Carlos António Napion

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Carlos António Napion
Nome completo Carlos António Napion
Outras Grafias valor desconhecido
Pai valor desconhecido
Mãe valor desconhecido
Cônjuge valor desconhecido
Filho(s) valor desconhecido
Irmão(s) valor desconhecido
Nascimento valor desconhecido
Morte 27 julho 1814
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Sexo Masculino
Religião Cristã
Residência
Residência Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Data Início: 1807
Fim: 1814
Postos
Posto Brigadeiro
Data Início: 1807
Fim: 1808
Arma Artilharia

Posto Mestre de campo
Data Início: 1808
Arma Artilharia

Posto Tenente-General
Data Fim: 1811
Arma Artilharia
Cargos
Cargo Director
Data Fim: 1807

Cargo Director
Data Início: 1808

Cargo Professor
Data Início: 1810
Fim: 1811
Actividade
Actividade Inspecção
Data Início: 1808
Fim: 1811
Local de Actividade Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

Actividade Projeto de Infraestrutura
Data Início: 1808
Fim: 1811
Local de Actividade Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil


Biografia

Dados biográficos

Carlos António Napion era de origem mediterrânea. Faleceu no Rio de Janeiro, em 27 de Julho de 1814, sendo sepultado no Convento de Santo António[1].

Carreira

Era militar. Veio para o Brasil com a comitiva do Principe Regente D. João, em fins de 1807.

Era, em Portugal, Inspetor do Arsenal Real do Exército e das Oficinas e Laboratórios dos Instrumentos Bélicos.

Foi nomeado, no Brasil, Inspetor-Geral de Artilharia, por Ato de 13 de Maio de 1808, e incumbido da criação e inspeção da Fábrica Real de Pólvora, a ser instalada no Rio de Janeiro, na Fazenda da Lagoa de Rodrigo de Freitas.

Ampliou a Fábrica de Armas do Morro da Conceição e melhorou as fortificações ali existentes.

Em 23 de Abril de 1811, quando foram iniciadas as Aulas da Academia Real Militar do Rio de Janeiro, criada pela Carta de Lei de 4 de Dezembro de 1810, era Napion o Presidente da Junta que dirigia essa organização, funcionando, então, na Casa do Trem de Artilharia (atual Museu Histórico Nacional).

Foi promovido a Brigadeiro em 1807. Em 13 de Maio de 1808 ascendeu ao posto de Marechal de Campo Graduado, tendo atingido, mais tarde, o de Tenente-General[1].

Outras informações

Obras

Criação e inspeção da Fábrica Real de Pólvora, instalada no Rio de Janeiro, na Fazenda da Lagoa de Rodrigo de Freitas.

Ampliação da Fábrica de Armas do Morro da Conceição e melhoramento das fortificações ali existentes[1].

Notas

  1. 1,0 1,1 1,2 Tavares, A Engenharia Militar Portuguesa na Construção do Brasil, 116

Fontes

Bibliografia

Tavares, Gen. Aurelio de Lyra. A Engenharia Militar Portuguesa na Construção do Brasil. Rio de Janeiro: Estado-Maior do Exército, 1965.

Ligações Externas

Autor(es) do artigo

Beatriz Bueno

Financiamento

Fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito do projeto TechNetEMPIRE | Redes técnico-científicas na formação do ambiente construído no Império português (1647-1871) PTDC/ART-DAQ/31959/2017

DOI

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