Anastácio Sousa Miranda: diferenças entre revisões

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=== Dados biográficos ===
=== Dados biográficos ===
Anastácio António de Sousa Miranda nasceu em 1740 na cidade de Lisboa, tendo iniciado a sua formação na [[Academia Militar de Lisboa]] em 1762.
Anastácio António de Sousa Miranda nasceu em 1740 na cidade de Lisboa, tendo iniciado a sua formação na [[Academia Militar de Lisboa]] em 1762.
Tendo fixado a sua residência na praça de Almeida, em 1803 registou-se uma queixa dos moradores da vila pelo facto do engenheiro viver numa casa da Real Fazenda sem nada pagar.


===Carreira===   
===Carreira===   
Em 7 de Agosto de 1766 ''principiou a vencer soldo de Sua Magestade'' como ajudante engenheiro, tendo sido enviado para a praça de Almeida. Assistiu o sargento-mor [[Miguel Luís Jacob]], tendo participado nas obras de reconstrução da maior parte dos equipamentos militares da Praça, depois do cerco de 1762, sendo nessa qualidade que co-assinou os desenhos da campanha de obras.  
Em 7 de Agosto de 1766 ''principiou a vencer soldo de Sua Magestade'' como ajudante engenheiro, tendo sido enviado para a praça de Almeida. Assistiu o sargento-mor [[Miguel Luís Jacob]], tendo participado nas obras de reconstrução da maior parte dos equipamentos militares da Praça, depois do cerco de 1762, sendo nessa qualidade que co-assinou os desenhos da campanha de obras.  


Entre outras tarefas realizadas nessa época contam-se diversas vistorias às fortificações da província Beira.
Entre outras tarefas realizadas nessa época contam-se diversas vistorias às fortificações da província Beira<ref>Arquivo Histórico Militar, PT/AHM/DIV/4/1/04/02</ref>.


Assumiu a direcção das obras de fortificação de Almeida em 1771, depois da morte de [[Miguel Luís Jacob]]. No entanto, apenas obteve a patente de Capitão de infantaria com exercício de engenheiro em 4 Outubro de 1779 <ref>Viterbo, <i>Diccionario Histórico e Documental dos Architectos, Engenheiros e Construtores Portugueses ou a serviço de Portugal</i>, [https://archive.org/details/diccionariohisto03vite Vol III], 75-76</ref>.
Assumiu a direcção das obras de fortificação de Almeida em 1771, depois da morte de [[Miguel Luís Jacob]]. No entanto, apenas obteve a patente de Capitão de infantaria com exercício de engenheiro em 4 Outubro de 1779 <ref>ANTT, Conselho de Guerra, Decretos, maço 138, nº 142</ref> <ref>Viterbo, <i>Diccionario Histórico e Documental dos Architectos, Engenheiros e Construtores Portugueses ou a serviço de Portugal</i>, [https://archive.org/details/diccionariohisto03vite Vol III], 75-76</ref>.


A partir de 1790, e já com o posto de sargento-mor, foi encarregado de elaborar vários relatórios detalhados acerca do estado da praça.
A partir de 1790, e já com o posto de sargento-mor, foi encarregado de elaborar vários relatórios detalhados acerca do estado da praça<ref>Arquivo Histórico Militar, PT/AHM/DIV/4/1/04/08</ref> <ref>Arquivo Histórico Militar, 1ª divisão, AML, cx. 4, nº 24</ref>.


Em 1791 projectou um quartel para o regimento de infantaria na praça de Penamacor, que não foi construído. Conserva-se também o projecto para um quartel de infantaria em Viseu, datado de 1793.
Em 1791 projectou um quartel para o regimento de infantaria na praça de Penamacor, que não foi construído<ref>Direcção de Infraestruturas do Exército, DIE 3186/I a III-2A-26A-38</ref>. Conserva-se também o projecto para um quartel de infantaria em Viseu, datado de 1793<ref>Direcção de Infraestruturas do Exército, DIE 3010-2A-26A-38</ref>.


