo=Sigmund Freud - 1922|publicado=[[The New York Times|The New York Times Store]]|lingua=inglês|acessodata=02-04-2010}}&amp;lt;/ref&amp;gt; --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|legenda              = &amp;lt;!-- legenda abaixo da imagem para complementar ex.: pintura feita por [[Élisabeth-Louise Vigée-Le Brun|Vigée Le Brun]] em 1785 --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- dados naturais --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|nome_completo        = &amp;lt;!-- nome completo ex.: Luísa Rosa de Aguiar --&amp;gt; Naguexa Shambá Sinai Pissurlencar &lt;br /&gt;
|apelido              = &amp;lt;!-- Alcunha ou apelido do artista ex.: &#039;&#039;&#039;Zé Curió&#039;&#039;&#039; como cantor, e &#039;&#039;&#039;Zé Fodêncio&#039;&#039;&#039; como político --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|pai                  = Xamba Senay Pissurlencar&lt;br /&gt;
|mãe                  = Anapurna Bai&lt;br /&gt;
|irmãos               = &amp;lt;!-- nome dos irmãos ex.: [[Ricardo Não Sabia]] e [[Coitadinha da Silva]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|irmãos_posição       = &amp;lt;!-- ordem de nascimento ex.: terceiro filho materno e primeiro filho paterno --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|filhos               = &amp;lt;!-- nome e data de nascimento dos filhos ex.: [[Eduardo Caido]] em {{nascimento|19|11|1733}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|consorte             = &amp;lt;!-- nomes e períodos dos consortes ou conjuges ex.: [[Cicare de Padua]] de {{nascimento|9|1|1732}} até {{morte e idade|1|10|1836|9|1|1732}}&amp;lt;br/&amp;gt;[[Lirica de Chifrim]] de {{nascimento|9|1|1737}} até {{morte e idade|6|5|1840|9|1|1737}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data_nascimento      = &amp;lt;!-- data do nascimento ex.: {{nascimento|24|4|1916}} ou {{dni|dia|número do mês|ano}}  --&amp;gt; {{dni|24|4|1916|sem idade}} &lt;br /&gt;
|local_nascimento     = &amp;lt;!-- cidade e provínci do nascimento ex.: [[Sanquelim]] --&amp;gt; [[Sanquelim]] [[Goa]]&lt;br /&gt;
|país_nascimento      = &amp;lt;!-- país de nascimento e bandeira ex.: {{BRA}} ou [[Portugal]] [[Ficheiro:Flag of Portugal.svg|20px]]--&amp;gt;[[Goa]]&lt;br /&gt;
|nascimento_info      = &amp;lt;!-- outras informações sobre o nascimento ex.: nasceu aos 7 meses de gravidez, durante o bombardeio dos nazistas --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data_morte           = {{dni|8|1|1966}} &lt;br /&gt;
|nacionalidade        = &amp;lt;!-- nacionalidades ex: ao nascer, recebeu a nacionalidade {{AUTb}} [[Austríaca]], em 1948 recebeu a nacionalidade de [[israel|israelense]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|residência           = &amp;lt;!-- residência oficial ex.: [[Casa Blanca]], [[Marrocos]] --&amp;gt; Pangim, Goa&lt;br /&gt;
|etnia                = &amp;lt;!-- etnia ou grupo de identidade cultural ex: [[corintiano]] e [[Judeu]] [[asquenazes|asquenaze]]&lt;br /&gt;
|dinastia             = &amp;lt;!-- dinastia ou grupo familiar ex.: Bonaparte --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|religião             = &amp;lt;!-- fé ex.: [[Doutrina Espírita|Espírita]] até 1755&amp;lt;/br&amp;gt;[[ateu]] de 1755 até 1833 --&amp;gt; Hindu&lt;br /&gt;
|sexo                 = &amp;lt;!-- sexo ex.: [[masculino]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|orientação_sexual    = &amp;lt;!-- orientação sexual ex.: [[bisexual]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|local_morte  =   Pangim&lt;br /&gt;
|país_morte           = Goa&lt;br /&gt;
|local_descanso= &lt;br /&gt;
|morte_info           = &amp;lt;!-- outras informações sobre a morte ex.: morreu engasgado com uma azeitona --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultamento_data    = &amp;lt;!-- data do enterro ex.: {{enterro|10|1|1753}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultamento_inicial = &amp;lt;!-- cidade da primeira sepultura ex.: [[Lisboa]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultamento_país    = &amp;lt;!-- país da primeira sepulturadata ex.: {{bra}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultura_info       = &amp;lt;!-- outras informações do enterro ex.: Houve 5 mil visitas durante o velório, em {{sepulturafinal|10|1|1780}} sua sepultura foi transferida para o templo de [[cambonblé]] [[Mãe Menininha]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|altura               = &amp;lt;!-- altura da pessoa ex.: nasceu com 53 cm e na vida adulta tinha 1,50 m --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|peso                 = &amp;lt;!-- peso da pessoa ex.: nasceu com 3,400 kg e na vida adulta tinha em média 90 kg --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- dados formais --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|leg_brasão           = &amp;lt;!-- brasão da família ou do grupo ex.: [[Brasão de armas do Brasil|Brasão de armas]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|lema                 = &amp;lt;!-- lema do brasão ex.: [[Ordem e Progresso]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|título_formal        = &amp;lt;!-- título ou condecoração recebida ex.: &#039;&#039;&#039;dona&#039;&#039;&#039; (líder da comunidade [[aiquita]]&amp;lt;br /&amp;gt;sexto &#039;&#039;&#039;imortal&#039;&#039;&#039; a ocupar a cadeira 37 da [[academia de letras]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|suplente_título      = &amp;lt;!-- suplente do título ex.: para &#039;&#039;&#039;seu&#039;&#039;&#039; (masculino de dona) [[José Bonfácio]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|período_título_formal = &amp;lt;!-- perído di título ex.: dona de {{título|10|1|1753}} até {{morte e idade|1|10|1833|9|1|1753}}&lt;br /&gt;
