Francisco Victor Cordon

From eViterbo
Jump to navigation Jump to search


Francisco Victor Cordon
Nome completo Francisco Maria Victor Cordon
Outras Grafias Francisco Maria Víctor Cordon
Pai Jacomo Victor Cordon
Mãe Emília Eugénia das Dores
Cônjuge Ludovina Francisca Rosa, Almira Cordon
Filho(s) Jorge Victor Cordon
Irmão(s) valor desconhecido
Nascimento 15 março 1851
Estremoz, Évora, Portugal
Morte 15 agosto 1901
Mafra, Portugal
Sexo Masculino
Religião Cristã
Residência
Residência Portugal
Data Fim: 1881

Residência Angola
Data Início: 1881
Fim: 1888

Residência Moçambique
Data Início: 1888
Fim: 21 de janeiro de 1890
Formação
Formação Instrução técnico-profissional
Data Início: 1891
Local de Formação Lisboa, Lisboa, Portugal
Postos
Posto Alferes
Data Início: 1881

Posto Tenente
Data Início: 1888
Fim: 1891
Arma Infantaria

Posto Capitão
Data Início: 1891
Fim: 15 de agosto de 1901
Arma Infantaria
Cargos
Cargo Condutor de 1ª classe
Data Início: 09 de fevereiro de 1893
Fim: 09 de maio de 1898
Actividade
Actividade Projeto de Infraestrutura
Data Fim: 1888
Local de Actividade Ambaca, Cuanza Norte, Angola

Actividade Expedição
Data Início: julho de 1888
Fim: janeiro de 1890
Local de Actividade Vale do Rio Zambeze, Moçambique

Actividade Missão
Data Fim: 1888
Local de Actividade Ambaca, Cuanza Norte, Angola

Actividade Projeto de Infraestrutura
Data Início: 1888
Fim: 1890
Local de Actividade Vale do Rio Zambeze, Moçambique

Actividade Expedição
Data Início: 16 de fevereiro de 1877
Fim: 1878
Local de Actividade Angola


Biografia

Dados biográficos

Francisco Maria Victor Cordon nasceu a 15 de Março de 1851 em Santo André de Estremoz, Évora. Era filho de Jacome da Silva Cordon, natural de Santa Catarina, Lisboa, e de Emília Eugénia das Dores, natural de Santa Isabel, Lisboa. Era neto paterno de João Baptista Cordon e de Ludovina Francisca Rosa, ambos naturais de Santa Catarina, e neto materno de Teotónio Rebelo Nunes e de Ana Rita, ambos naturais de Santa Isabel[1].

Em ofício datado de 5 de Fevereiro de 1877 em Lisboa, então, 1º sargento, demonstrou vontade de casar com Ludovina das Dores Rebelo, solicitando, para tal, uma licença[2], que foi aceite a 8 do mesmo mês[3]. Este não foi o único matrimónio que contraiu, tendo casado também com Almira Cordon em data desconhecida[4].

Em 1892, Francisco Cordon sabia falar inglês e francês[5], tinha o curso incompleto do liceu e o primeiro ano do curso de condutor do Instituto Industrial de Lisboa[5].

Faleceu a 15 de Agosto de 1901[6] na freguesia e concelho de Mafra[7], onde foi igualmente sepultado, segundo consta numa carta que seu filho Jorge Victor Cordon endossou ao dr. António de Oliveira Salazar. Nessa carta, solicitava a construção de um jazigo para que os restos mortais do seu pai aí pudessem repousar definitivamente, uma vez que se encontravam num local de caracter provisório[8]. A mulher de Francisco Cordon, Almira Cordon também redigiu uma carta a este respeito[4].

Carreira

Francisco Cordon assentou praça a 20 de Agosto de 1870 no batalhão de caçadores nº 5[9]. No ano seguinte, iniciou a carreira ao serviço do Estado[5].

Requisitado ao Ministério da Guerra em ofício de 26 de Dezembro de 1876, apresentou-se no Ministério dos Negócios da Marinha e Ultramar a 13 de Janeiro de 1877. Nesse ano integrou, pela primeira vez, uma expedição a África, tendo sido para tal nomeado telegrafista, segundo portaria datada de 3 de Janeiro de 1877[10] e publicada em Diário do Governo[11]. Ocupava nessa altura o posto de 2º sargento. A 16 de Fevereiro de 1877, apresentou-se no Depósito de praças para o Ultramar, em Alcântara[10]. A bordo do vapor "Índia"[12], seguiu, no cargo de telegrafista, para a província de Angola na Expedição do Caminho-de-Ferro e Obras Públicas dirigida por Manuel Rafael Gorjão[13]. Regressou cerca de um ano depois por motivos de saúde[14]. Posteriormente, regressou a Angola onde desempenhou várias comissões[9] no sentido de desenvolver projectos de infraestruturas, nomeadamente o estudo dos caminhos-de-ferro, com o major de Artilharia Novais Rebelo[5], em que se incluiu a instalação da linha telegráfica de Cuanza e Luanda, através do Dondo, e um estudo sobre as águas. Foi ainda responsável pela execução da ponte sobre o rio Lucala[12].

