Colégio Real dos Nobres

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Colégio Real dos Nobres
(valor desconhecido)
Outras denominações Colégio dos Nobres, Real Colégio dos Nobres
Tipo de Instituição Ensino civil
Data de fundação 7 março 1761
Data de extinção 4 janeiro 1837
Paralisação
Início: valor desconhecido
Fim: valor desconhecido
Localização
Localização Colégio Real dos Nobres, Lisboa,-
Início: 07 de março de 1761
Fim: 04 de janeiro de 1837
Antecessora valor desconhecido

Sucessora valor desconhecido


História

O Colégio Real dos Nobres foi uma instituição de ensino civil criada por carta de lei de 7 de Março de 1761, com a chancela de Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal. O objetivo principal a alcançar com a sua criação era o de dotar a elite nobiliárquica portuguesa de uma educação e instrução modernas - ou seja, iluminadas -, entendida como o garante do "bem espiritual e a felicidade temporal dos Estados"[1]. Nesse sentido, influenciada pelos ideais iluministas característicos do século XVIII, a criação do Colégio esclarecia ainda sobre a importância que detinha, para o poder régio despótico, o "desempenho individual" dos membros da nobreza: uma vez entendido que dele dependia a conservação do regime monárquico, tornava-se consequente a necessidade de educar as elites políticas e militares, dotando-as de uma "disciplina mais afável e polida de sociabilidade"[2], ou seja, condicionando-as. Não obstante, o programa pedagógico do Colégio dos Nobres não deixava de apresentar cadeiras relativas à instrução técnica e científica, como é perceptível no quadro curricular disposto abaixo.

A história do Colégio Real dos Nobres divide-se em duas fases distintas, segundo a análise de José Silvestre Ribeiro. A saber, uma primeira fase entre 1761 a 1772, durante a qual o Colégio se apresentou como liceu e academia "destinada a proporcionar conhecimentos especiais de navegação, fortificação, e arquitetura civil"; seguida por uma segunda fase entre 1772 e 1837, em que se apresentou enquanto liceu "de proporções muito mais modestas", não obstante ter continuado a caracterizar-se enquanto espaço "especial e privativo de uma classe de alunos, por assim dizer, privilegiada"[3].

Instalado no sítio da Cotovia, no antigo edifício do Noviciado da Companhia de Jesus, a abertura do primeiro ano letivo decorreu a 19 de Março de 1766, e foi assistida pela família real, a corte, ministros e secretários de Estado, bem como o cardeal patriarca, Francisco de Saldanha[4]. Demonstrando a importância social do corpo docente do Colégio Real, José Silvestre Ribeiro indica terem sido os professores convidados por D. José I ao beija-mão e a assistirem a uma peça no teatro da corte por altura do seu aniversário régio[5].

No acto de matrícula no Colégio dos Nobres era requerido o foro de moço fidalgo, fator preferencial em concurso, as faculdades de ler e escrever, e o pagamento adiantado de pensão anual no valor de 120 mil réis, sendo admitidos alunos com idades compreendidas entre os sete e treze anos[6]. Ainda que os estatutos indicassem o número máximo de 100 colegiais, a sessão inaugural do primeiro ano letivo apenas seria assistida por 24 alunos. Nos primeiros anos de funcionamento do Colégio, o número de inscritos foi diminuto. Possivelmente, em consequência da resistência movida pela nobreza portuguesa ao projeto educativo régio, que se explica em função da execução da família nobiliárquica dos Távoras em 1759, e o receio consequente da nobreza em delegar a instrução da sua mocidade a uma instituição régia[7]. Não obstante, entre 1766 e 1772, matricularam-se os primogénitos dos marqueses de Angeja, Alorna, Alegrete, Valença e Lavradio, os secundogénitos dos condes de Avintes e Oeiras, e os descendentes do visconde de Barbacena e do conde da Cunha[8].

