<?xml version="1.0"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt">
	<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Alcaide-mor</id>
	<title>Alcaide-mor - Histórico de revisões</title>
	<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Alcaide-mor"/>
	<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Alcaide-mor&amp;action=history"/>
	<updated>2026-08-14T05:50:38Z</updated>
	<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
	<generator>MediaWiki 1.39.3</generator>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Alcaide-mor&amp;diff=56977&amp;oldid=prev</id>
		<title>Alice: Substituição de texto - &quot;==Referências bibliográficas==&quot; por &quot;==Notas== 
&lt;!-- As notas e a bibliografia que foi, de facto, usada para construir a informação. Atenção: Chicago Manual Style 17th edition (note), notas&quot; ou seja ou sistema &quot;shortened notes--&gt;
&lt;references /&gt;&quot;</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Alcaide-mor&amp;diff=56977&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2022-08-14T14:09:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Substituição de texto - &amp;quot;==Referências bibliográficas==&amp;quot; por &amp;quot;==Notas==  &amp;lt;!-- As notas e a bibliografia que foi, de facto, usada para construir a informação. Atenção: Chicago Manual Style 17th edition (note), notas&amp;quot; ou seja ou sistema &amp;quot;shortened notes--&amp;gt; &amp;lt;references /&amp;gt;&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: #fff; color: #202122;&quot; data-mw=&quot;interface&quot;&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-marker&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-content&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-marker&quot; /&gt;
				&lt;col class=&quot;diff-content&quot; /&gt;
				&lt;tr class=&quot;diff-title&quot; lang=&quot;pt&quot;&gt;
				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;← Revisão anterior&lt;/td&gt;
				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Revisão das 14h09min de 14 de agosto de 2022&lt;/td&gt;
				&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot; id=&quot;mw-diff-left-l1&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;Alcaide-mor (Segundo Salazar de Mendonça em sus dignidades seglares, lib. 2, cap. 3). Alcaide é dição arábiga composta do artículo Al e de Caydum, derivado do verbo, Cade que é capitanear, significa o que tem a seu cargo a guarda do castelo ou rotaleza. É ofício antigo em este reino, introduzido nele desde o tempo que se foi libertando dos mouros, que como estes usavam do nome de alcaide nas terras fronteiras, aquela idade, pouco advertida, servia-se também nas suas do nome dos inimigos. Jurava o alcaide-mor fidelidade nas mãos dos reis, com tão austera e escrupulosa religião que a mais leve omissão na defensa de sua praça se castigava como crime de lesa-majestade. Por cuja atenção dispôs el-rei D. Afonso V que os alcaides fossem fidalgos de pai e mãe, e que vivessem sempre nos seus castelos, e falecendo algum, lhe sucedesse o parente mais chegado que estivesse no castelo, e quando este faltasse, então se faria eleição de alcaide, até el-rei prover. Persevera hoje em Portugal o nome alcaide, sem alguma diferença do cargo e nome, mais que a palavra mor, a qual se acrescentou para distinção do alcaide pequeno, que nos primeiros tempos era como substituto ou tenente, e capitão do castelo, por nomeação e provimento do alcaide-mor, para servir em sua ausência, e correndo o tempo, ficou em género de ofício na República, que usa de vara, e tem lugar em muitas cousas, como membro de justiça. O ofício de alcaide-mor era defender o castelo e tê-lo sempre provido de gente, armas e bastimentos e quando saísse do castelo o que nele ficava lhe havia de fazer homenagem dele. Os direitos dos alcaides-mores eram as carceragens, as penas das armas proibidas, e as dos que mal viviam, e dos excomungados, forças, tabulagens, casas de venda e nos lugares marítimos, os das barcas e dos navios, que se carregassem no porto, conforme e as toneladas, dois soldos por cada uma. Além destes