Carlos Figueiredo de Miranda

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Carlos Figueiredo de Miranda
Nome completo Carlos Figueiredo de Miranda
Outras Grafias valor desconhecido
Pai António José de Miranda
Mãe Maria do Carmo
Cônjuge Felicidade Palmira Pereira
Filho(s) Aurora, Maria
Irmão(s) valor desconhecido
Nascimento 10 janeiro 1866
Lisboa, Lisboa, Portugal
Morte 3 janeiro 1937
Lisboa, Portugal
Sexo Masculino
Religião Cristã
Residência
Residência Lisboa, Lisboa, Portugal
Data Início: 10 de janeiro de 1866
Fim: 03 de janeiro de 1937

Residência Angola
Data Início: 1882
Formação
Formação Engenharia Militar
Local de Formação Lisboa, Lisboa, Portugal
Postos
Posto Soldado
Data Início: 1882
Arma Marinha

Posto Tenente
Data Início: 06 de dezembro de 1892
Fim: 09 de setembro de 1916
Arma Marinha

Posto Capitão
Data Início: 09 de setembro de 1916
Fim: 24 de agosto de 1917
Arma Marinha
Cargos
Cargo valor desconhecido
Data Início: 04 de dezembro de 1888
Fim: 03 de agosto de 1930

Cargo Director
Data Início: 1894
Fim: 1895

Cargo Director
Data Início: 22 de novembro de 1910
Fim: 02 de janeiro de 1912

Cargo Director
Data Início: 13 de maio de 1912
Fim: 04 de março de 1913

Cargo Director
Data Início: 05 de maio de 1925

Cargo Presidente
Data Início: março de 1929
Fim: 20 de agosto de 1929
Actividade
Actividade Reparação
Data Início: 1888

Actividade Fiscalização
Data Início: janeiro de 1917

Biografia

Dados biográficos

Carlos Figueiredo de Miranda nasceu a 10 de Janeiro de 1866 na freguesia da Pena, concelho de Lisboa, onde foi baptizado em Setembro do mesmo ano. Era filho de legítimo de António José de Miranda, baptizado nas Mercês, e de Maria do Carmo de Miranda, baptizada em São Pedro de Alcântara, ambos no concelho de Lisboa. Casaram em Santa Isabel e foram moradores na Travessa do Meio ao Curral. Era neto paterno de Gualdino Joaquim de Miranda e de Ana Perpétua dos Anjos, e materno de Luís José e de Carlota Joaquina[1], os últimos de Lisboa[2]. O seu avô materno era, pelo menos em 1828, soldado da Brigada Real da Marinha[3]. Foi seu padrinho de baptismo Pedro Figueiredo, de quem, muito provavelmente, adquiriu o apelido[1].

Casou em Lisboa, na freguesia dos Anjos, a 14 de Janeiro de 1892 com Felicidade Palmira Pereira de 27 anos, solteira, baptizada na freguesia de São João Baptista de Abrantes, Castelo Branco, moradora em Santa Engrácia no Campo de Santa Clara, nº 56, 1º andar. Era filha legítima de Guilherme Pereira da Rosa, natural da mesma freguesia, e de Margarida de Jesus, natural da freguesia de São Vicente de Abrantes. Carlos era, então, solteiro, de 26 anos, "engenheiro maquinista manual", residente na Rua da Bombarda[4]. Deste matrimónio nasceram Aurora e Maria.

Em 1908, tinha residência no número 4 da Rua Quatro de Infan­taria, freguesia de Santa Isabel, Lisboa[5].

Em 1927, residiu em Venda Seca, Belas[6], sendo que, entre os meses de Julho e Setembro de 1927 e de 1928, residiu provisoriamente em Paço de Arcos[7], Lisboa.

Faleceu a 3 de Janeiro de 1937[8], de broncopneumonia, em Benfica, Lisboa - na sua residência na Rua Emília das Neves nº 11 - e foi sepultado no Cemitério dos Prazeres, em Jazigo de Família[9].