Em 17 de Maio de 1878, solicitou para ser transferido para a expedição de Cabo Verde, como condutor auxiliar[15]. No mesmo ano, a 2 de Julho, o médico cirurgião, barão de Santo António, certificava que Francisco Cordon "tem estado em tratamento d'intermitente"[16].

Encontrava-se em Angola, em 1882, colocado no cargo de chefe do concelho de Ambriz, cujo cargo veio igualmente a ocupar no conselho de Novo Redondo entre Setembro de 1882 e Dezembro de 1884[5]. Por decreto de 1883, e portaria de 5 de Agosto de 1887, foi promovido a condutor de 1ª classe do quadro da Direcção das Obras Públicas de Angola, tendo o seu lugar sido confirmado por decreto de 9 de Fevereiro de 1893[17]. Enquanto condutor de 1ª classe, exerceu as funções de telegrafista na referida direcção[9].

Em 1888, em Lisboa, planearam-se três expedições a África com vista a estender a administração portuguesa nas áreas, então, ocupadas pelos "chicundas", tribos de "hábitos predatórios" como os britânicos os designavam[18]. Victor Cordon foi um dos nomeados - por portaria régia - para fazer parte das expedições dirigidas aos sertões de Moçambique. Uma expedição por si conduzida dirigiu-se ao Alto Zambeze "no país dos Muzuzuros 'Machima' até a Foz do Rio Sanhate de 1888 a 1890"[5][19], sendo entendida como "uma perigosa área"[18]. A participação de Francisco Cordon nestas expedições granjeou-lhe louvor e reconhecimento em Portugal. No período entre 1888 e 1890, foi desenvolveu outros projectos em Moçambique. No ano seguinte, foi promovido ao posto de capitão do exército da África Oriental[9].

A 31 de Dezembro de 1895, o seu chefe de serviço teceu a seguinte observação: "Considero-o suficientemente inteligente e conhecedor dos deveres do seu encargo, parece-me contudo já uma pouco cansado e pouco zeloso pelo serviço"[20]. Esta apreciação seria seguida de uma repressão "pela pouca [e] regular (...) escripturação" na circunscrição de Moçâmedes, datada de 14 de Fevereiro de 1896.

Em Abril de 1896, embarcou no "Vapor Zaire" para regressar a Lisboa e assim poder usufruir da licença emitida pela Junta de Saúde da Província de Angola. Acompanhava-o "o seu filho menor de 5 anos de nome Jorge Victor Cordon e uma creada menor de 9 anos de nome Conceição"[21]. Em 1896, encontrava-se ao serviço, tendo solicitado em 23 de Novembro uma gratificação de 20 mil reis (20$000) mensais pelo facto de se encontrar a substituir o condutor Garcês, que havia seguido para a Guiné em serviço. Pedido que lhe foi concedido a 27 de Janeiro de 1897[22].

A 19 de Maio de 1897, solicitou uma licença com o intuito de se deslocar até o campo, onde encontraria as águas minerais que lhe permitiriam restabelecer a sua saúde, conforme indicação na licença da Junta de Saúde[23]. Esta informação estava corroborada pelo atestado passado a 2 de Maio de 1897 pelo dr. Proença da Costa Freire, médico-cirurgião, formado na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa[24]. Juntamente com o pedido de gozo de licença rogou que não lhe fosse retirada a bonificação de 18 mil reis (18$000) que recebia nessa altura. A 31 de Maio desse ano, foi-lhe concedida uma licença de 3 meses[23].

De acordo com a decisão de Agosto de 1897, seguiu para Lunda, em Angola, a 23 de Setembro desse mesmo ano, para desempenhar o serviço militar que fosse necessário, assim como exercer as funções de topógrafo e agrimensor, entre outras da sua especialidade. Ficou-lhe, então, estipulado um subsídio diário trinta mil reis (30$000) por conta do serviço e dez mil reis (10$000) mensais para o quartel[25]. Em 17 de Setembro de 1897, obteve a aprovação para deixar de ser condutor de 1ª classe da Direcção das Obras Públicas de Angola em Luanda[26], tendo sido exonerado por portaria de 9 de Maio de 1898[27].