direitos, em muitas partes tinham grossas rendas de herdades e de próprios aplicados às alcaidarias, para maior segurança dos lugares marítimos, mandava o Regimento que tanto que chegasse qualquer navio estrangeiro, o alcaide pequeno e seu escrivão fossem a ele e escrevessem as armas que trazia, e antes que se partissem tornassem a fazer a mesma visita, para ver se levavam algumas mais dos reino, que as que trouxeram, e os que eram compreendidos as perdiam para o alcaide-mor. De tudo o dito pouco está hoje em sua observância. Nas cortes têm lugar os alcaides-mores dos castelos del-rei&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &amp;#039;&amp;#039;Vocabulario Portuguez e latino&amp;#039;&amp;#039; (Tomo I: Letra A), 216-217.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;Alcaide-mor (Segundo Salazar de Mendonça em sus dignidades seglares, lib. 2, cap. 3). Alcaide é dição arábiga composta do artículo Al e de Caydum, derivado do verbo, Cade que é capitanear, significa o que tem a seu cargo a guarda do castelo ou rotaleza. É ofício antigo em este reino, introduzido nele desde o tempo que se foi libertando dos mouros, que como estes usavam do nome de alcaide nas terras fronteiras, aquela idade, pouco advertida, servia-se também nas suas do nome dos inimigos. Jurava o alcaide-mor fidelidade nas mãos dos reis, com tão austera e escrupulosa religião que a mais leve omissão na defensa de sua praça se castigava como crime de lesa-majestade. Por cuja atenção dispôs el-rei D. Afonso V que os alcaides fossem fidalgos de pai e mãe, e que vivessem sempre nos seus castelos, e falecendo algum, lhe sucedesse o parente mais chegado que estivesse no castelo, e quando este faltasse, então se faria eleição de alcaide, até el-rei prover. Persevera hoje em Portugal o nome alcaide, sem alguma diferença do cargo e nome, mais que a palavra mor, a qual se acrescentou para distinção do alcaide pequeno, que nos primeiros tempos era como substituto ou tenente, e capitão do castelo, por nomeação e provimento do alcaide-mor, para servir em sua ausência, e correndo o tempo, ficou em género de ofício na República, que usa de vara, e tem lugar em muitas cousas, como membro de justiça. O ofício de alcaide-mor era defender o castelo e tê-lo sempre provido de gente, armas e bastimentos e quando saísse do castelo o que nele ficava lhe havia de fazer homenagem dele. Os direitos dos alcaides-mores eram as carceragens, as penas das armas proibidas, e as dos que mal viviam, e dos excomungados, forças, tabulagens, casas de venda e nos lugares marítimos, os das barcas e dos navios, que se carregassem no porto, conforme e as toneladas, dois soldos por cada uma. Além destes direitos, em muitas partes tinham grossas rendas de herdades e de próprios aplicados às alcaidarias, para maior segurança dos lugares marítimos, mandava o Regimento que tanto que chegasse qualquer navio estrangeiro, o alcaide pequeno e seu escrivão fossem a ele e escrevessem as armas que trazia, e antes que se partissem tornassem a fazer a mesma visita, para ver se levavam algumas mais dos reino, que as que trouxeram, e os que eram compreendidos as perdiam para o alcaide-mor. De tudo o dito pouco está hoje em sua observância. Nas cortes têm lugar os alcaides-mores dos castelos del-rei&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &amp;#039;&amp;#039;Vocabulario Portuguez e latino&amp;#039;&amp;#039; (Tomo I: Letra A), 216-217.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;br/&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;br/&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;==&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Referências bibliográficas&lt;/del&gt;==&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;==&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Notas&lt;/ins&gt;==  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&amp;lt;!-- As notas e a bibliografia que foi, de facto, usada para construir a informação. Atenção: Chicago Manual Style 17th edition (note), notas&amp;quot; ou seja ou sistema &amp;quot;shortened notes--&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;==Bibliografia e Fontes==&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;==Bibliografia e Fontes==&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Alice</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Alcaide-mor&amp;diff=11796&amp;oldid=prev</id>