Carreira

No período de de Dezembro de 1881 a Dezembro de 1882, Carlos Figueiredo de Miranda frequentou a Escola Naval tendo procedido ao pagamento de emolumentos no valor de 2$798[10]. Completou o curso de Engenharia Maquinista da Escola Naval, tendo sido classificado para prémio no 2º ano[11]. Tinha conhecimentos de língua francesa[11].

Alistou-se a 6 de Novembro de 1882[12]. Nesse ano começou a sua carreira na Direcção das Obras Públicas de Angola, na província do Congo, onde desempenhou o cargo de praça-ajudante de maquinista naval. Em 22 de Junho de 1884, foi promovido a aspirante de 2ª classe - ajudante de maquinista de 2ª classe - e, em 19 de Julho de 1886, a aspirante de 1ª classe[12]. Foi promovido a maquinista naval de 3ª classe (guarda marinha) a 6 de Dezembro de 1888[13][14][12], a 2º tenente em 6 de Dezembro de 1892[12] e a maquinista de 2ª classe em 1893[15]. No ano seguinte, foi exonerado dos serviços que desempenhava na Direcção dos Serviços Fabris e nomeado para dirigir os estabelecimentos fabris e de construção do Congo. A 27 de Setembro de 1894, foi promovido a maquinista naval de 1ª classe - supranumerário - sem prejuízo de antiguidade[16][17]. As suas capacidades profissionais foram enaltecidas pelo governador do Congo e, naquele ano, foi louvado por consertar a lancha canhoneira Zagaia, na Guiné[11][18].

Alcançou o cargo de director das Construções do Congo em 1895[19], ano em que foi transferido para Cabinda, Angola. Em 1897, encontrava-se colocado como engenheiro maquinista da Armada de Cabinda[11]. Foi promovido à 2ª classe a 20 de Julho desse ano e à 1ª classe a 3 de Maio de 1900[17]. Recebeu promoção ao posto de 1º tenente a 4 do mesmo mês[12]. Em Dezembro de 1910, mantinha-se maquinista naval de 1ª classe[20].

Em 9 de Setembro de 1916, foi promovido a capitão tenente e, a 24 de Agosto do ano seguinte, a capitão de fragata[21]. A 8 de Fevereiro de 1925, foi promovido a capitão de mar e guerra, tendo assumindo a chefia da classe até 4 de Agosto de 1930[6], e, a partir de 30 de Outubro, o comando geral[7]. Passou ao quadro de reserva da Marinha de Guerra nesse ano[22] e, novamente, a 4 de Agosto de 1935. Reformou a 10 de Janeiro de 1936 no posto de capitão de mar e guerra[12].

Em 1891, foi nomeado para integrar uma comissão que visava controlar as primeiras experiências com as máquinas do cruzador Rainha D. Amélia[23].

Integrou as guarnições no transporte Africa (1890, 1892/1893[24]), na canhoneira Bengo (1890/1891)[25], no transporte India (1891/1892)[26], na canhoneira Zambeze (1892 e 1902)[27], na canhoneira Rio Lima (1894)[15] e no cruzador Rainha D. Amélia (1903)[28].

A 15 de Março de 1908, Carlos Figueiredo de Miranda embarcou no cruzador Adamastor com destino à Divisão Naval do Índico. O navio passou por Cape Town onde permaneceu até zarpar a 1 de Abril com destino a Timor. Aí, chegou a 5 de Julho e permaneceu até partir a 13 de Setembro, novamente, com destino à Divisão Naval do Índico. Atracou a 20 de Outubro e ali permaneceu até Janeiro de 1909. Entre 10 de Outubro e 22 de Novembro de 1910 esteve embarcado no cruzador D. Carlos I[29].