Os estatutos foram reformulados em 1767 e, a partir de 1771, a Real Mesa Censória passou a superintender a administração e direção dos estudos, acumulando com a inspeção de que já estava incumbida[9]. O estado de "decaimento do Colégio" motivou, em 1772, a publicação de dois alvarás providenciando sobre a reformulação dos órgãos de gestão interna e novas medidas disciplinares por forma a "restaurar o bem ordenado regime do estabelecimento" e a "combater a relaxação, em que tinha caído a administração literária, económica e policial do Colégio"[10]. No mesmo ano, os estudos matemáticos foram abolidos do programa do Real Colégio, tornando-se um exclusivo da Universidade de Coimbra[11]. Em 1779, o edifício do Colégio passou a albergar os estudos da Academia de Marinha de Lisboa, que podiam ser assistidos pelos colegiais[12]. Por decreto de 16 de Junho de 1792, as aulas, antes exclusivas aos colegiais, puderam ser frequentadas por alunos externos. Razão pela qual, em Setembro, as aulas da Academia de Marinha de Lisboa[13] foram transferidas para outro edifício.

Em consequência das invasões francesas e da Revolução Liberal de 1820, foi ponderada a viabilidade do Colégio Real dos Nobres uma vez ser considerada uma instituição de privilégio. A questão seria observada em debate nas Cortes em 1823, com particular ênfase para a problemática que levantava a dotação pública da instituição e do seu corpo docente. A sessão foi demonstrativa do modo crítico com que parte da elite política liberal perspectivava a manutenção do Colégio, expresso no discurso e o posicionamento ideológico do deputado Manuel Borges Carneiro: "«Isto de colégio dos nobres é também direito feudal, porque para alguém entrar nele, é necessário ter foro de fidalgo. Há aqui um monopólio de certas ciências só para tais fidalgos. (...) Logo, esses tais nobres, se querem estudá-las, porque não hão de ir onde vão os mais? (...) Porém o mais notável é pagar-se pelo Subsídio Literário estas escolas privativas do feudalismo (...)". No seguimento da discussão nas Cortes seria criada uma comissão encarregue de propor a reforma da instituição[14]. Em 1827, a Câmara dos Deputados responderia favoravelmente à eliminação da verba do subsídio literário para sustento do Colégio Real dos Nobres, estabelecendo que a despesa com o corpo docente fosse assegurada apenas pelas rendas do Colégio, facto confirmado por portaria datada de 1834[15]. No mesmo sentido, por forma a aliviar o erário público dos encargos com o Colégio Real, estabelecia-se que a pensão paga pelos colegiais fosse aumentada de 120 mil reis para 150 mil reis para suprir a despesa com os mesmos[16]. A demissão de empregados afetos ao Colégio "por desafetos à causa da liberdade" seria referência do incómodo que o Colégio Real passou a representar para as elites políticas do recém instituído sistema monárquico constitucional, tanto do ponto de vista político, ideológico e constitucional, como financeiro[17].

Em 1836, novamente, foi nomeada uma comissão encarregada de propor um plano de reformas do Colégio Real nas suas dimensões científicas e económicas, sendo constituída por José Alexandre de Campos, José Portelli e José Liberato Freire de Carvalho[18]. No entanto, a instituição seria extinta por decreto de 4 de Janeiro de 1837. Uma decisão fundamentada pela clara incompatibilidade da instituição com "a constituição política da monarquia" uma vez que pela sua natureza de "escola privilegiada" era abjeta à abolição dos privilégios nobiliárquicos prosseguida pelo regime liberal. Como sintetizou Silvestre Ribeiro: "Tendo tido a sua razão de ser nas ideias e circunstâncias da época da sua fundação, devia necessariamente desaparecer diante dos princípios de igualdade que a constituição política fez vigorar"[19]. O decreto providenciava, igualmente, à transferência dos colegiais para o Colégio Militar; sendo mais tarde decidido, por outro diploma, a instalação da Escola Politécnica de Lisboa e da Escola do Exército no edifício que havia albergado o Colégio Real dos Nobres, afetando as suas verbas e demais inventários àquelas duas instituições[20].

Outras informações

A direção literária, científica e disciplinar do Colégio Real dos Nobres era assegurada pelos lugares de reitor e vice-reitor, devendo dar cumprimento aos estatutos, e pelo lugar de prefeito dos estudos responsável pelo exame e revisão das composições dos colegiais, entre outras. Acrescia uma junta encarregue da direção económica do Colégio[21].

O lugar de reitor foi incumbido a José Isidoro Olivieri entre 1789 e 1798[22][23][24], sendo o lugar de vice-reitor ocupado por José Dias Pereira. Este último lugar foi também ocupado por João Egas de Bulhões Sousa[25]. Em 1802, Ricardo Raimundo Nogueira estava incumbido do lugar de reitor[26].