|antecessor_formal    = &amp;lt;!-- antecessor dos títulos ex.: 1- [[Luís XVII de França|Luís XVII]] &amp;lt;small&amp;gt;(como Rei de França)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;2- [[Luís XVIII de França|Luís XVIII]] &amp;lt;small&amp;gt;(como Rei de França)&amp;lt;/small&amp;gt; --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sucessor_formal      = &amp;lt;!-- sucessor dos títulos ex.: 1- [[Luís XVIII de França|Luís XVIII]] &amp;lt;small&amp;gt;(como Rei de França)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;2- [[Napoleão II de França|Napoleão II]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|herdeiro_teórico     = &amp;lt;!-- herdeiro teórico que devia assumir o título ex.: [[Napoleão II de França|Napoleão II]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|primeira-dama        = &amp;lt;!-- conjuge durante o título ex.: [[Beatriz Velasco]] de {{título|10|1|1753}} até {{morte e idade|1|10|1854|9|1|1753}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|cargos               = &amp;lt;!-- cargos e promoções ex.: Cirurgião-tenente de 1856-1861 no [[Exército do Brasil|Exército]]&amp;lt;/br&amp;gt;[[vereador]] em [[Florianópolis]] de 2005-2008 --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|cargo_suplente       = &amp;lt;!-- suplente do cargo ex.: para vereador, [[José Bonfácio]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|cargo_antecessor     = &amp;lt;!-- antecessor do cargo ex.: não havia antecessores --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|cargo_sucessor       = &amp;lt;!-- sucessor do cargo ex.: seu [[João Antônio]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|cargo_primeira-dama  = &amp;lt;!-- conjuge durante o cargo ex.: [[Beatriz Velasco]] de {{título|1|1|2005}} até {{morte e idade|31|12|2008|1|1|2005}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|professor            = &amp;lt;!-- atuação como professora ex.: [[culinária]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|ocupação             = &amp;lt;!-- ocupações principais ex.: [[sapateiro]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|conhecido por        = &amp;lt;!-- ficou famosa por ex.: [[cantora lírica]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|outras ocupações     = &amp;lt;!-- Outras ocupações ex.: [[pedinte|mendiga]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|escolariedade_formal = &amp;lt;!-- formação escolar ex.: pré-escola de 1973 até 1974 [[Escola Municipal Infantil Maria das Dores]]&amp;lt;/br&amp;gt;de 1975 até 1982 [[Escola Munipal Carolina Dantas]]&amp;lt;/br&amp;gt;de 1983 até 1986 [[técnico em eletrônica]] no [[ETE Aristóteles Ferreira]]&amp;lt;/br&amp;gt;em 1987 [[técnico em eletrotécnica]] incompleto&amp;lt;/br&amp;gt;em 1988 [[CUSP]], em 1989 [[Engenharia Química]] na [[USP]]--&amp;gt; &lt;br /&gt;
|alma_mater           = &amp;lt;!-- curso superior e pós ex.: [[Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- dados diversos --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|instrumentos         = &amp;lt;!-- utiliza instrumentos musicais ex.: [[violão]] acústico, violão elétrico, [[voz]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|volista              = &amp;lt;!-- tipo de voz ex.: [[soprano]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|dança                = &amp;lt;!-- tipo de dança ex.: [[balé clássico]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|artes plásticas      = &amp;lt;!-- tipo de arte ex.: [[cubismo]] em [[aquarela]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|projetos_significantes  = &amp;lt;!-- projetos famosos que participou ex.: projetou a [[torre eifeu]]&amp;lt;/br&amp;gt;presidente da comissão de Direitos Humanos no senado --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|design_significante     = &amp;lt;!-- desenhos de destaque ex.: desenhou a cadeira moller  --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|grupo_nome           = &amp;lt;!-- nome da banda ex.: [[Mamonas Assassinas]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|integrantes           = &amp;lt;!-- Integrantes do grupo/da banda --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|exintegrantes         = &amp;lt;!-- Ex-integrantes do grupo/da banda --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|gênero               = &amp;lt;!-- gênero musical ou artístico ex.: [[MPB]], [[Indie Rock]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|gravadora            = &amp;lt;!-- Gravadoras que lançaram material do artista ex.: [[RCA]], [[Universal Music]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|afiliações           = &amp;lt;!-- Bandas e parcerias com outros músicos ex.: foi vocalista do [[Chiclete com Banana]] em 1999 --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|magnum_opus          = &amp;lt;!-- obras mais famosas ex.: livro &#039;&#039;[[Assim falou Zaratustra]]&#039;&#039; --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|editora              = &amp;lt;!-- nome das editoras ou galerias ex: em exposíção no [[metrô Ana Rosa]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|principal_templo     = &amp;lt;!-- local religioso de atuação ex.: pregação na praia da [[Biquinha]] em São Vicente (São Paulo) --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|partido              = &amp;lt;!-- filições políticas ex.: &#039;&#039;[[Partido Revolucionario Institucional]]&#039;&#039; - PRI --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|luta por             = &amp;lt;!-- principais lutas sociais ex.: pela proibição do casamento der [[padeiros]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|polêmicas            = &amp;lt;!-- Apesar de o [[Santo Irmão Jaime Hilário|Irmão Jaime Hilário]] não ter sido martirizado em Turón, foi canonizado juntamente com os outros nove irmãos por ser lasallista e ter morrido fuzilado e por motivo de perseguição política --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|interesses           = &amp;lt;!-- interesse em quais áreas ex.: [[Neurologia]]&amp;lt;br /&amp;gt;[[Filosofia]]&amp;lt;br /&amp;gt;[[Psiquiatria]]&amp;lt;br /&amp;gt;[[Psicologia]]&amp;lt;br /&amp;gt;[[Psicoterapia]]&amp;lt;br /&amp;gt;[[Psicanálise]]&amp;lt;br /&amp;gt;[[Literatura]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|prêmios              = &amp;lt;!-- prêmios recebidos e a data ex.: em 1954 [[Prêmio Goethe]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|idéias_notáveis      = &amp;lt;!-- idéias de maior repercussão ex.: [[Deus está morto|Morte de Deus]], [[Vontade de poder|Vontade de Poder]], [[Eterno retorno]], [[Super-Homem (filosofia)|Super-Homem]], [[Perspectivismo]], [[O Nascimento da Tragédia no Espírito da Música#Figuras do Nascimento da Tragédia|Apolíneo e Dionisíaco]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|influências          = &amp;lt;!-- Influências que sofreu ex.: [[Carl Jung|Jung]], [[Ernst Brücke|Brücke]], [[Charles Darwin|Darwin]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|influenciados        = &amp;lt;!-- pessoas influênciadas pelas suas idéias ex.: [[Francesco Saverio Todi]]&amp;lt;br /&amp;gt;[[David Perez]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|time                 = &amp;lt;!-- torcedor de time esportivo ou de esporte ex.: [[Palmeiras]]&amp;lt;/br&amp;gt;[[natação]]--&amp;gt;&lt;br /&gt;