Em Setembro de 1898, foi mandado fazer o estudo das fortificações e aquartelamentos da província da Guiné, não tendo direito a abonos de vencimento, nem transportes de ida ou de volta[28]. Presume-se que não tenha efectuado esta missão, uma vez que não foi localizada informação a este respeito.

A 17 de Junho de 1901, então colocado no posto de capitão, realizou o tirocínio para o posto de major na Escola Prática de Infantaria[29]. Não obstante, não terá concluído a sua formação, uma vez que, segundo informação constante no Diário do Governo, datado de Setembro desse ano, falecera com o posto de "capitão da guarnição da provincia de Angola"[6].

Desde que iniciou a sua carreira em 1871 até 1895, Francisco Cordon usufruiu de seis meses de licença da Junta de Saúde com início em 1878, e um ano de licença graciosa, cumprido em 1884, em Lisboa[9]. Posteriormente, e até ao fim da sua carreira, os registos disponíveis referem que, a 28 de Maio de 1896, foi inspecionado pela Junta de Saúde do Ultramar tendo obtido 120 dias de licença[30]. A esta, sobrepôs-se uma licença de 30 dias concedida a 14 de Julho do mesmo ano[31]. Por despacho de 31 de Março de 1897 e portaria de 19 de Novembro de 1897, foram-lhe concedidos 3 meses de licença sem vencimento, que iniciou a 23 deste último mês. A 9 de Maio de 1898, foi-lhe concedida uma licença de 90 dias para tratamento de doença[32], e, a 4 de Agosto do mesmo ano, foram-lhe autorizados mais 60 dias de licença para continuar o tratamento[33].

Outras informações

A 8 de Setembro de 1875, na condição de furriel da 4ª Companhia, foi condenado a 2 dias de prisão por ter "faltado ao respeito" ao chefe da estação telegráfica do quartel geral[34].

Francisco Maria Victor Cordon recebeu as seguintes Ordens Honoríficas: o grau de Cavaleiro da Antiga e Muito Nobre Ordem Militar da Torre e Espada, Valor, Lealdade e Mérito, enquanto Tenente do Exército de África Ocidental[35][36] e a condecoração de Cavaleiro da Real Ordem Militar de São Bento de Assis, enquanto Capitão do Exército de África Ocidental (proposto pelo Ministério dos Negócios do Ultramar)[37][38]. Foi, ainda, condecorado com a medalha de prata de comportamento exemplar e proclamado[39] Benemérito da Pátria[40].

Obras

Topografia e Agrimensura em Lunda, Angola.

Estudo do Caminho de Ferro e obras públicas de Angola.