		<title>Morujao: Criou a página com &quot;Alcaide-mor (Segundo Salazar de Mendonça em sus dignidades seglares, lib. 2, cap. 3). Alcaide é dição arábiga composta do artículo Al e de Caydum, derivado do verbo, C...&quot;</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://eviterbo.fcsh.unl.pt/index.php?title=Alcaide-mor&amp;diff=11796&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2017-11-24T17:58:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou a página com &amp;quot;Alcaide-mor (Segundo Salazar de Mendonça em sus dignidades seglares, lib. 2, cap. 3). Alcaide é dição arábiga composta do artículo Al e de Caydum, derivado do verbo, C...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;Alcaide-mor (Segundo Salazar de Mendonça em sus dignidades seglares, lib. 2, cap. 3). Alcaide é dição arábiga composta do artículo Al e de Caydum, derivado do verbo, Cade que é capitanear, significa o que tem a seu cargo a guarda do castelo ou rotaleza. É ofício antigo em este reino, introduzido nele desde o tempo que se foi libertando dos mouros, que como estes usavam do nome de alcaide nas terras fronteiras, aquela idade, pouco advertida, servia-se também nas suas do nome dos inimigos. Jurava o alcaide-mor fidelidade nas mãos dos reis, com tão austera e escrupulosa religião que a mais leve omissão na defensa de sua praça se castigava como crime de lesa-majestade. Por cuja atenção dispôs el-rei D. Afonso V que os alcaides fossem fidalgos de pai e mãe, e que vivessem sempre nos seus castelos, e falecendo algum, lhe sucedesse o parente mais chegado que estivesse no castelo, e quando este faltasse, então se faria eleição de alcaide, até el-rei prover. Persevera hoje em Portugal o nome alcaide, sem alguma diferença do cargo e nome, mais que a palavra mor, a qual se acrescentou para distinção do alcaide pequeno, que nos primeiros tempos era como substituto ou tenente, e capitão do castelo, por nomeação e provimento do alcaide-mor, para servir em sua ausência, e correndo o tempo, ficou em género de ofício na República, que usa de vara, e tem lugar em muitas cousas, como membro de justiça. O ofício de alcaide-mor era defender o castelo e tê-lo sempre provido de gente, armas e bastimentos e quando saísse do castelo o que nele ficava lhe havia de fazer homenagem dele. Os direitos dos alcaides-mores eram as carceragens, as penas das armas proibidas, e as dos que mal viviam, e dos excomungados, forças, tabulagens, casas de venda e nos lugares marítimos, os das barcas e dos navios, que se carregassem no porto, conforme e as toneladas, dois soldos por cada uma. Além destes direitos, em muitas partes tinham grossas rendas de herdades e de próprios aplicados às alcaidarias, para maior segurança dos lugares marítimos, mandava o Regimento que tanto que chegasse qualquer navio estrangeiro, o alcaide pequeno e seu escrivão fossem a ele e escrevessem as armas que trazia, e antes que se partissem tornassem a fazer a mesma visita, para ver se levavam algumas mais dos reino, que as que trouxeram, e os que eram compreendidos as perdiam para o alcaide-mor. De tudo o dito pouco está hoje em sua observância. Nas cortes têm lugar os alcaides-mores dos castelos del-rei&amp;lt;ref&amp;gt;Bluteau, &amp;#039;&amp;#039;Vocabulario Portuguez e latino&amp;#039;&amp;#039; (Tomo I: Letra A), 216-217.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências bibliográficas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
==Bibliografia e Fontes==&lt;br /&gt;
*Bluteau, Rafael. &amp;#039;&amp;#039;Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...&amp;#039;&amp;#039; Tomo I: Letra A. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT: {{PAGENAME }} }}&lt;br /&gt;
[[Categoria: Glossário]]&lt;br /&gt;
[[Categoria: Urbana]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Morujao</name></author>
	</entry>
</feed>