|posição              = &amp;lt;!-- colocação em algum ranking ex.: artilheiro do campeonato paukists de 2005 --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|Outras informações   = &amp;lt;!-- outras informções ex.: tinha [[aracnofobia]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|assinatura           = &amp;lt;!-- arquivo da assinatura ex.: BM-assinatura.png --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|Endereço de [[correio electrónico]] = &amp;lt;!-- email oficial ex.: {{{url_email}}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Biografia==&lt;br /&gt;
=== Dados biográficos === &amp;lt;!--Nome pelo qual é conhecido. Local de nascimento. Data. Filiação (pai/mãe). Casamento(s). Filhos(s). Formação escolar e académica. Sítios onde estudou. Outros dados biográficos que sejam interessantes/relevantes--&amp;gt; &lt;br /&gt;
Naguexa Pissurlencar nasceu em Sanquelim a 24 de Março de 1916 e faleceu em Margão a 8 de Janeiro de 1966.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Era filho de Xamba Senay Pissurlencar, nascido em Pissurlem, Satari, agrimensor e funcionário da Repartição de Agrimensura do Estado da Índia. A sua mãe, Anapurna Bai, era mais conhecida por Sita Bai Pissurlencar, nasceu em Velinga, Pondá.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Naguexa Pissurlencar cresceu em Mala, Pangim, onde a sua familia vivia e estudou no Liceu Nacional de Goa. Formou-se em Setembro de 1940 em Arquitectura na J.J. School of Architecture. No ultimo ano de curso ganhou o George Wintet Memorial Scholarship. Foi aluno de [https://en.wikipedia.org/wiki/Claude_Batley Claude Batley]&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Letter of recomendation by Claude Batley, Bombay 20 September 1940. Arquivo da Familia Pissurlencar&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Carreira===&amp;lt;!-- Fazer copy/paste do que escreveram em Excel (caixas de notas). Incluí prémios e condecorações/homenagens/ títulos honoríficos. Este é o local para colocar toda a informação que não cabe nas info-box, como por exemplo, as justificações das informações que estão na info-box. subdividida em períodos se necessário--&amp;gt;&lt;br /&gt;
Depois de terminados os seus estudos em Bombaim, regressou a Goa, onde iniciou a sua carreira como profissional liberal &amp;lt;ref&amp;gt; &amp;lt;i&amp;gt; Entrevista a seu filho, Sacaram N. Pissurlencar, Margão, 1 de Fevereiro 2016&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Em Março de 1950 passou a fazer parte dos quadros do Departamento de Obras Públicas do Estado da Índia, onde exerceu o cargo de chefe da Secção de Edifícios. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Outras informações=== &amp;lt;!--é o local onde cabe tudo o que não se relaciona especificamente com os dois parâmetros anteriores--&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Obras== &amp;lt;!-- Incluí projectos não realizados mas sobre os quais tenhamos informação. Pode incluir informação que não sendo segura, pode ser atribuída; por exemplo: uma determinada obra sobre a qual haja informação de que deve ser atribuída a x pessoa, não deve ser acrescentada na info-box, mas deve constar aqui--&amp;gt; &lt;br /&gt;
*[http://www.hpip.org/Default/pt/Homepage/Obra?a=1537 Instituto Pio X ]&lt;br /&gt;
*Ninho Drº António Oliveira Salazar (1956)  &lt;br /&gt;
*Escola Comercial e Industrial (1955/1958)&lt;br /&gt;
*Escola Comercial e Industrial (1955/1958)&lt;br /&gt;
*Escola Normal de Luís de Camões (Não construido - 1954)&lt;br /&gt;
*Estádio Municipal de Nova Goa (1ª versão, não construida - 1950/52)&lt;br /&gt;
*Extensão do Liceu Afonso de Albuquerque (Não construido - 1955/60) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&amp;lt;!--Ou seja, a bibliografia que foi, de facto, usada para construir a informação--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes== &amp;lt;!-- Ou seja, a bibliografia e as fontes, com links quando possível, que conhecem sobre o autor. Atenção: primeiro descarrega-se a bibliografia e, no fim, as fontes. Em ambos os casos, bibliografia e fontes, deve seguir a norma do CHAM --&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Entrevista a seu filho, Sacaram N. Pissurlencar, Margão, 1 de Fevereiro 2016&lt;br /&gt;
*Letter of recomendation by Claude Batley, Bombay 20 September 1940. Arquivo da Familia Pissurlencar&lt;br /&gt;
*Faria, Alice Santiago. “A Paisagem Urbana de Nova Goa, Entre a ‘Velha Cidade’ E Os Tempos Modernos.” In &amp;lt;i&amp;gt;Actas Do XII Seminário Internacional de História Indo-Portuguesa&amp;lt;/i&amp;gt;, 551-566. Lisboa: CHAM, 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações Externas== &amp;lt;!--Ligações que não foram utilizadas concretamente na construção da biografia --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- Comentários vossos e bibliografia citada pela Viterbo --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Autor(es) do artigo==&lt;br /&gt;
Alice Santiago Faria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizado ao abrigo dos projectos:&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
“Pensando Goa – uma peculiar biblioteca de língua portuguesa”, Universidade de São Paulo, Brasil.&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
Financiamento: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
Referência: 2014/15657-8&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;quot;Construindo o Império Português no século XIX. Obras Públicas através do Oceano Indico e do mar da China (1869-1926)&amp;quot;, CHAM, FCSH/NOVA.&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Financiamento: FCT - Fundação para a Ciência e Tecnologia, Fundos Nacionais do Ministério da Educação e Ciência &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Referência: SFRH/BPD/76090/2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==DOI==&lt;br /&gt;