Notas

  1. Arquivo Distrital de Évora. Estremoz. Paróquia de Estremoz (Santo André). Baptismos (05-10-1849  a 28-09-1856), 55.
  2. Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Ofício. 5 de Fevereiro de 1877; Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Guia Nº 122. 28 de Abril de 1896.
  3. Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Ofício respondido a 8 de Fevereiro de 1877.
  4. 4,0 4,1 Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Família Ferreira do Amaral. Correspondência recebida de Victor Cordon, cx. 7, mç. Víctor Cordon, docs. 1-2.
  5. 5,0 5,1 5,2 5,3 5,4 5,5 Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Informação referida no anno de 1892.
  6. 6,0 6,1 "Obituário", Diário do Governo, no. 213, 23 de Setembro de 1901, 2563.
  7. Geneall, "Francisco Maria Vitor Cordon". Visualizado em 9 Dezembro, 2022.
  8. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Arquivo Oliveira Salazar (1908-1974), cx. 926, f. 409-410. Correspondência Particular. Correspondência de Jorge Vítor Cordon.
  9. 9,0 9,1 9,2 9,3 9,4 Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon - Mapa da Repartição das Obras Públicas da Província de Angola referente ao ano 1895.
  10. 10,0 10,1 Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Angola, Obras Públicas, Relação de actividade.
  11. Portaria de 3 de Janeiro de 1877, Diário do Governo, no. 16, 20 Janeiro de 1877, 124.
  12. 12,0 12,1 A.S., "Serpa Pinto e Victor Cordon", 118.
  13. "Relação nominal do pessoal nomeado para o quadro de obras publicas da província de Angola", Diário do Governo, no. 151, 10 de Julho de 1878, 1644.
  14. "Relação dos empregados dos quadros das obras publicas das provinciais ultramarinas, que regressaram ao reino, por que motivo e situação em que se acham", Diário do Governo, no. 151, 10 de Julho de 1878, 1645. Nesta listagem está indicado que Victor Cordon teria falecido, o que não foi o caso. Esta informação indica um lapso, ou que o seu estado de saúde seria grave.
  15. Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Requerimento. 17 de Maio de 1878.
  16. Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Barão de Santo António - Médico e Cirurgião.
  17. Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Oficio de Concessão de Licença.
  18. 18,0 18,1 Newitt, "Moçambique: O ultimatum", 10:647-648.
  19. René Pélissier, "A expedição de Vítor Cordon à Mashonalândia, 2:44-46; 49.
  20. Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Informação referida ao anno de 1895.
  21. Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Ofício Nº 355. 27 de Abril de 1896; Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Guia Nº 122. 28 de Abril de 1896.
  22. Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Exposição do condutor de 1ª classe das Obras Públicas de Angola.
  23. 23,0 23,1 Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Exposição do condutor de 1ª classe das Obras Públicas de Angola Francisco Maria Victor Cordon. 19 de Maio de 1897.
  24. Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Atestado de Saúde.
  25. Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Comunicação Nº 306. 21 de Agosto de 1897.
  26. Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Comunicação Nº 355. 21 de Agosto de 1897.
  27. "Que se apresentaram n’esta secretaria d’estado", Diário do Governo, no. 124, 6 de Junho de 1898, 1404.
  28. Portaria de 6 de Setembro de 1898, Diário do Governo, no. 223, 6 de Outubro de 1898, 2651.
  29. Declarações, Diário do Governo, no. 159, 20 de Julho de 1901, 1937.
  30. Por portaria de 29 de Maio de 1896.
  31. Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Oficio Nº 1412 da 3ª Repartição.
  32. "Que se apresentaram n’esta secretaria d’estado", Diário do Governo, no. 124, 6 de Junho de 1898, 1404.
  33. "Licenças concedidas por motivo de molestia aos offlciaes abaixo mencionado. Em sessão de 4 de agosto findo", Diário do Governo, no. 197, 6 de Setembro de 1898, 2387.
  34. Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Cópia do 'Registo disciplinar nº 879' registado no Livro de Matriculas 1475.
  35. Forjaz, Mercês Honoríficas do Século XIX, 115.
  36. Diploma de mercê honorífica de 22 de Maio de 1890, Diário do Governo, no. 117, 26 de Maio de 1890, 1178.
  37. Forjaz, Mercês Honoríficas do Século XIX, 369.
  38. Diploma de mercê honorífica de 29 de Março de 1894, Diário do Governo, no. 74, 4 de Abril de 1894, 833.
  39. Em sessão da Câmara dos Deputados a 15 de Setembro de 1890.
  40. Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Informação referida no anno de 1893.

Fontes

"Serpa Pinto e Victor Cordon - chegada a Lisboa". O Occidente: revista illustrada de Portugal e do Estrangeiro 13, no. 348 (1890): 98-118.

A. S.. "Serpa Pinto e Victor Cordon. Chegada a Lisboa". O Occidente: revista illustrada de Portugal e do Estrangeiro 13, no. 409 (1 Maio, 1890): 97-104.

A. S.. "Serpa Pinto e Victor Cordon". O Occidente: revista illustrada de Portugal e do Estrangeiro 13, no. 411 ( 21 Maio, 1890): 118.

Arquivo Distrital de Évora. Estremoz. Paróquia de Estremoz (Santo André). Baptismos (05-10-1849  a 28-09-1856), 55.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Angola, Obras Públicas, Relação de actividade.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Atestado de Saúde.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Barão de Santo António - Médico e Cirurgião.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Comunicação Nº 306. 21 de Agosto de 1897.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Comunicação Nº 355. 21 de Agosto de 1897.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Cópia do 'Registo disciplinar nº 879' registado no Livro de Matriculas 1475.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Exposição do condutor de 1ª classe das Obras Públicas de Angola.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Exposição do condutor de 1ª classe das Obras Públicas de Angola Francisco Maria Victor Cordon. 19 de Maio de 1897.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Informação referida no anno de 1892.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Informação referida no anno de 1893.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Informação referida ao anno de 1895.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Mapa da Repartição das Obras Públicas da Província de Angola referente ao ano 1895.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Ofício. 5 de Fevereiro de 1877.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Oficio de Concessão de Licença.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Ofício Nº 355. 27 de Abril de 1896.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Oficio Nº 1412 da 3ª Repartição.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Ofício respondido a 8 de Fevereiro de 1877.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Requerimento. 17 de Maio de 1878.