O Real Colégio dos Nobres tinha por estabelecimentos auxiliares anexos, uma livraria privativa; um gabinete matemático; um gabinete de física experimental; e uma escola de picaria[27].

No ano de 1797, encontravam-se inscritos 30 alunos[28].

Professores

Professores proprietários no Colégio Real dos Nobres, segundo a cadeira que regeram. Na cadeira de Primeiras Letras, em 1789, Leonardo José Pimenta[29]; e entre 1792 e 1805, Manuel Joaquim de Sá Braga[30][31]. Na cadeira de Língua Latina, entre 1792 e 1798, e entre 1802 e 1803, Sebastião Rodrigues da Costa[32][33][24][34][35]; e em 1805, Luís dos Santos Vilhena[36]. Na cadeira de Gramática Latina, em 1782, Sebastião Rodrigues da Costa[37]; entre 1795 e 1803, padre Manuel Ferreira Belo[38][39]; em 1805, José Maria Alves Queiroz[40]; e em 1820, José Manuel de Sequeira[41]. Na cadeira de Língua Grega, entre 1782 e 1798, Custódio José de Oliveira[42][24]; e entre 1802 e 1817, Januário Lombardy[43][44]. Na cadeira de Língua Francesa e Inglesa, entre 1789 e 1794, e entre 1812 e 1814, Edmundo Belling[45][46][47][48]. Na cadeira de Língua Inglesa entre 1797 e 1805, Edmundo Belling[49][50]. Na cadeira de Língua Francesa, entre 1797 e 1802, o padre José Bernardo[51][52]; em 1803, o abade Carlos Francisco Garnier[53]; e em 1805, o abade Boiret[54]. Na cadeira de Retórica, entre 1782 e 1802, Pedro José da Fonseca[55][56]; e entre 1803 e 1820, Francisco Maria de Sales[57][58]. Na cadeira de poética, entre 1812 e 1817, Francisco Maria de Sales[59][60]. Na cadeira de Filosofia, entre 1782 e 1802, Bartolomeu Ignácio Gorge[61][62]; e entre 1803 e 1820, o padre José Portelli[63][64]. Na cadeira de História, em 1782, Luís Carlos Moniz Barreto[65];e entre 1789 e 1802, João Manuel de Abreu[66][67]. Na cadeira de Matemática, em data não apurada, Miguel Franzini[68]. Na cadeira de "Elementos de Matemática", em 1802, João Manuel de Abreu[69]; e entre 1803 e 1805, Tomás Barbarino da Cunha[70][71]. Na cadeira de Arquitectura Militar, entre 1789 e 1805, Joaquim Carneiro da Silva[72][73]. Na cadeira de Arquitectura Civil, entre 1789 e 1805, Joaquim Carneiro da Silva[74][75]; na cadeira de Desenho, entre 1782 e 1805, Joaquim Carneiro da Silva[76][77]. Na cadeira de Física como professores em data não apurada, o abade Tallier[78] e Giovanni António dalla Bella[79]. Na cadeira de Química, em data não apurada, Domenico Vandelli[80]. Na cadeira de Equitação, entre 1792 e 1814, Roberto João Gamby[81][82]. Na cadeira de Esgrima ou Florete, em 1792 e 1805, Jacome (Jaques) le Beau[83][84]; e entre 1794 e 1802, Pedro José Faveri[85][86]. Na cadeira de Dança, entre 1789 e 1805, Pedro Colona[87][88][88]. Na cadeira de Língua Alemã, em data por apurar, João Frederico Wittnich[89]. Na cadeira de Música Vocal e Instrumental, em data não apurada, Francisco Gazul[90].