Desempenhou o cargo de adjunto da Majoria Geral entre 15 de Fevereiro e 2 de Junho de 1909, entre 7 de Junho e 29 de Outubro de 1909, entre 24 de Janeiro e 2 de Junho de 1910, e entre 7 de Junho e 10 de Outubro de 1910. Prestou serviço na Escola Naval entre 2 e 7 de Fevereiro de 1909 e entre 2 e 7 de Junho de 1910, tendo sido, neste último período, jurado dos exames para condutores de máquinas. Foi adjunto interino da 1ª Repartição da Direcção Geral da Marinha entre 29 de Outubro de 1909 e 24 de Janeiro de 1910. Esteve na Direcção das Construções Navais da Administração dos Serviços Fabris entre 22 de Novembro de 1910 e 4 de Março de 1913, com uma interrupção de 3 de Janeiro a 12 de Maio de 1912 por ter ido a Glasgow em Missão. Entre 5 de Maio de 1913 e 24 de Setembro de 1914, esteve na Direcção Geral da Marinha[29].

Em 1916, então 1º tenente maquinista, passou a comissão especial[30].

Após sair das Obras Públicas do Ultramar, continuou a trabalhar em Portugal. Em Janeiro de 1917, foi “contratado o Engenheiro Maquinista Naval Carlos Figueiredo de Miranda para fiscalizar os trabalhos de construção dos novos Diques de Reparação de navios e das Carreiras de Construção e ampliação de Oficinas[31].

A 5 de Maio de 1925 - data do decreto - foi nomeado para o cargo de director do serviço de maquinistas em substituição do capitão mar e guerra engenheiro maquinista José Simões Pires[7]. Em Março de 1929, foi nomeado presidente da comissão técnica de máquinas e caldeiras, cargo de que foi exonerado a 20 de Agosto do mesmo ano, por decreto de 26 de Setembro[7]. Por decreto com a mesma data, foi nomeado director dos serviços de máquinas e presidente da comissão de maquinas e caldeiras, a contar a partir de 1 de Setembro, e exonerado por decreto de 8 de Outubro de 1930[7] .

Após 54 anos, 11 meses e 8 dias de serviço, passou ao quadro da reserva em Setembro de 1930 - decreto ministerial de 4 de Agosto de 1930 e decreto de 22 de Setembro de 1930 -, usufruindo de uma pensão mensal de 1.111$91. Do tempo total de actividade, 4593 dias foram despendidos em serviço colonial e de campanha, e 572 dias em navegação[7].

Outras informações

Foi sócio (nº 2688) da Sociedade de Geografia de Lisboa desde 1896. Na lista de sócios referente ao ano de 1897, era apresentado como engenheiro maquinista da Armada Real, em Cabinda[32].

Foi admitido sócio do Montepio Oficial no primeiro trimestre de 1894[33].

Em 1926, fez um requerimento ao parlamento, com o objectivo de salvaguardar os seus direitos enquanto maquinista naval: "Do capitão de mar e guerra engenheiro Carlos Figueiredo de Miranda, para que num projecto, que se diz que vai ser apresentado à apreciação da Câmara, sejam salvaguardados os seus direitos, como maquinista naval. Para a comissão de instrução especial e técnica"[34].

A 13 de Maio de 1896, por proposta do Ministério dos Negócios da Marinha e Ultramar, foi agraciado com a mercê de Cavaleiro da Ordem Militar de Nosso Senhor Jesus Cristo[35][36], e, em 1900, foi agraciado com o grau de Cavaleiro da Ordem Militar de São Bento de Avis[37]. Foi, ainda, louvado - por portaria de 10 de Outubro de 1930 - "pelos bons serviços prestados ao País durante a sua longa carreira no serviço activo em face demonstrar provir valiosos conhecimentos da sua profissão, tanto teoricas como praticas aplicando as com zêlo e inteligência nas variadas missões que lhe foram conferidas"[7].

Em Fevereiro de 1926, foi inscrito no Cofre da Previdência dos Oficiais do Exército Metropolitano[7].