Em 1795 era assistido por [[Martinho de Albuquerque Altte]], que com ele assina um relatório sobre o estado das praças de Alfaiates e Sabugal. Em 1801, quando tinha já o posto de tenente-coronel, era assistido também por [[Maximiano José da Serra]].  
Em 1795 era assistido por [[Martinho de Albuquerque Altte]], que com ele assina um relatório sobre o estado das praças de Alfaiates e Sabugal<ref>Arquivo Histórico Militar, PT/AHM/DIV/4/1/04/02</ref>. Em 1801, quando tinha já o posto de tenente-coronel, era assistido também por [[Maximiano José da Serra]]<ref>Arquivo Histórico Militar, 3ª divisão, 47ª secção, AH 5/7, nº 186367/2</ref>.  


Em 1807 procedeu ao levantamento da praça e terrenos envolventes, tendo como ajudantes [[José Joaquim da Cunha]] e [[José Maria Ferreira]].
Em 1807 procedeu ao levantamento da praça e terrenos envolventes, tendo como ajudantes [[José Joaquim da Cunha]] e [[José Maria Ferreira]]<ref>Direcção de Infraestruturas do Exército, 15 e 16-1-2-2</ref>.


Até 1808 assegurou sempre a direcção das obras da fortificação da praça de Almeida e participou nas campanhas da Guerra Peninsular. Depois da explosão de 1810 permaneceu em Almeida, muito embora não fosse o único técnico a dirigir a campanha de reconstrução. Coronel reformado, e ao que tudo indica tendo trabalhado sempre em Almeida, morreu em 1825.
Até 1808 assegurou sempre a direcção das obras da fortificação da praça de Almeida e participou nas campanhas da Guerra Peninsular. Depois da explosão de 1810 permaneceu em Almeida, muito embora não fosse o único técnico a dirigir a campanha de reconstrução. Coronel reformado, e ao que tudo indica tendo trabalhado sempre em Almeida, morreu em 1825<ref>Arquivo Histórico Militar, 7ª secção, cx. 1749, s.n.</ref>.
 
===Outras informações===
Tendo fixado a sua residência na praça de Almeida, em 1803 registou-se uma queixa dos moradores da vila pelo facto do engenheiro viver numa casa da Real Fazenda sem nada pagar<ref>Arquivo Histórico Militar, 1ª divisão, 14ª secção, cx. 270, nº1</ref>.<ref>Conceição, Margarida Tavares. ''Da Vila Cercada à Praça de Guerra, Formação do Espaço Urbano em Almeida (séculos XVI - XVIII)''. Lisboa: Livros Horizonte [1997] 2002, 216-218</ref>


===Outras informações===
==Obras==
==Obras==
Almeida,  como ajudante de [[Miguel Luís Jacob]], 1766-1768: Casa dos Governadores, Hospital Militar, Quartel do Regimento de Penamacor, Quartel de Cavalaria de Santa Bárbara, Quartel de Artilharia do Baluarte de Santo António, Fábrica do Pão de Munição.
Como ajudante de [[Miguel Luís Jacob]] em Almeida, 1766-1768: Casa dos Governadores, Hospital Militar, Quartel do Regimento de Penamacor, Quartel de Cavalaria de Santa Bárbara, Quartel de Artilharia do Baluarte de Santo António, Fábrica do Pão de Munição.


Corpo da Guarda Principal, projectado em 1790, mas não se conservando o desenho; a construção foi iniciada em 1791, sendo actualmente o edifício da Câmara Municipal de Almeida.
Corpo da Guarda Principal em Almeida projectado em 1790, mas não se conservando o desenho; a construção foi iniciada em 1791<ref>ANTT, Desembargo do Paço, Beira, Guarda, maço 652, cx. 754, s.n.</ref>, sendo actualmente o edifício da Câmara Municipal de Almeida.