==Citar este artigo==&lt;br /&gt;
* {{FULLPAGENAME}} (última modificação: {{REVISIONDAY2}}/{{REVISIONMONTH}}/{{REVISIONYEAR}}). &#039;&#039;{{SITENAME}}&#039;&#039;. Visitado em {{CURRENTDAY2}} de {{CURRENTMONTHNAME}} de {{CURRENTYEAR}}, em {{fullurl:{{FULLPAGENAME}}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT:Naguexa Pissurlencar}}&lt;br /&gt;
[[Categoria:Pessoas]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Activos Século XX]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Goa]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Arquitectos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Departamento de Obras Públicas do Estado da Índia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Divisa&amp;diff=14177</id>
		<title>Divisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Divisa&amp;diff=14177"/>
		<updated>2018-04-04T17:34:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O sinal que o homem nobre, o soldado, o amante ou qualquer outra pessoa trazem no escudo ou no vestido para se fazer conhecer e para se diferenciar dos outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As primeiras divisas foram as cotas de armas e estas cotas foram chamadas divisas porque eram compostas de umas tiras ou bandas de várias cores, divididas e cosidas umas com as outras e sobre elas se aplicavam as armas do cavaleiro, bordadas de ouro e prata com chapas de estanho batido e esmaltado; e daqui nasceu que que segundo as regras da armaria, ou brasão, não pode assentar-se metal sobre metal nem cor sobre cor; de maneira que se o escudo for de metal, a divisa há-de ser de cor, como nas armas do Reino de Leão, escudo de prata, leão vermelho; e Aragão, em escudo de ouro, quatro barras vermelhas. Pelo contrário, escudo de cor há-de ter divisa de metal como no Reino de Castelo, em escudo vermelho, castelos de ouro. Só não se observa esta regra nas armas dos reinos e cidade de Jerusalém, que são uma cruz de ouro em campo de prata, das quais hoje usa o reino de Nápoles e deviam compô-las assim aqueles príncipes que se acharam na conquista da Terra Santa, por reverência da Cruz Sagrada. Também as insígnias militares se chamaram divisas porque com elas se dividiam, separavam, distinguiam os cavaleiros do comum da gente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Querem os franceses que divisa se derive do verbo francês &#039;&#039;Deviser&#039;&#039;, que vale o mesmo que falar familiarmente e conversar sobre alguma matéria, porque as divisas davam motivo para as práticas em que se falava na qualidade e nobreza das pessoas e nas diferentes facções dos cavaleiros. As primeiras divisas foram cifras ou caracteres e letras semeadas nas orlas ou bordas das cotas de armas ou nas bandeiras. E assim dos Reis de França, chamados Carlos, desde Carlos V até Carlos IX, a divisa era a letra K, e segundo escreve D. Rodrigo da Cunha &#039;&#039;Catálogo dos Bispos do Porto&#039;&#039;, I, parte. cap. 13. a divisa dos Reis Godos em Espanha eram as duas letras do alfabeto grego alfa e omega, com uma cruz vermelha no meio. E muito antes das ditas divisas, a divisa dos romanos eram quatro letras S. P. Q. R. que valem o mesmo que &#039;&#039;Senatus, Populus que Romanus&#039;&#039;. Não só caracteres mas também corpos foram divisas. A águia foi a divisa do Império Romano e hoje a trazem com duas cabeças os imperadores cristãos, aludindo à divisão do império oriental e ocidental, também a esfera que el-rei D. João II deu a el-rei D. Manuel aludia ao domínio do mundo. Houve outra casta de divisas que sem corpos constavam só de palavras como a de César Borja, que dizia &#039;&#039;Aut Caeser, aut nihil&#039;&#039; e algumas destas foram equívocas como a da casa de &#039;&#039;Senecay&#039;&#039; ou &#039;&#039;Senece&#039;&#039; que dizia &#039;&#039;In virtute et honore Senece&#039;&#039;. Finalmente chegaram as divisas e tanto que foram compostas de corpos juntamente e letras que eram sentenças inteiras com lacónica agudeza. O Cardeal henrique entrando a ser rei de Portugal na falta del-rei D. Sebastião tomou por divisa uma nau á vela que dizia &#039;&#039;Tuber et uber&#039;&#039;. Segundo refere Tipocio no seu livro dos símbolos heróicos. É celebre em Portugal a divisa del-rei D. João II do pelicano com a letra &#039;&#039;Pola-ley e pola-grey&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No seu princípio, as divisas não eram armas e brasões  das famílias, como hoje se usam, nem das pessoas particulares passaram todas aos descendentes da mesma casa, mas das bandeiras e estandartes que serviam nas batalhas e actos públicos da guerra e da justiça se foram introduzindo nos escudos militares, tanto assim que para um soldado era ignomínia trazer o escudo branco e finalmente dos escudos dos soldados passaram para os escudos das armas da nobreza, com a galantaria, ordem e perfeição que hoje tem e as principais regras delas são que hão-de ser ou de corpo vivo e sensível como em Portugal, a águia dos Azevedos e o leão dos Silvas, ou de corpo vivo, ou vegetativo e não sensível como o pinheiro dos matos e as folhas de figueira dos Figueiroas, ou de corpo estante nem vivo nem sensível como a cruz dos Pereiras e o castelo dos Farias, ou se não de corpos inteiros, de alguma parte deles como cabeças de leões de serpentes ou pedaços de torres, etc. Só corpos humanos inteiros, pelas regras do brasão são excluídos do escudo das armas e por isso os Farias tiraram a divisa do corpo morto de Nuno Gonçalves de Faria, seu progenitor, que traziam ao pé do castelo de suas armas. Hoje nos termos do brasão divisa se diz da divisão de algumas peças honoríficas do escudo, quando uma faixa V. G. tem só a terça parte da sua largura ordinária chama-se faixa em divisa ou divisa tem mais nada, e num escudo não há-de haver mais que uma só divisa. Imediatamente mais abaixo acharás o que é divisa quando se toma por [[Empresa]] ou [[Emblema]]. Divisa na sua geral e amplíssima significação e nos sentidos acima declarados se pode chamar &#039;&#039;Symbolum, i. Neut.&#039;&#039; ou &#039;&#039;Insigne, is. neut.&#039;&#039; ou &#039;&#039;signum, i.