Curricula

O plano de estudos do Colégio Real dos Nobres era composto pelas seguintes cadeiras: Primeiras Letras; Língua Latina; Língua Grega; Língua Francesa e Inglesa, tendo a cadeira sido desdobrada em data desconhecida; Retórica; Poética; Lógica; História; Matemática, na qual se leccionava a "Aritmética; Geometria; Trigonometria; os teoremas de Archimedes; os primeiros seis livros de Euclides; o undécimo e duodécimo dos sólidos para a geometria elementar; Álgebra e a sua aplicação à geometria; análise dos infinitos; Cálculo integral; Óptica; Dióptrica; Catóptrica; Princípios de astronomia; Geografia completa, e a Náutica"; Arquitectura Militar; Arquitectura Civil; Desenho; Física, sendo mais tarde criada a cadeira de Química em data desconhecida; Esgrima ou florete; e Dança[91]. No decorrer da segunda metade do século XVIII, o plano curricular do Real Colégio sofreu alterações importantes. A saber, os estudos matemáticos foram abolidos do plano curricular em 1772, em consequência da criação da Faculdade de Matemática na Universidade de Coimbra e a determinação do monopólio desta última sobre aquele ensino; não obstante, a partir de 1802, e até 1805, os Almanaques, consultados no âmbito cronológico deste estudo, voltam a referenciar o ensino da matemática no Colégio em disciplina com a designação de "Elementos de Matemática". Em 1782, encontravam-se estabelecidas as cadeiras de Filosofia e Gramática Latina, segundo referência à nomeação dos seus professores; em 1789, era acrescentada a prática de equitação, ocupando disciplina própria[92], e, em 20 de Fevereiro de 1835, a cadeira de Língua Alemã[89]. Observe-se ainda a criação da cadeira de Música Vocal e Instrumental, em data que não foi possível apurar[90].

Plano de estudos de 1761
Ano Nome da Cadeira Matérias Livros Professores
Primeiras letras Professor proprietário em 1789: Leonardo José Pimenta[29].
Professor proprietário entre 1792 e 1805: Manuel Joaquim de Sá Braga[30][31].

Professor substituto entre 1812 e 1820: Manuel Joaquim de Sá Braga[93][94].

Língua Latina

Professor proprietário entre 1792 e 1798; entre 1802 e 1803: Sebastião Rodrigues da Costa[32][33][24][34][35].

Professor proprietário em 1805: Luís dos Santos Vilhena[36].

Gramática Latina (c. 1782) Professor proprietário em 1782: Sebastião Rodrigues da Costa[37].

Professor proprietário entre 1795 e 1803: padre Manuel Ferreira Belo[38][39].

Professor proprietário em 1805: José Maria Alves Queiroz[40].

Professor proprietário em 1820: José Manuel de Sequeira[41].

Professor substituto entre 1812 e 1820: José Maria Alves Queiroz[95][96].

Professor substituto em 1817: José Manuel de Sequeira[97].

Língua Grega Professor proprietário entre 1782 e 1798: Custódio José de Oliveira[42][24].

Professor proprietário entre 1802 e 1817: Januário Lombardy[43][44].

Professor substituto entre 1812 e 1820: João de França Ribeiro[98][99].

Língua Francesa e Inglesa Professor proprietário entre 1789 e 1794; e entre 1812 e 1814: Edmundo Belling[45][46][47][48].
Língua Inglesa Professor proprietário entre 1797 e 1805: Edmundo Belling[49][50].

Professor substituto entre 1817 e 1820: Bernardo Demott[100][101].

Língua Francesa Professor proprietário entre 1797 e 1802: padre José Bernardo[51][52].

Professor proprietário em 1803: abade Carlos Francisco Garnier[53].

Professor proprietário em 1805: abade Boiret[54].

Professor substituto em 1817: Francisco António Fento Cachedenier[102].

Professor substituto em 1820: Pedro Augusto Adolfo Mauperrim[103].

Retórica Professor proprietário entre 1782 e 1802: Pedro José da Fonseca[55][56].

Professor proprietário entre 1803 e 1820: Francisco Maria de Sales[57][58].

Professor substituto em 1792 e 1797: Francisco Xavier de Oliveira[104][105].

Professor substituto em 1802: Francisco Maria Sales[106].

Direção de exercícios em 1798: padre João Pedro Pessoa[24].

Poética Professor proprietário entre 1812 e 1817: Francisco Maria de Sales[59][60].
Lógica Sem informação.
Filosofia (c. 1782) Professor proprietário entre 1782 e 1802: Bartolomeu Ignácio Gorge[61][62].

Professor proprietário entre 1803 e 1820: padre José Portelli[63][64].

Professor substituto em 1792: Manuel António dos Santos[107].

Professor substituto em 1795: Manuel Joaquim de Ornelas[108].

Professor substituto entre 1812 e 1820: Freire José de Santa Rosa (Terceira Ordem de S. Francisco)[109][110].

Direção de exercícios entre 1798 e 1802: padre José Portelli[24][111].

História Professor proprietário em 1782: Luís Carlos Moniz Barreto[65].

Professor proprietário entre 1789 e 1802: João Manuel de Abreu[66][67].