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==Referências bibliográficas==
==Referências bibliográficas==
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==Financiamento==
==Financiamento==
Fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito do projeto TechNetEMPIRE | Redes técnico-cientificas na formação do ambiente construído no Império português (1647-1871) PTDC/ART-DAQ/31959/2017.
Instituto de História da Arte, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade NOVA de Lisboa, através do projeto estratégico financiado pela FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., ref. UID/PAM/00417/2019.
==DOI==  
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==Citar este artigo==  
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Biografia

Dados biográficos

Anastácio António de Sousa Miranda nasceu em 1740 na cidade de Lisboa, tendo iniciado a sua formação na Academia Militar de Lisboa em 1762.

Carreira

Em 7 de Agosto de 1766 principiou a vencer soldo de Sua Magestade como ajudante engenheiro, tendo sido enviado para a praça de Almeida. Assistiu o sargento-mor Miguel Luís Jacob, tendo participado nas obras de reconstrução da maior parte dos equipamentos militares da Praça, depois do cerco de 1762, sendo nessa qualidade que co-assinou os desenhos da campanha de obras.

Entre outras tarefas realizadas nessa época contam-se diversas vistorias às fortificações da província Beira[1].

Assumiu a direcção das obras de fortificação de Almeida em 1771, depois da morte de Miguel Luís Jacob. No entanto, apenas obteve a patente de Capitão de infantaria com exercício de engenheiro em 4 Outubro de 1779 [2] [3].

A partir de 1790, e já com o posto de sargento-mor, foi encarregado de elaborar vários relatórios detalhados acerca do estado da praça[4] [5].

Em 1791 projectou um quartel para o regimento de infantaria na praça de Penamacor, que não foi construído[6]. Conserva-se também o projecto para um quartel de infantaria em Viseu, datado de 1793[7].

Em 1795 era assistido por Martinho de Albuquerque Altte, que com ele assina um relatório sobre o estado das praças de Alfaiates e Sabugal[8]. Em 1801, quando tinha já o posto de tenente-coronel, era assistido também por Maximiano José da Serra[9].

Em 1807 procedeu ao levantamento da praça e terrenos envolventes, tendo como ajudantes José Joaquim da Cunha e José Maria Ferreira[10].

Até 1808 assegurou sempre a direcção das obras da fortificação da praça de Almeida e participou nas campanhas da Guerra Peninsular. Depois da explosão de 1810 permaneceu em Almeida, muito embora não fosse o único técnico a dirigir a campanha de reconstrução. Coronel reformado, e ao que tudo indica tendo trabalhado sempre em Almeida, morreu em 1825[11].

Outras informações

Tendo fixado a sua residência na praça de Almeida, em 1803 registou-se uma queixa dos moradores da vila pelo facto do engenheiro viver numa casa da Real Fazenda sem nada pagar[12].[13]

Obras

Como ajudante de Miguel Luís Jacob em Almeida, 1766-1768: Casa dos Governadores, Hospital Militar, Quartel do Regimento de Penamacor, Quartel de Cavalaria de Santa Bárbara, Quartel de Artilharia do Baluarte de Santo António, Fábrica do Pão de Munição.

Corpo da Guarda Principal em Almeida projectado em 1790, mas não se conservando o desenho; a construção foi iniciada em 1791[14], sendo actualmente o edifício da Câmara Municipal de Almeida.

Plano de um quartel para um Regimento de Infantaria no sitio do Pilão, na vila de Penamacor, 1791[15], não construído; é-lhe atribuída[16] a obra de adaptação do hospital militar em quartel, na mesma praça.

Plano de um quartel para um Regimento de Infantaria projectado para se fazer em a cidade de Viseu, 1793[17].

Planta do terreno adjacente a Praça de Almeida, com o segundo tenente José Joaquim da Cunha e o Capitão José Maria Ferreira, oficiais do Real Corpo de Engenheiros, 1807[18].