&#039;&#039; (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das divisas em que antigamente sem regra certa jogava a imaginação e o capricho dos que as inventavam, se fez com o tempo para os homens eruditos é uma espécie de arte e ciência em que se exercita o engenho com muito trabalho e pouco acerto porque dificilmente se observam bem todas as regras desta arte. Divisa a que outros chamam &#039;&#039;Empresa&#039;&#039; e que alguns confundem com &#039;&#039;Emblema&#039;&#039;, é uma pintura metafórica ou numa pintada e visível metáfora que tem corpo e alma. O corpo da divisa é a figura representada, e a alma é a palavra ou sentença que ao discreto dá a entender alguma coisa que a figura não declara. Na famosa divisa do imperador Carlos V, as duas colunas de Hércules são o corpo, e as palavras &#039;&#039;Plus ultra&#039;&#039; são a alma, e o que davam a entender é que depois de passar além dos montes Calpe e Ábila (que foram os limites da navegação de Hércules), havia de dilatar o império de Cristo até as mais remotas regiões do mundo. Manuel Tesauro que no seu livro intitulado &#039;&#039;Canocchi Aristotelico&#039;&#039; tratou amplamente esta matéria, distingue as divisas em perfeitas e perfeitíssimas, para as perfeitíssimas (...) se acham só na ideia, assim só poderá a imaginação conformar a ideia de uma perfeitíssima divisa; e esta (segundo o autor alegado), há-de ter mais de 30 circunstâncias, essenciais para a sua cabal perfeição das quais as principais são as que se encerram na definição que se segue. A divida perfeitíssima é uma agudeza ou argúcia fundada em metáfora de proporção, em forma de argumento poético de semelhança, significativa de um conceito particular e heróico por meio de uma figura real, nobre, única, bizarra, natural, mas que cause admiração nova, mas inteligível, fácil de representar e proporcionada ao escudo, que tenha propriedade aparente, activa e singular, apontada com letra aguda, breve, contraposta, equívoca e tomada de poeta clássico latino. Tão dificilmente se acham em uma divisa todas estas circunstâncias que segundo a crítica de Manuel Tesauro, nenhuma divisa (de tantas que se fizeram) merece o título de perfeitíssima, tanto assim que nas divisas que até agora foram mais celebradas no mundo, acha o dito autor alguma circunstância que as faz defeituosas. Para a composição da divisa perfeita, as leis que comummente se dão são estas: 1. que a pintura seja (quanto mais poder ser) simples e não composta, porque muitas figuras são boas para emblemas ou enigmas; 2. que não seja figura tão despida de erudição que qualquer a possa facilmente inventar, nem tão escura que necessite de interpretação; 3. que nunca se represente o corpo humano inteiro, porque só alguma parte dele, como a mão, o coração, os olhos, etc. se podem tolerar na divisa; 4. que a letra não seja verso inteiro, mas hemistício, tomado de algum poeta, ou novamente composto; 5. que o corpo e a alma &#039;&#039;id est&#039;&#039; a figura e a letra, sejam tão misteriosamente alegóricos que um não seja declaração de outro e que não nomeiem o que indicam, etc. Para evitar a equivocação de &#039;&#039;symbolum&#039;&#039; com outra espécie de divisas, esta se poderá chamar em latim &#039;&#039;Pictura, cuius sensus&#039;&#039; ou &#039;&#039;significatio indicatur&#039;&#039; ou &#039;&#039;innuitur verbo, aut brevi sententia&#039;&#039;- Bem podem tomar por divisa de seu amor a fineza natural do Heliotrópio. Vieira, Tom. I. pag. 577&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &#039;&#039;Vocabulario Portuguez e latino&#039;&#039; (Tomo III: Letra D-EYC), 264-266.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &#039;&#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&#039;&#039; Tomo III: Letra D-EYC. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1713. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME}} }}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Armaria]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Naguexa_Pissurlencar&amp;diff=14099</id>
		<title>Naguexa Pissurlencar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Naguexa_Pissurlencar&amp;diff=14099"/>
		<updated>2018-03-03T17:16:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Morujao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info/Biografia extensa&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- dados da imagem --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|largura              = &amp;lt;!-- largura da caixa ex.: 25em --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|bgcolour             = &amp;lt;!-- cor de funda da caixa ex.: silver --&amp;gt; #A4C4D0&lt;br /&gt;
|nome                 = &amp;lt;big&amp;gt;{{PAGENAME }}&amp;lt;/big&amp;gt;&lt;br /&gt;
|nome_nativo          = &amp;lt;!-- nome escrito na lingua original ex.: (em [[Língua Árabe|árabe]] &#039;&#039;&#039;الله&#039;&#039;&#039; {{pronúncia|Ar-allah.ogg}}, &#039;&#039;allāh&#039;&#039;, &amp;quot;O Deus&amp;quot;, &amp;quot;A Divindade&amp;quot;) --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|título_comum         = &amp;lt;!-- título mais conhecido ex.: [[Lista de reis de França|Imperador de França]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|imagem               = &amp;lt;!-- arquivo de imagem ex.: LuisaTodi.png --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|imagem_tamanho       = &amp;lt;!-- tamanho fixo da imagem ex.: 200px --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|fundo                = &amp;lt;!-- fundo para imagem ex.: cantor_solo --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|imagem_legenda       = &amp;lt;!-- legenda abaixo da imagem ex.: Sigmund Freud, por Max Halberstadt, em 1922.&amp;lt;ref&amp;gt;{{citar web|url=http://www.nytstore.com/ProdDetail.aspx?prodId=2694|titulo=Sigmund Freud - 1922|publicado=[[The New York Times|The New York Times Store]]|lingua=inglês|acessodata=02-04-2010}}&amp;lt;/ref&amp;gt; --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|legenda              = &amp;lt;!-- legenda abaixo da imagem para complementar ex.: pintura feita por [[Élisabeth-Louise Vigée-Le Brun|Vigée Le Brun]] em 1785 --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- dados naturais --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|nome_completo        = &amp;lt;!-- nome completo ex.: Luísa Rosa de Aguiar --&amp;gt; Naguexa Shambá Sinai Pissurlencar &lt;br /&gt;
|apelido              = &amp;lt;!-- Alcunha ou apelido do artista ex.: &#039;&#039;&#039;Zé Curió&#039;&#039;&#039; como cantor, e &#039;&#039;&#039;Zé Fodêncio&#039;&#039;&#039; como político --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|pai                  = Xamba Senay Pissurlencar&lt;br /&gt;