Professor substituto em 1802: Tomás Barbarino da Cunha[112].

Matemática (1761-1772) / Elementos de Matemática (1802-????) Professor proprietário [s.d.]: Miguel Franzini[68].

Professor proprietário de "Elementos de Matemática" em 1802: João Manuel de Abreu[69].

Professor proprietário de "Elementos de Matemática" entre 1803 e 1805: Tomás Barbarino da Cunha[70][71].

Professor substituto em 1802: Tomás Barbarino da Cunha[112].

Arquitectura militar Professor proprietário entre 1789 e 1805: Joaquim Carneiro da Silva[72][73].

Professor substituto em 1792 e 1820: Bento José de Almeida[113][114].

Professor substituto em 1820: Teodoro António de Lima[114].

Arquitectura civil Professor proprietário entre 1789 e 1805: Joaquim Carneiro da Silva[74][75].

Professor substituto em 1792 e 1820: Bento José de Almeida[113][114].

Professor substituto em 1820: Teodoro António de Lima[114].

Desenho Professor proprietário entre 1782 e 1805: Joaquim Carneiro da Silva [76][77].

Professor substituto em 1782: Joaquim Manuel da Rocha[115].

Professor substituto entre 1792 e 1820: Bento José de Almeida[113][114].

Professor substituto em 1820: Teodoro António de Lima[114].

Física Professor [s.d.]: abade Tallier[78].

Professor [s.d.]: Giovanni António dalla Bella[79].

Química Professor [s.d.]: Domenico Vandelli[80].
Equitação (1789) Professor proprietário entre 1792 e 1814: Roberto João Gamby[81][82].

Encarregado da Escola de Picaria [s.d.]: António Severino Alves[116].

Esgrima ou Fl

orete

Professor proprietário em 1792 e 1805: Jacome (Jaques) le Beau[83][84].

Professor proprietário entre 1794 e 1802: Pedro José Faveri[85][86].

Professor substituto em 1803: Pedro José Faveri[117].

Professor substituto entre 1817 e 1820: Alexandre Guery[118][119].

Dança Professor proprietário entre 1789 e 1805: Pedro Colona[87][88][88].

Professor substituto entre 1812 e 1820: Pedro Pieroni[120][121].

Língua Alemã (1835) Professor [s.d.]: João Frederico Wittnich[89].
Música Vocal e Instrumental Professor [s.d.]: Francisco Gazul[90].
Professor substituto em 1805: Pedro José Faveri[122].

