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(Termo de armaria). Segundo a observação de António de Vilas Boas na Nobiliarchia Portugueza, pág. 223 o costume de folhagens com que se ornam os escudos, tomou-se dos de Cária, província da Ásia menor que usavam nos actos militares trazer plumagens e sob graves penas as não podia trazer na guerra, senão quem em acto de armas obra-se algum feito assinalado. Deles tomaram este uso outras nações e dele se derivou o costume que hoje há das folhagens que saem do elmo pelo escudo e de plumas várias que se põe sobre o elmo. Estas folhagens são as que chamamos paquife e advirta-se que há-de ser sempre das mesmas cores e metais de que está composto e ornado o escudo e não de outras<ref>Bluteau, ''Vocabulario Portuguez e latino'' (Tomo VI: P), 243.</ref>. | (Termo de armaria). Segundo a observação de António de Vilas Boas na Nobiliarchia Portugueza, pág. 223 o costume de folhagens com que se ornam os escudos, tomou-se dos de Cária, província da Ásia menor que usavam nos actos militares trazer plumagens e sob graves penas as não podia trazer na guerra, senão quem em acto de armas obra-se algum feito assinalado. Deles tomaram este uso outras nações e dele se derivou o costume que hoje há das folhagens que saem do elmo pelo escudo e de plumas várias que se põe sobre o elmo. Estas folhagens são as que chamamos paquife e advirta-se que há-de ser sempre das mesmas cores e metais de que está composto e ornado o escudo e não de outras<ref>Bluteau, ''Vocabulario Portuguez e latino'' (Tomo VI: P), 243.</ref>. | ||
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==Bibliografia e Fontes== | ==Bibliografia e Fontes== | ||
*Bluteau, Rafael. ''Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...'' Tomo VI: Letra O-P. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716. | *Bluteau, Rafael. ''Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos...'' Tomo VI: Letra O-P. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716. | ||
Edição atual desde as 08h44min de 18 de agosto de 2022
(Termo de armaria). Segundo a observação de António de Vilas Boas na Nobiliarchia Portugueza, pág. 223 o costume de folhagens com que se ornam os escudos, tomou-se dos de Cária, província da Ásia menor que usavam nos actos militares trazer plumagens e sob graves penas as não podia trazer na guerra, senão quem em acto de armas obra-se algum feito assinalado. Deles tomaram este uso outras nações e dele se derivou o costume que hoje há das folhagens que saem do elmo pelo escudo e de plumas várias que se põe sobre o elmo. Estas folhagens são as que chamamos paquife e advirta-se que há-de ser sempre das mesmas cores e metais de que está composto e ornado o escudo e não de outras[1].
Notas
- ↑ Bluteau, Vocabulario Portuguez e latino (Tomo VI: P), 243.
Bibliografia e Fontes
- Bluteau, Rafael. Vocabulario portuguez e latino, aulico, anatomico, architectonico, bellico, botanico, brasilico, comico, critico, chimico, dogmatico, dialectico, dendrologico, ecclesiastico, etymologico, economico, florifero, forense, fructifero... autorizado com exemplos dos melhores escritores portugueses, e latinos... Tomo VI: Letra O-P. Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1716.