|mãe                  = Anapurna Bai&lt;br /&gt;
|irmãos               = &amp;lt;!-- nome dos irmãos ex.: [[Ricardo Não Sabia]] e [[Coitadinha da Silva]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|irmãos_posição       = &amp;lt;!-- ordem de nascimento ex.: terceiro filho materno e primeiro filho paterno --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|filhos               = &amp;lt;!-- nome e data de nascimento dos filhos ex.: [[Eduardo Caido]] em {{nascimento|19|11|1733}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|consorte             = &amp;lt;!-- nomes e períodos dos consortes ou conjuges ex.: [[Cicare de Padua]] de {{nascimento|9|1|1732}} até {{morte e idade|1|10|1836|9|1|1732}}&amp;lt;br/&amp;gt;[[Lirica de Chifrim]] de {{nascimento|9|1|1737}} até {{morte e idade|6|5|1840|9|1|1737}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data_nascimento      = &amp;lt;!-- data do nascimento ex.: {{nascimento|24|4|1916}} ou {{dni|dia|número do mês|ano}}  --&amp;gt; {{dni|24|4|1916|sem idade}} &lt;br /&gt;
|local_nascimento     = &amp;lt;!-- cidade e provínci do nascimento ex.: [[Sanquelim]] --&amp;gt; [[Sanquelim]] [[Goa]]&lt;br /&gt;
|país_nascimento      = &amp;lt;!-- país de nascimento e bandeira ex.: {{BRA}} ou [[Portugal]] [[Ficheiro:Flag of Portugal.svg|20px]]--&amp;gt;[[Goa]]&lt;br /&gt;
|nascimento_info      = &amp;lt;!-- outras informações sobre o nascimento ex.: nasceu aos 7 meses de gravidez, durante o bombardeio dos nazistas --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data_morte           = {{dni|8|1|1966}} &lt;br /&gt;
|nacionalidade        = &amp;lt;!-- nacionalidades ex: ao nascer, recebeu a nacionalidade {{AUTb}} [[Austríaca]], em 1948 recebeu a nacionalidade de [[israel|israelense]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|residência           = &amp;lt;!-- residência oficial ex.: [[Casa Blanca]], [[Marrocos]] --&amp;gt; Pangim, Goa&lt;br /&gt;
|etnia                = &amp;lt;!-- etnia ou grupo de identidade cultural ex: [[corintiano]] e [[Judeu]] [[asquenazes|asquenaze]]&lt;br /&gt;
|dinastia             = &amp;lt;!-- dinastia ou grupo familiar ex.: Bonaparte --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|religião             = &amp;lt;!-- fé ex.: [[Doutrina Espírita|Espírita]] até 1755&amp;lt;/br&amp;gt;[[ateu]] de 1755 até 1833 --&amp;gt; Hindu&lt;br /&gt;
|sexo                 = &amp;lt;!-- sexo ex.: [[masculino]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|orientação_sexual    = &amp;lt;!-- orientação sexual ex.: [[bisexual]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|local_morte  =   Pangim&lt;br /&gt;
|país_morte           = Goa&lt;br /&gt;
|local_descanso= &lt;br /&gt;
|morte_info           = &amp;lt;!-- outras informações sobre a morte ex.: morreu engasgado com uma azeitona --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultamento_data    = &amp;lt;!-- data do enterro ex.: {{enterro|10|1|1753}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultamento_inicial = &amp;lt;!-- cidade da primeira sepultura ex.: [[Lisboa]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultamento_país    = &amp;lt;!-- país da primeira sepulturadata ex.: {{bra}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sepultura_info       = &amp;lt;!-- outras informações do enterro ex.: Houve 5 mil visitas durante o velório, em {{sepulturafinal|10|1|1780}} sua sepultura foi transferida para o templo de [[cambonblé]] [[Mãe Menininha]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|altura               = &amp;lt;!-- altura da pessoa ex.: nasceu com 53 cm e na vida adulta tinha 1,50 m --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|peso                 = &amp;lt;!-- peso da pessoa ex.: nasceu com 3,400 kg e na vida adulta tinha em média 90 kg --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- dados formais --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|leg_brasão           = &amp;lt;!-- brasão da família ou do grupo ex.: [[Brasão de armas do Brasil|Brasão de armas]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|lema                 = &amp;lt;!-- lema do brasão ex.: [[Ordem e Progresso]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|título_formal        = &amp;lt;!-- título ou condecoração recebida ex.: &#039;&#039;&#039;dona&#039;&#039;&#039; (líder da comunidade [[aiquita]]&amp;lt;br /&amp;gt;sexto &#039;&#039;&#039;imortal&#039;&#039;&#039; a ocupar a cadeira 37 da [[academia de letras]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|suplente_título      = &amp;lt;!-- suplente do título ex.: para &#039;&#039;&#039;seu&#039;&#039;&#039; (masculino de dona) [[José Bonfácio]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|período_título_formal = &amp;lt;!-- perído di título ex.: dona de {{título|10|1|1753}} até {{morte e idade|1|10|1833|9|1|1753}}&lt;br /&gt;
|antecessor_formal    = &amp;lt;!-- antecessor dos títulos ex.: 1- [[Luís XVII de França|Luís XVII]] &amp;lt;small&amp;gt;(como Rei de França)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;2- [[Luís XVIII de França|Luís XVIII]] &amp;lt;small&amp;gt;(como Rei de França)&amp;lt;/small&amp;gt; --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|sucessor_formal      = &amp;lt;!-- sucessor dos títulos ex.: 1- [[Luís XVIII de França|Luís XVIII]] &amp;lt;small&amp;gt;(como Rei de França)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;2- [[Napoleão II de França|Napoleão II]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|herdeiro_teórico     = &amp;lt;!-- herdeiro teórico que devia assumir o título ex.: [[Napoleão II de França|Napoleão II]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|primeira-dama        = &amp;lt;!-- conjuge durante o título ex.: [[Beatriz Velasco]] de {{título|10|1|1753}} até {{morte e idade|1|10|1854|9|1|1753}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|cargos               = &amp;lt;!-- cargos e promoções ex.: Cirurgião-tenente de 1856-1861 no [[Exército do Brasil|Exército]]&amp;lt;/br&amp;gt;[[vereador]] em [[Florianópolis]] de 2005-2008 --&amp;gt; &lt;br /&gt;