Referências bibliográficas

  1. Arquivo Histórico Militar, PT/AHM/DIV/4/1/04/02
  2. ANTT, Conselho de Guerra, Decretos, maço 138, nº 142
  3. Viterbo, Diccionario Histórico e Documental dos Architectos, Engenheiros e Construtores Portugueses ou a serviço de Portugal, Vol III, 75-76
  4. Arquivo Histórico Militar, PT/AHM/DIV/4/1/04/08
  5. Arquivo Histórico Militar, 1ª divisão, AML, cx. 4, nº 24
  6. Direcção de Infraestruturas do Exército, DIE 3186/I a III-2A-26A-38
  7. Direcção de Infraestruturas do Exército, DIE 3010-2A-26A-38
  8. Arquivo Histórico Militar, PT/AHM/DIV/4/1/04/02
  9. Arquivo Histórico Militar, 3ª divisão, 47ª secção, AH 5/7, nº 186367/2
  10. Direcção de Infraestruturas do Exército, 15 e 16-1-2-2
  11. Arquivo Histórico Militar, 7ª secção, cx. 1749, s.n.
  12. Arquivo Histórico Militar, 1ª divisão, 14ª secção, cx. 270, nº1
  13. Conceição, Margarida Tavares. Da Vila Cercada à Praça de Guerra, Formação do Espaço Urbano em Almeida (séculos XVI - XVIII). Lisboa: Livros Horizonte [1997] 2002, 216-218
  14. ANTT, Desembargo do Paço, Beira, Guarda, maço 652, cx. 754, s.n.
  15. Direcção de Infraestruturas do Exército, DIE 3186/I a III-2A-26A-38
  16. Borges, Augusto José Moutinho. Penamacor Militar da Restauração à República, 1640-1910.Penamacor: Câmara Municipal de Penamacor, 2015, 121
  17. Direcção de Infraestruturas do Exército, DIE 3010-2A-26A-38
  18. Direcção de Infraestruturas do Exército, 15 e 16-1-2-2

Bibliografia e Fontes

  • Borges, Augusto José Moutinho. Penamacor Militar da Restauração à República, 1640-1910.Penamacor: Câmara Municipal de Penamacor, 2015.
  • Conceição, Margarida Tavares. Da Vila Cercada à Praça de Guerra, Formação do Espaço Urbano em Almeida (séculos XVI - XVIII). Lisboa: Livros Horizonte [1997] 2002.
  • Viterbo, Francisco de Sousa. Diccionario Histórico e Documental dos Architectos, Engenheiros e Construtores Portugueses ou a serviço de Portugal. Vol III. Lisboa: Tipografia da Academia Real das Ciências, 1922.
  • Arquivo Histórico Militar, 1ª divisão, 14ª secção, cx. 270, nº1
  • Arquivo Histórico Militar, PT/AHM/DIV/4/1/04/02
  • Arquivo Histórico Militar, PT/AHM/DIV/4/1/04/08
  • Arquivo Histórico Militar, 1ª divisão, AML, cx. 4, nº 24
  • Arquivo Histórico Militar, PT/AHM/DIV/4/1/02/02
  • Arquivo Histórico Militar, 3ª divisão, 47ª secção, AH 5/7, nº 186367/2
  • Arquivo Histórico Militar, 7ª secção, cx. 1749, s.n.
  • ANTT, Conselho de Guerra, Decretos, maço 138, nº 142
  • ANTT, Desembargo do Paço, Beira, Guarda, maço 652, cx. 754, s.n.
  • Direcção de Infraestruturas do Exército, 15 e 16-1-2-2
  • Direcção de Infraestruturas do Exército, DIE 3010-2A-26A-38
  • Direcção de Infraestruturas do Exército, DIE 3186/I a III-2A-26A-38
  • Direcção de Infraestruturas do Exército, DIE 3010-2A-26A-38

Ligações Externas

Autor(es) do artigo

Margarida Tavares da Conceição

Financiamento

Fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito do projeto TechNetEMPIRE | Redes técnico-cientificas na formação do ambiente construído no Império português (1647-1871) PTDC/ART-DAQ/31959/2017.

Instituto de História da Arte, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade NOVA de Lisboa, através do projeto estratégico financiado pela FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., ref. UID/PAM/00417/2019.

DOI

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