Notas

  1. Estatutos do Collegio Real dos Nobres. [s.l.]: [s. ed.], 1777. Citado em Araújo, "A Real Mesa Censória e o Colégio Real dos Nobres", 402.
  2. Araújo, 398; 400.
  3. Ribeiro, Historia dos estabelecimentos scientificos, 6:327.
  4. Araújo, "A Real Mesa Censória e o Colégio Real dos Nobres", 402.
  5. Ribeiro, Historia dos estabelecimentos scientificos, 1:294.
  6. Ribeiro, 1:282.
  7. Araújo, "A Real Mesa Censória e o Colégio Real dos Nobres", 403.
  8. Araújo, 404.
  9. Ribeiro, Historia dos estabelecimentos scientificos, 1:288.
  10. Ribeiro, 1:289-292.
  11. Ribeiro, 1:292.
  12. Ribeiro, Historia dos estabelecimentos scientificos, 2:97.
  13. Ribeiro, 2:101.
  14. Ribeiro, Historia dos estabelecimentos scientificos, 3:130-132.
  15. Ribeiro, Historia dos estabelecimentos scientificos, 6:25.
  16. Ribeiro, 6:25.
  17. Ribeiro, 6:25.
  18. Ribeiro, Historia dos estabelecimentos scientificos, 6:321.
  19. Ribeiro, 6:327.
  20. Ribeiro, 6:322-323.
  21. Ribeiro, Historia dos estabelecimentos scientificos, 1:283-284.
  22. Almanach para o anno de M. DCC. LXXXIX., 344.
  23. Almanach para o anno de 1797, 362.
  24. 24,0 24,1 24,2 24,3 24,4 24,5 24,6 Almanach para o anno de 1798, 416.
  25. Araújo, "A Real Mesa Censória e o Colégio Real dos Nobres", 402.
  26. Ribeiro, Historia dos estabelecimentos scientificos, 3:126.
  27. Sobre a constituição e composição da livraria privativa vide, Araújo, 405-412.
  28. Almanach para o anno de 1797, 362.
  29. 29,0 29,1 Almanach para o anno de M. DCC. LXXXIX., 345.
  30. 30,0 30,1 Almanach para o anno de M. DCC. XCII., 443.
  31. 31,0 31,1 Almanach do anno de 1805., 540.
  32. 32,0 32,1 Almanach para o anno de M. DCC. XCII., 442.
  33. 33,0 33,1 Almanach para o anno de 1797, 362.
  34. 34,0 34,1 Almanach para o anno de 1802., 498.
  35. 35,0 35,1 Almanach para o anno de 1803., 504.
  36. 36,0 36,1 Almanach do anno de 1805., 540.
  37. 37,0 37,1 Almanach de Lisboa para o anno de MDCCLXXXII, 302.
  38. 38,0 38,1 Almanach para o anno de 1795., 19.
  39. 39,0 39,1 Almanach para o anno de 1803., 504.
  40. 40,0 40,1 Almanach do anno de 1805., 540.
  41. 41,0 41,1 Almanach para o anno de M.DCCC.XX., 806.
  42. 42,0 42,1 Almanach de Lisboa para o anno de MDCCLXXXII, 303.
  43. 43,0 43,1 Almanach para o anno de 1802., 498.
  44. 44,0 44,1 Almanach de Lisboa para o anno de MDCCCXVII., 26.
  45. 45,0 45,1 Almanach para o anno de M. DCC. LXXXIX., 345.
  46. 46,0 46,1 Almanach para o anno de MDCCXCIV., 478.
  47. 47,0 47,1 Almanach de Lisboa para o anno de MDCCCXII, 517.
  48. 48,0 48,1 Almanach de Lisboa para o anno de MDCCCXIV., 29.
  49. 49,0 49,1 Almanach para o anno de 1797, 362.
  50. 50,0 50,1 Almanach do anno de 1805., 540.
  51. 51,0 51,1 Almanach para o anno de 1797, 362.
  52. 52,0 52,1 Almanach para o anno de 1802., 498.
  53. 53,0 53,1 Almanach para o anno de 1803., 504.
  54. 54,0 54,1 Almanach do anno de 1805., 540.
  55. 55,0 55,1 Almanach de Lisboa para o anno de MDCCLXXXII, 303.
  56. 56,0 56,1 Almanach para o anno de 1802., 497.
  57. 57,0 57,1 Almanach para o anno de 1803., 504.
  58. 58,0 58,1 Almanach para o anno de M.DCCC.XX., 806.
  59. 59,0 59,1 Almanach de Lisboa para o anno de MDCCCXII, 516.
  60. 60,0 60,1 Almanach de Lisboa para o anno de MDCCCXVII., 26.
  61. 61,0 61,1 Almanach de Lisboa para o anno de MDCCLXXXII, 304.
  62. 62,0 62,1 Almanach para o anno de 1802., 497.
  63. 63,0 63,1 Almanach para o anno de 1803., 504.
  64. 64,0 64,1 Almanach para o anno de M.DCCC.XX., 806.
  65. 65,0 65,1 Almanach de Lisboa para o anno de MDCCLXXXII, 304.
  66. 66,0 66,1 Almanach para o anno de M. DCC. LXXXIX., 345.
  67. 67,0 67,1 Almanach para o anno de 1802., 498.
  68. 68,0 68,1 Ribeiro, Historia dos estabelecimentos scientificos, 6:329.
  69. 69,0 69,1 Almanach para o anno de 1802., 498.
  70. 70,0 70,1 Almanach para o anno de 1803., 504.
  71. 71,0 71,1 Almanach do anno de 1805., 539.
  72. 72,0 72,1 Almanach para o anno de M. DCC. LXXXIX., 345.
  73. 73,0 73,1 Almanach do anno de 1805., 540.
  74. 74,0 74,1 Almanach para o anno de M. DCC. LXXXIX., 345.
  75. 75,0 75,1 Almanach do anno de 1805., 540.
  76. 76,0 76,1 Almanach de Lisboa para o anno de MDCCLXXXII, 304.
  77. 77,0 77,1 Almanach do anno de 1805., 540.
  78. 78,0 78,1 Ribeiro, Historia dos estabelecimentos scientificos, 6:329.
  79. 79,0 79,1 Araújo, "A Real Mesa Censória e o Colégio Real dos Nobres", 415.
  80. 80,0 80,1 Ribeiro, Historia dos estabelecimentos scientificos, 6:329.
  81. 81,0 81,1 Almanach para o anno de M. DCC. XCII., 443.
  82. 82,0 82,1 Almanach de Lisboa para o anno de MDCCCXIV., 30.
  83. 83,0 83,1 Almanach para o anno de M. DCC. XCII., 443.
  84. 84,0 84,1 Almanach do anno de 1805., 540.
  85. 85,0 85,1 Almanach para o anno de M.DCC.XCIV., 478.
  86. 86,0 86,1 Almanach para o anno de 1802., 498.
  87. 87,0 87,1 Almanach para o anno de M. DCC. LXXXIX., 345.
  88. 88,0 88,1 88,2 88,3 Almanach do anno de 1805., 540.
  89. 89,0 89,1 89,2 Ribeiro, Historia dos estabelecimentos scientificos, 6:320.
  90. 90,0 90,1 90,2 Ribeiro, 6:321.
  91. Ribeiro, Historia dos estabelecimentos scientificos, 1:284.
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  93. Almanach de Lisboa para o anno de MDCCCXII, 517.
  94. Almanach para o anno de M.DCCC.XX., 806.
  95. Almanach de Lisboa para o anno de MDCCCXII, 517.
  96. Almanach para o anno de M.DCCC.XX., 806.
  97. Almanach de Lisboa para o anno de MDCCCXVII., 26.
  98. Almanach de Lisboa para o anno de MDCCCXII, 517.
  99. Almanach para o anno de M.DCCC.XX., 806.
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  113. 113,0 113,1 113,2 Almanach para o anno de M. DCC. XCII., 443.
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Fontes