Usufruiu de várias licenças: 30 dias - emitidos pela Junta de Saúde Naval - entre 26 de Fevereiro e 28 de Março e os 30 dias de Setembro; 30 dias a contar de 20 de Agosto de 1912; e 30 dias entre 6 de Agosto e 5 de Setembro de 1915[29]. 60 dias entre 26 de Julho e 29 de Agosto de 1927; 30 dias entre 20 de Agosto e 19 de Setembro e 1928; 30 dias entre 13 e 27 de Fevereiro [sic] e de 60 dias entre 20 de Agosto a 5 de Outubro de 1929; e de 60 dias entre 3 de Setembro a 4 de Outubro de 1930[7].

Obras

Reparação e construção de embarcações (1917).

Notas

  1. 1,0 1,1 Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Lisboa. Paróquia da Pena. Baptismos 1866-1870, fl. 24v..
  2. Geneall, "Carlota Joaquina: Casamentos". Visualizado em 26 Novembro, 2022.
  3. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Lisboa. Paróquia da Lapa. Casamentos 1811-1829, fl. 378.
  4. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Lisboa. Paróquia dos Anjos. Casamentos 1892, fl. 2-2v..
  5. "Repartição de Fazenda do 4º Bairro de Lisboa. Freguesia de Santa Isabel", Diário do Governo, no. 97, 1 de Maio de 1908, 1279.
  6. 6,0 6,1 Arquivo Histórico da Marinha. Fotografias dos Militares da Armada. Álbuns de Fotografias de Oficiais. Álbum nº 16A, 2, nº 2. "Carlos Figueiredo de Miranda".
  7. 7,0 7,1 7,2 7,3 7,4 7,5 7,6 7,7 7,8 Arquivo Histórico da Marinha. Superintendência dos Serviços de Pessoal. Livro Mestre - Engenheiros Maquinistas Navais nº 4, fl. 35.
  8. Índice de Álbuns de Fotografias de Oficiais disponível em Livrozilla, "Índice de Álbuns de Fotografias de Oficiais". Visualizado em 26 Novembro, 2022.
  9. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. 3ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa. Livro de registo de óbitos 01-01-1937/28-04-1937, 7v., nº 14.
  10. "Escola Naval. Relação das guias de emolumentos, expedidas pela secretaria d'esta escola", Diário do Governo, no. 69, 29 de Março de 1883, 738.
  11. 11,0 11,1 11,2 11,3 Arquivo Histórico Ultramarino. 769/2. 1D. MU. Cx. 1877-1920. Processos Individuais. ANG. "Carlos Figueiredo de Miranda - Processo individual de Carlos Figueiredo de Miranda".
  12. 12,0 12,1 12,2 12,3 12,4 12,5 Arquivo Histórico da Marinha. Fotografias de Militares da Armada. Fotografias Avulsas de Oficiais da classe de Marinha, cx. 7, ficha 517.
  13. "Lista dos officiaes das diversas classes da armada em serviço e dos guardas marinhas, e aspirantes de marinha, em tirocinio nas divisões navaes, estação naval de Macau e esquadrilha do Congo (...) Esquadrilha de operações do districto do Congo. Em 6 de dezembro de 1888", Diário do Governo, no. 84, 13 de Abril de 1889, 864.
  14. Decreto de 6 de Dezembro de 1888, Diário do Governo, no. 25, 31 de Janeiro de 1889, 246.
  15. 15,0 15,1 "Lista dos officiaes das diversas classes da armada em serviço, e dos guardas marinhas, aspirantes de marinha, aspirantes machinistas e aspirantes da administração naval em tirocinio nas divisões e estações navaes (...) Em 18 de dezembro", Diário do Governo, no. 35, 15 de Fevereiro de 1894, 390.