|cargo_suplente       = &amp;lt;!-- suplente do cargo ex.: para vereador, [[José Bonfácio]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|cargo_antecessor     = &amp;lt;!-- antecessor do cargo ex.: não havia antecessores --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|cargo_sucessor       = &amp;lt;!-- sucessor do cargo ex.: seu [[João Antônio]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|cargo_primeira-dama  = &amp;lt;!-- conjuge durante o cargo ex.: [[Beatriz Velasco]] de {{título|1|1|2005}} até {{morte e idade|31|12|2008|1|1|2005}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|professor            = &amp;lt;!-- atuação como professora ex.: [[culinária]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|ocupação             = &amp;lt;!-- ocupações principais ex.: [[sapateiro]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|conhecido por        = &amp;lt;!-- ficou famosa por ex.: [[cantora lírica]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|outras ocupações     = &amp;lt;!-- Outras ocupações ex.: [[pedinte|mendiga]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|escolariedade_formal = &amp;lt;!-- formação escolar ex.: pré-escola de 1973 até 1974 [[Escola Municipal Infantil Maria das Dores]]&amp;lt;/br&amp;gt;de 1975 até 1982 [[Escola Munipal Carolina Dantas]]&amp;lt;/br&amp;gt;de 1983 até 1986 [[técnico em eletrônica]] no [[ETE Aristóteles Ferreira]]&amp;lt;/br&amp;gt;em 1987 [[técnico em eletrotécnica]] incompleto&amp;lt;/br&amp;gt;em 1988 [[CUSP]], em 1989 [[Engenharia Química]] na [[USP]]--&amp;gt; &lt;br /&gt;
|alma_mater           = &amp;lt;!-- curso superior e pós ex.: [[Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro|Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- dados diversos --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|instrumentos         = &amp;lt;!-- utiliza instrumentos musicais ex.: [[violão]] acústico, violão elétrico, [[voz]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|volista              = &amp;lt;!-- tipo de voz ex.: [[soprano]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|dança                = &amp;lt;!-- tipo de dança ex.: [[balé clássico]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|artes plásticas      = &amp;lt;!-- tipo de arte ex.: [[cubismo]] em [[aquarela]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|projetos_significantes  = &amp;lt;!-- projetos famosos que participou ex.: projetou a [[torre eifeu]]&amp;lt;/br&amp;gt;presidente da comissão de Direitos Humanos no senado --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|design_significante     = &amp;lt;!-- desenhos de destaque ex.: desenhou a cadeira moller  --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|grupo_nome           = &amp;lt;!-- nome da banda ex.: [[Mamonas Assassinas]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|integrantes           = &amp;lt;!-- Integrantes do grupo/da banda --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|exintegrantes         = &amp;lt;!-- Ex-integrantes do grupo/da banda --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|gênero               = &amp;lt;!-- gênero musical ou artístico ex.: [[MPB]], [[Indie Rock]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|gravadora            = &amp;lt;!-- Gravadoras que lançaram material do artista ex.: [[RCA]], [[Universal Music]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|afiliações           = &amp;lt;!-- Bandas e parcerias com outros músicos ex.: foi vocalista do [[Chiclete com Banana]] em 1999 --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|magnum_opus          = &amp;lt;!-- obras mais famosas ex.: livro &#039;&#039;[[Assim falou Zaratustra]]&#039;&#039; --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|editora              = &amp;lt;!-- nome das editoras ou galerias ex: em exposíção no [[metrô Ana Rosa]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|principal_templo     = &amp;lt;!-- local religioso de atuação ex.: pregação na praia da [[Biquinha]] em São Vicente (São Paulo) --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|partido              = &amp;lt;!-- filições políticas ex.: &#039;&#039;[[Partido Revolucionario Institucional]]&#039;&#039; - PRI --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|luta por             = &amp;lt;!-- principais lutas sociais ex.: pela proibição do casamento der [[padeiros]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|polêmicas            = &amp;lt;!-- Apesar de o [[Santo Irmão Jaime Hilário|Irmão Jaime Hilário]] não ter sido martirizado em Turón, foi canonizado juntamente com os outros nove irmãos por ser lasallista e ter morrido fuzilado e por motivo de perseguição política --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|interesses           = &amp;lt;!-- interesse em quais áreas ex.: [[Neurologia]]&amp;lt;br /&amp;gt;[[Filosofia]]&amp;lt;br /&amp;gt;[[Psiquiatria]]&amp;lt;br /&amp;gt;[[Psicologia]]&amp;lt;br /&amp;gt;[[Psicoterapia]]&amp;lt;br /&amp;gt;[[Psicanálise]]&amp;lt;br /&amp;gt;[[Literatura]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|prêmios              = &amp;lt;!-- prêmios recebidos e a data ex.: em 1954 [[Prêmio Goethe]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|idéias_notáveis      = &amp;lt;!-- idéias de maior repercussão ex.: [[Deus está morto|Morte de Deus]], [[Vontade de poder|Vontade de Poder]], [[Eterno retorno]], [[Super-Homem (filosofia)|Super-Homem]], [[Perspectivismo]], [[O Nascimento da Tragédia no Espírito da Música#Figuras do Nascimento da Tragédia|Apolíneo e Dionisíaco]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|influências          = &amp;lt;!-- Influências que sofreu ex.: [[Carl Jung|Jung]], [[Ernst Brücke|Brücke]], [[Charles Darwin|Darwin]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|influenciados        = &amp;lt;!-- pessoas influênciadas pelas suas idéias ex.: [[Francesco Saverio Todi]]&amp;lt;br /&amp;gt;[[David Perez]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|time                 = &amp;lt;!-- torcedor de time esportivo ou de esporte ex.: [[Palmeiras]]&amp;lt;/br&amp;gt;[[natação]]--&amp;gt;&lt;br /&gt;
|posição              = &amp;lt;!-- colocação em algum ranking ex.: artilheiro do campeonato paukists de 2005 --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|Outras informações   = &amp;lt;!-- outras informções ex.: tinha [[aracnofobia]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|assinatura           = &amp;lt;!-- arquivo da assinatura ex.: BM-assinatura.png --&amp;gt;&lt;br /&gt;