Arquivo Histórico Ultramarino. 771/2. 1D. MU. Cx. 1879-1929. Processos Individuais. ANG. Francisco Maria Victor Cordon. Guia Nº 122. 28 de Abril de 1896.

Arquivo Histórico Ultramarino. Obras Públicas-Pessoal. ULT. 1N. SEMU. MU. DGU. Liv. 1893-1919. N. Ordem 428.

Arquivo Histórico Ultramarino. Registo pessoal das obras públicas. ULT. 1N. SEMU. DGU. Liv. 1880-1892. N. Ordem 905.

Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Arquivo Oliveira Salazar (1908-1974), cx. 926, f. 409-410. Correspondência Particular. Correspondência de Jorge Vítor Cordon.

Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Família Ferreira do Amaral. Correspondência recebida de Victor Cordon, cx. 7, mç. Víctor Cordon, docs. 1-2.

Declarações, Diário do Governo, no. 159, 20 de Julho de 1901, 1937.

Diploma de mercê honorífica de 22 de Maio de 1890, Diário do Governo, no. 117, 26 de Maio de 1890, 1178.

Diploma de mercê honorífica de 29 de Março de 1894, Diário do Governo, no. 74, 4 de Abril de 1894, 833.

"Licenças concedidas por motivo de molestia aos offlciaes abaixo mencionado. Em sessão de 4 de agosto findo", Diário do Governo, no. 197, 6 de Setembro de 1898, 2387.

"Obituário", Diário do Governo, no. 213, 23 de Setembro de 1901, 2563.

Portaria de 3 de Janeiro de 1877, Diário do Governo, no. 16, 20 Janeiro de 1877, 124.

Portaria de 6 de Setembro de 1898, Diário do Governo, no. 223, 6 de Outubro de 1898, 2651.

"Que se apresentaram n’esta secretaria d’estado", Diário do Governo, no. 124, 6 de Junho de 1898, 1404.

"Relação dos empregados dos quadros das obras publicas das provinciais ultramarinas, que regressaram ao reino, por que motivo e situação em que se acham", Diário do Governo, no. 151, 10 de Julho de 1878, 1645.

"Relação nominal do pessoal nomeado para o quadro de obras publicas da província de Angola", Diário do Governo, no. 151, 10 de Julho de 1878, 1644-1645.

Bibliografia

Forjaz, Jorge. Mercês Honoríficas do Século XIX (1890-1899). Lisboa: Letras Lavadas, 2019.

Geneall, "Francisco Maria Vitor Cordon". Visualizado em 9 Dezembro, 2022.

Lapa, Albino. Vítor Cordon, Colecção pelo Império. Vols. 50-51. Lisboa: Agência Geral das Colónias, 1939.

Newitt, Malyn. "Moçambique: O ultimatum". Em Nova História da Expansão Portuguesa: O Império Africano 1825-1890, direção por Joel Serrão e A. H. Oliveira Marques. Vol. 10. Lisboa: Editorial Estampa, 1998.

Palet, Filipe Filismino Nunes. "Victor Cordon na expansão do ultramar português". Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa 69, no. 7-8 (1951): 377-389.

Pélissier, René. "A expedição de Vitor Cordon à Mashonalândia (Ago 1888-Fev 1889 e Jun-Out de 1889)". Em História de Moçambique: formação e oposição 1854-1918. Vol. 2. Lisboa: Editorial Estampa, 2000.

Ligações Externas

Wikipédia, "Francisco Maria Vítor Cordon".

Autor(es) do artigo

Sandra Osório da Silva

Departamento de História, FCSH, Universidade Nova de Lisboa

https://orcid.org/0000-0001-7529-5008

Financiamento

Fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito do projeto TechNetEMPIRE | Redes técnico-científicas na formação do ambiente construído no Império português (1647-1871) PTDC/ART-DAQ/31959/2017

DOI

https://doi.org/10.34619/npni-epiy

Citar este artigo

Silva, Sandra Osório da. "Francisco Victor Cordon", in eViterbo. Lisboa: CHAM - Centro de Humanidades, FCSH, Universidade Nova de Lisboa, 2022. (última modificação: 25/06/2024). Consultado a 23 de julho de 2024, em https://eviterbo.fcsh.unl.pt/wiki/Francisco_Victor_Cordon. DOI: https://doi.org/10.34619/npni-epiy