  16. "Lista dos officiaes das diversas classes da armada a quem falta tirocinio de embarque para a promoção ao posto Immediato em 31 de dezembro de 1895 (...) Machinistas navaes supranumerarios", Diário do Governo, no. 47, 28 de Fevereiro de 1896, 473.
  17. 17,0 17,1 Arquivo Histórico da Marinha. Superintendência dos Serviços de Pessoal. Livro Mestre - Maquinistas Navais nº 2, fl. 18. "Carlos Figueiredo de Miranda".
  18. "Ordem da Armada, n.º 10", Diário do Governo, no. 127, 8 de Junho de 1894, 1469.
  19. "Conselho do Almirantado (...) Em 15", Diário do Governo, no. 216, 24 de Setembro de 1894, 2557.
  20. "Commissão de reorganização da Armada", Diário do Governo, no. 64, 20 de Dezembro de 1910, 831.
  21. Arquivo Histórico da Marinha. Fotografias dos Militares da Armada. Álbuns de Fotografias de Oficiais. Álbum nº 10, 10, nº 1775. "Carlos Figueiredo de Miranda".
  22. "Marinha de guerra", [1v].
  23. Portaria de 15 de Fevereiro de 1901, Diário do Governo, no. 58, 13 de Março de 1901, 678.
  24. "Lista dos officiaes das diversas classes da armada em serviço e dos guardas marinhas, aspirantes de marinha, ajudantes machinistas e conductores de machinas em tirocinio nas divisões navaes e na estação naval de Macau (...) Em 1 de fevereiro", Diário do Governo, no. 38, 18 de Fevereiro de 1892, 345.
  25. "Lista dos officiaes das diversas classes da armada em serviço e dos guardas marinhas, aspirantes de marinha, ajudantes machinistas e conductores de machinas em tirocinio nas divisões navaes e na estação naval de Macau (...) Em 15 [de fevereiro]", Diário do Governo, no. 60, 15 de Março de 1890, 558.
  26. "Ordem geral nº 5. Em 24 [de Janeiro de 1891]", Diário do Governo, no. 27, 5 de Fevereiro de 1891, 257.
  27. "Lista dos officiaes das diversas classes da armada em serviço e dos guardas marinhas, aspirantes de marinha, ajudantes machinistas e conductores de machinas em tirocinio nas divisões navaes e na estação naval de Macau (...) Em 5 [de abril]", Diário do Governo, no. 91, 25 de Abril de 1892, 865.
  28. "Ordem da Armada, n.º 1 (...) Movimento de pessoal (...) Em 1 de janeiro de 1903", Diário do Governo, no. 29, 7 de Fevereiro de 1903, 427.
  29. 29,0 29,1 29,2 Arquivo Histórico da Marinha. Superintendência dos Serviços de Pessoal. Livro Mestre - Maquinistas Navais nº 3, fls. 11.
  30. "Informações", [1].
  31. Arquivo dos Portos de Lisboa. Setúbal e Sesimbra. Atas do Conselho de Administração do Porto de Lisboa, Lisboa. Livro n.º 7. Acta n.º 477 de 18 de Janeiro de 1917.
  32. "Primeira Classe: Sócios Ordinários", 13.
  33. "Direcção do Monte Pio Official. Relação dos socios admittidos durante o segundo trimestre de 1884", Diário do Governo, np. 146, 3 de Julho de 1894, 1725.
  34. "Requerimentos". Diário da Câmara dos Deputados, sessão no. 30, 4 de Fevereiro de 1926, 3.
  35. Forjaz, Mercês Honoríficas do Século XIX, 186.
  36. "Ministerio dos Negocios do Reino. Direcção geral de administração política e civil", Diário do Governo, no. 109, 16 de Maio de 1896, [1197].
  37. Decreto de 1 de Julho de 1900, Diário do Governo, no. 157, 17 de Julho de 1900, 1918.

Fontes

Arquivo Histórico da Marinha. Fotografias dos Militares da Armada. Álbuns de Fotografias de Oficiais. Álbum nº 16A, 2, nº 2. "Carlos Figueiredo de Miranda".

