Luís Jorge de Bellegarde

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Biografia

Dados biográficos

Luis Máximo Jorge de Bellegarde foi casado com Margarida Isabel de Niemeyer.

Era bacharel em Matemática.

Faleceu na comissão que se seguiu à que desempenhou em Torres Vedras[1].

Carreira

Luis Máximo Jorge de Bellegarde trabalhou como lente substituto extraordinário na Academia Real de Marinha de Lisboa.

Era capitão do Real Corpo de Engenheiros. Dirigiu os redutos da linha de Torres Vedras durante a terceira invasão francesa[1].

Outras informações

Após o seu falecimento, o seu vencimento foi entregue por inteiro à sua viúva[2].

Obras

Notas

  1. 1,0 1,1 Viterbo, Diccionario Histórico e Documental dos Architectos, Engenheiros e Construtores Portugueses ou a serviço de Portugal, Vol I, 97.
  2. Decretos remetidos ao Conselho de Guerra: maço 171, número 1 (apud Viterbo I 1899, 97)

Fontes

Bibliografia

Chartrand, René. Fuentes de Oñoro 1811: Wellington’s liberation of Portugal. Oxford: Osprey Publishing, 2002.

Torres, Manuel Agostinho Madeira. Descrição histórica e económica da Villa e Termo de Torres Vedras. Coimbra: Imprensa da Universidade, 1862.

Viterbo, Francisco de Sousa. Diccionario Histórico e Documental dos Architectos, Engenheiros e Construtores Portugueses ou a serviço de Portugal, Vol I. Lisboa: Tipografia da Academia Real das Ciências, 1899.

Martins, Carlos Moura. "A aplicação da ciência à política do território na transição do século XVIII para o século XIX". Em A Universidade Pombalina: Ciência, Território e Coleções Científicas, 245–312. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2017

Müller, João Guilherme Christiano. "Discurso historico pronunciado na sessão publica da Academia Real das Sciencias de Lisboa, em 24 de junho de 1812". Memorias de Mathematica e Physica da Academia das Sciencias de Lisboa Tomo 3. Parte 2 (1814): 19–52

Ligações Externas

Autor(es) do artigo

Financiamento

Fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito do projeto TechNetEMPIRE | Redes técnico-científicas na formação do ambiente construído no Império português (1647-1871) PTDC/ART-DAQ/31959/2017

DOI

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