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Almanach para o anno de 1802.. Lisboa: Regia Officina Typographica, 1802.

Almanach para o anno de 1803.. Lisboa: Regia Officina Typographica, 1803.

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Bibliografia

Araújo, Ana Cristina. "A Real Mesa Censória e o Colégio Real dos Nobres da Corte: revisão e censura de um projeto civil, literário e educativo". Revista de História da Sociedade e da Cultura 20, (2020): 397-418.

Ribeiro, José Silvestre. Historia dos estabelecimentos scientificos litterarios e artisticos de Portugal nos sucessivos reinados da monarquia. Vol. 1. Lisboa: Typografia Real da Academia de Sciencias, 1871.

Ribeiro, José Silvestre. Historia dos estabelecimentos scientificos litterarios e artisticos de Portugal nos sucessivos reinados da monarquia. Vol. 2. Lisboa: Typografia Real da Academia de Sciencias, 1872.

Ribeiro, José Silvestre. Historia dos estabelecimentos scientificos litterarios e artisticos de Portugal nos sucessivos reinados da monarquia. Vol. 3. Lisboa: Typografia Real da Academia de Sciencias, 1873.

Ribeiro, José Silvestre. Historia dos estabelecimentos scientificos litterarios e artisticos de Portugal nos sucessivos reinados da monarquia. Vol. 5. Lisboa: Typografia Real da Academia de Sciencias, 1876.

Ribeiro, José Silvestre. Historia dos estabelecimentos scientificos litterarios e artisticos de Portugal nos sucessivos reinados da monarquia. Vol. 6. Lisboa: Typografia Real da Academia de Sciencias, 1876.

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Ligações Externas

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Autor(es) do artigo

João de Almeida Barata

https://orcid.org/0000-0001-9048-0447

Financiamento

Fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito do projeto TechNetEMPIRE | Redes técnico-científicas na formação do ambiente construído no Império português (1647-1871) PTDC/ART-DAQ/31959/2017

Apoio especial “Verão com Ciência 2022” da UID 4666 – CHAM — Centro de Humanidades, financiado por fundos nacionais através da FCT/MCTES (PIDDAC)

DOI

https://doi.org/10.34619/h4s6-9z2q

Citar este artigo

Almeida Barata, João de. "Colégio Real dos Nobres", in eViterbo. Lisboa: CHAM - Centro de Humanidades, FCSH, Universidade Nova de Lisboa, 2022. (última modificação: 25/08/2023). Consultado a 12 de julho de 2024, em https://eviterbo.fcsh.unl.pt/wiki/Col%C3%A9gio_Real_dos_Nobres. DOI: https://doi.org/10.34619/h4s6-9z2q