Arquivo Histórico da Marinha. Fotografias dos Militares da Armada. Álbuns de Fotografias de Oficiais. Álbum nº 10, 10, nº 1775. "Carlos Figueiredo de Miranda".

Arquivo Histórico da Marinha. Fotografias de Militares da Armada. Fotografias Avulsas de Oficiais da classe de Marinha, cx. 7, ficha 517.

Arquivo Histórico da Marinha. Superintendência dos Serviços de Pessoal. Livro Mestre - Engenheiros Maquinistas Navais nº 4, fl. 35.

Arquivo Histórico da Marinha. Superintendência dos Serviços de Pessoal. Livro Mestre - Maquinistas Navais nº 2, fl. 18. "Carlos Figueiredo de Miranda".

Arquivo Histórico da Marinha. Superintendência dos Serviços de Pessoal. Livro Mestre - Maquinistas Navais nº 3, fls. 11, 71.

Arquivo Nacional da Torre do Tombo. 3ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa. Livro de registo de óbitos 01-01-1937/28-04-1937, 7v., nº 14.

Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Lisboa. Paróquia da Lapa. Casamentos 1811-1829, fl. 378.

Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Lisboa. Paróquia da Pena. Baptismos 1866-1870, fl. 24v..

Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Lisboa. Paróquia dos Anjos. Casamentos 1892, fl. 2-2v..

Arquivo dos Portos de Lisboa. Setúbal e Sesimbra. Atas do Conselho de Administração do Porto de Lisboa, Lisboa. Livro n.º 7. Acta n.º 477 de 18 de Janeiro de 1917.

Arquivo dos Portos de Lisboa. Setúbal e Sesimbra. Atas do Conselho de Administração do Porto de Lisboa. Lisboa. Livro n.º 9. Acta n.º 600 de 24 de Maio de 1919.

Arquivo Histórico Ultramarino. 769/2. 1D. MU. Cx. 1877-1920. Processos Individuais. ANG. "Carlos Figueiredo de Miranda - Processo individual de Carlos Figueiredo de Miranda".

"Commissão de reorganização da Armada", Diário do Governo, no. 64, 20 de Dezembro de 1910, 831.

"Conselho do Almirantado (...) Em 15", Diário do Governo, no. 216, 24 de Setembro de 1894, 2557.

Decreto de 1 de Julho de 1900, Diário do Governo, no. 157, 17 de Julho de 1900, 1918.

Decreto de 6 de Dezembro de 1888, Diário do Governo, no. 25, 31 de Janeiro de 1889, 246.

"Direcção do Monte Pio Official. Relação dos socios admittidos durante o segundo trimestre de 1884", Diário do Governo, np. 146, 3 de Julho de 1894, 1725.

"Escola Naval. Relação das guias de emolumentos, expedidas pela secretaria d'esta escola", Diário do Governo, no. 69, 29 de Março de 1883, 738.

"Informações". O Século, no. 12133 (17 Setembro 1915): [1].

"Lista dos officiaes das diversas classes da armada a quem falta tirocinio de embarque para a promoção ao posto Immediato em 31 de dezembro de 1895 (...) Machinistas navaes supranumerarios", Diário do Governo, no. 47, 28 de Fevereiro de 1896, 473.

"Lista dos officiaes das diversas classes da armada em serviço e dos guardas marinhas, aspirantes de marinha, ajudantes machinistas e conductores de machinas em tirocinio nas divisões navaes e na estação naval de Macau (...) Em 1 de fevereiro", Diário do Governo, no. 38, 18 de Fevereiro de 1892, 345.

"Lista dos officiaes das diversas classes da armada em serviço e dos guardas marinhas, aspirantes de marinha, ajudantes machinistas e conductores de machinas em tirocinio nas divisões navaes e na estação naval de Macau (...) Em 15 [de fevereiro]", Diário do Governo, no. 60, 15 de Março de 1890, 558.