|Endereço de [[correio electrónico]] = &amp;lt;!-- email oficial ex.: {{{url_email}}} --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Biografia==&lt;br /&gt;
=== Dados biográficos === &amp;lt;!--Nome pelo qual é conhecido. Local de nascimento. Data. Filiação (pai/mãe). Casamento(s). Filhos(s). Formação escolar e académica. Sítios onde estudou. Outros dados biográficos que sejam interessantes/relevantes--&amp;gt; &lt;br /&gt;
Naguexa Pissurlencar nasceu em Sanquelim a 24 de Março de 1916 e faleceu em Margão a 8 de Janeiro de 1966.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Era filho de Xamba Senay Pissurlencar, nascido em Pissurlem, Satari, agrimensor e funcionário da Repartição de Agrimensura do Estado da Índia. A sua mãe, Anapurna Bai, era mais conhecida por Sita Bai Pissurlencar, nasceu em Velinga, Pondá.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Naguexa Pissurlencar cresceu em Mala, Pangim, onde a sua familia vivia e estudou no Liceu Nacional de Goa. Formou-se em Setembro de 1940 em Arquitectura na J.J. School of Architecture. No ultimo ano de curso ganhou o George Wintet Memorial Scholarship. Foi aluno de [https://en.wikipedia.org/wiki/Claude_Batley Claude Batley]  &amp;lt;ref&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Letter of recomendation by Claude Batley, Bombay 20 September 1940. Arquivo da Familia Pissurlencar.&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt; &amp;lt;br /&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Carreira===&amp;lt;!-- Fazer copy/paste do que escreveram em Excel (caixas de notas). Incluí prémios e condecorações/homenagens/ títulos honoríficos. Este é o local para colocar toda a informação que não cabe nas info-box, como por exemplo, as justificações das informações que estão na info-box. subdividida em períodos se necessário--&amp;gt;&lt;br /&gt;
Depois de terminados os seus estudos em Bombaim, regressou a Goa, onde iniciou a sua carreira como profissional liberal &amp;lt;ref&amp;gt; &amp;lt;i&amp;gt; Entrevista a seu filho, Sacaram N. Pissurlencar, Margão, 1 de Fevereiro 2016&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Em Março de 1950 passou a fazer parte dos quadros do Departamento de Obras Públicas do Estado da Índia, onde exerceu o cargo de chefe da Secção de Edifícios. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Outras informações=== &amp;lt;!--é o local onde cabe tudo o que não se relaciona especificamente com os dois parâmetros anteriores--&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Obras== &amp;lt;!-- Incluí projectos não realizados mas sobre os quais tenhamos informação. Pode incluir informação que não sendo segura, pode ser atribuída; por exemplo: uma determinada obra sobre a qual haja informação de que deve ser atribuída a x pessoa, não deve ser acrescentada na info-box, mas deve constar aqui--&amp;gt; &lt;br /&gt;
*[http://www.hpip.org/Default/pt/Homepage/Obra?a=1537 Instituto Pio X ]&lt;br /&gt;
*Ninho Drº António Oliveira Salazar (1956)  &lt;br /&gt;
*Escola Comercial e Industrial (1955/1958)&lt;br /&gt;
*Escola Comercial e Industrial (1955/1958)&lt;br /&gt;
*Escola Normal de Luís de Camões (Não construido - 1954)&lt;br /&gt;
*Estádio Municipal de Nova Goa (1ª versão, não construida - 1950/52)&lt;br /&gt;
*Extensão do Liceu Afonso de Albuquerque (Não construido - 1955/60) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&amp;lt;!--Ou seja, a bibliografia que foi, de facto, usada para construir a informação--&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes== &amp;lt;!-- Ou seja, a bibliografia e as fontes, com links quando possível, que conhecem sobre o autor. Atenção: primeiro descarrega-se a bibliografia e, no fim, as fontes. Em ambos os casos, bibliografia e fontes, deve seguir a norma do CHAM --&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Entrevista a seu filho, Sacaram N. Pissurlencar, Margão, 1 de Fevereiro 2016&lt;br /&gt;
*Letter of recomendation by Claude Batley, Bombay 20 September 1940. Arquivo da Familia Pissurlencar&lt;br /&gt;
*Faria, Alice Santiago. “A Paisagem Urbana de Nova Goa, Entre a ‘Velha Cidade’ E Os Tempos Modernos.” In &amp;lt;i&amp;gt;Actas Do XII Seminário Internacional de História Indo-Portuguesa&amp;lt;/i&amp;gt;, 551-566. Lisboa: CHAM, 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações Externas== &amp;lt;!--Ligações que não foram utilizadas concretamente na construção da biografia --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- Comentários vossos e bibliografia citada pela Viterbo --&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Autor(es) do artigo==&lt;br /&gt;
Alice Santiago Faria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizado ao abrigo dos projectos:&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
“Pensando Goa – uma peculiar biblioteca de língua portuguesa”, Universidade de São Paulo, Brasil.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Financiamento: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Referência: 2014/15657-8&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;quot;Construindo o Império Português no século XIX. Obras Públicas através do Oceano Indico e do mar da China (1869-1926)&amp;quot;, CHAM, FCSH/NOVA.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Financiamento: FCT - Fundação para a Ciência e Tecnologia, Fundos Nacionais do Ministério da Educação e Ciência &lt;br /&gt;
Referência: SFRH/BPD/76090/2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==DOI==&lt;br /&gt;
==Citar este artigo==&lt;br /&gt;
* {{FULLPAGENAME}} (última modificação: {{REVISIONDAY2}}/{{REVISIONMONTH}}/{{REVISIONYEAR}}). &#039;&#039;{{SITENAME}}&#039;&#039;. Visitado em {{CURRENTDAY2}} de {{CURRENTMONTHNAME}} de {{CURRENTYEAR}}, em {{fullurl:{{FULLPAGENAME}}}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT:Naguexa Pissurlencar}}&lt;br /&gt;
[[Categoria:Pessoas]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Activos Século XX]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Goa]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Arquitectos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Departamento de Obras Públicas do Estado da Índia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
</feed>