"Lista dos officiaes das diversas classes da armada em serviço e dos guardas marinhas, aspirantes de marinha, ajudantes machinistas e conductores de machinas em tirocinio nas divisões navaes e na estação naval de Macau (...) Em 5 [de abril]", Diário do Governo, no. 91, 25 de Abril de 1892, 865.

"Lista dos officiaes das diversas classes da armada em serviço, e dos guardas marinhas, aspirantes de marinha, aspirantes machinistas e aspirantes da administração naval em tirocinio nas divisões e estações navaes (...) Em 18 de dezembro", Diário do Governo, no. 35, 15 de Fevereiro de 1894, 390.

"Lista dos officiaes das diversas classes da armada em serviço e dos guardas marinhas, e aspirantes de marinha, em tirocinio nas divisões navaes, estação naval de Macau e esquadrilha do Congo (...) Esquadrilha de operações do districto do Congo. Em 6 de dezembro de 1888", Diário do Governo, no. 84, 13 de Abril de 1889, 864.

"Marinha de guerra". Gazeta de Coimbra, no 2588 (30 Setembro 1930): [1v].

"Ministerio dos Negocios do Reino. Direcção geral de administração política e civil", Diário do Governo, no. 109, 16 de Maio de 1896, [1197].

"Ordem da Armada, n.º 1 (...) Movimento de pessoal (...) Em 1 de janeiro de 1903", Diário do Governo, no. 29, 7 de Fevereiro de 1903, 427.

"Ordem da Armada, n.º 10", Diário do Governo, no. 127, 8 de Junho de 1894, 1469.

"Ordem geral nº 5. Em 24 [de Janeiro de 1891]", Diário do Governo, no. 27, 5 de Fevereiro de 1891, 257.

Portaria de 15 de Fevereiro de 1901, Diário do Governo, no. 58, 13 de Março de 1901, 678.

"Repartição de Fazenda do 4º Bairro de Lisboa. Freguesia de Santa Isabel", Diário do Governo, no. 97, 1 de Maio de 1908, 1279.

"Requerimentos". Diário da Câmara dos Deputados, sessão no. 30, 4 de Fevereiro de 1926, 3.

Sociedade de Geografia de Lisboa. "Primeira Classe: Sócios Ordinários". Lista de Sócios para Assembleia Geral de 1897, (1897): 13.

Bibliografia

Forjaz, Jorge. Mercês Honoríficas do Século XIX (1890-1899). [Ponta Delgada]: Letras Lavadas, 2019.

Livrozilla, "Índice de Álbuns de Fotografias de Oficiais". Visualizado em 26 Novembro, 2022.

Geneall, "Carlos Figueiredo de Miranda". Visualizado em 26 Novembro, 2022.

Geneall, "Carlota Joaquina: Casamentos". Visualizado em 26 Novembro, 2022.

PtDocs, "Livros de mestres de Oficiais todas as classes". Visualizado em 26 Novembro, 2022.

Autor(es) do artigo

Mariana Nicolau

https://orcid.org/0000-0002-1454-1794


Sandra Osório da Silva

Departamento de História, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa.

https://orcid.org/0000-0001-7529-5008

Financiamento

Fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito do projeto TechNetEMPIRE | Redes técnico-científicas na formação do ambiente construído no Império português (1647-1871) PTDC/ART-DAQ/31959/2017

DOI

https://doi.org/10.34619/fdw3-eyhx

Citar este artigo

Nicolau, Mariana e Sandra Osório da Silva. "Carlos Figueiredo de Miranda", in eViterbo. Lisboa: CHAM - Centro de Humanidades, FCSH, Universidade Nova de Lisboa, 2022. (última modificação: 02/07/2024). Consultado a 23 de julho de 2024, em https://eviterbo.fcsh.unl.pt/wiki/Carlos_Figueiredo_de_Miranda. DOI: https://doi.org/10.34619/fdw3-eyhx