Jacinto Isla de Santos e Silva

From eViterbo
Jump to navigation Jump to search


Jacinto Isla de Santos e Silva
Nome completo Jacinto Isla de Santos e Silva
Outras Grafias Jacintho Isla de Santos e Silva, Jacintho Isla dos Santos e Silva
Pai João António dos Santos e Silva
Mãe Cândida Rosa Rosalia Isla Pacheco
Cônjuge Maria Alda de Montalvão e Silva
Filho(s) João Isla de Montalvão Santos e Silva, Maria Isla de Montalvão Santos e Silva, Maria Clotilde Montalvão de Santos e Silva, Jacinto Isla de Montalvão Santos e Silva, José Isla de Montalvão Santos e Silva
Irmão(s) valor desconhecido
Nascimento 9 junho 1862
Castelo de Vide, Portalegre, Portugal
Morte valor desconhecido
Sexo Masculino
Religião Cristã
Formação
Formação Instrução técnico-profissional
Local de Formação Lisboa, Lisboa, Portugal

Data Início: 22 de julho de 1885
Local de Formação Lisboa, Lisboa, Portugal
Postos
Data Início: 01 de outubro de 1880
Fim: 22 de julho de 1885
Arma Artilharia

Posto Alferes
Data Início: 22 de julho de 1885
Fim: janeiro de 1888
Arma Cavalaria

Posto 2º Tenente
Data Início: janeiro de 1888
Fim: janeiro de 1890
Arma Artilharia
Cargos
Cargo Professor
Data Início: 11 de fevereiro de 1896
Fim: 07 de abril de 1896

Cargo Secretário

Cargo Chefe de secção
Data Início: 16 de janeiro de 1901
Fim: 12 de março de 1901

Cargo Presidente
Data Início: 01 de agosto de 1906
Fim: 31 de outubro de 1906
Actividade
Actividade Reparação
Data Início: 1896
Local de Actividade Batugadé, Bobonaro, Timor

Actividade Campanha militar
Data Início: 23 de agosto de 1896
Fim: 24 de agosto de 1896
Local de Actividade Timor

Actividade Desenho de fortificação
Data Início: 09 de setembro de 1896
Fim: 15 de setembro de 1896
Local de Actividade Timor

Actividade Demarcação de fronteira
Data Início: 29 de agosto de 1898
Fim: 07 de março de 1899
Local de Actividade Timor

Actividade Campanha militar
Data Início: 17 de agosto de 1902
Fim: 09 de outubro de 1902
Local de Actividade Timor


Biografia

Dados biográficos

Jacinto Isla de Santos e Silva nasceu em 9 de Junho de 1862, natural de Castelo de Vide, no districto de Portalegre. Era filho de João António dos Santos e Silva e Cândida Rosa Rosalia Isla Pacheco. Contraiu matrimónio com Maria Alda de Montalvão e Silva em 9 de Dezembro de 1899, do qual resultou o nascimento de João em 8 de Outubro de 1900; de Maria em 16 de Maio de 1902; da segunda filha Maria Clotilde Montalvão de Santos e Silva em 8 de Junho de 1904, natural em Díli, Timor[1]; de Jacinto em 27 de Agosto de 1905; e de José em 28 de Outubro de 1906[2]. Sobre o seu filho Jacinto Isla de Montalvão Santos e Silva, conhece-se a naturalidade timorense, mais precisamente Lahane, em Díli, e a matrícula no curso da arma de Cavalaria da Escola do Exército em 1920, após ter cumprido o curso preparatório da Escola Politécnica de Lisboa[3].

Não obstante desconhecer-se a data e local do seu falecimento, de acordo com o registo de casamento da sua filha, encontrava-se já falecido em 1929[1].

Carreira

Jacinto Santos e Silva cumpriu a sua educação preparatória militar, para acesso à arma de Artilharia, na Escola Politécnica, tendo completado o 3º ano em 1884 e concluído o curso em 1887[2]. Iniciou a sua carreira militar como praça voluntário no regimento de Artilharia n.º 1, tendo ocupado esse posto entre 1 de Outubro de 1880 e 22 de Julho de 1885. Findo esse período, foi promovido ao posto de alferes, sendo aluno na condição de soldado aspirante a oficial no regimento de Cavalaria n.º 1, sendo-lhe concedida licença para prosseguir os estudos militares na Escola do Exército[2]. Apesar de se desconhecer a data de fim da sua formação militar, em Janeiro de 1888 foi promovido ao posto de 2.º tenente no regimento de Artilharia n.º 4, sendo transferido no ano seguinte para o 3.º regimento da mesma arma. Em Janeiro de 1890, alcança o posto de 1.º tenente naquele regimento. Ainda em 1890, foi promovido ao posto de capitão em função da sua nomeação para desempenhar uma comissão de serviço nos domínios coloniais. Sem que se conheça a data da nomeação, Jacinto Santos e Silva foi exonerado do cargo de Intendente dos negócios indígenas "do Alto de: País de Gaza", por decreto de 21 de Fevereiro de 1891, o qual se relacionaria com a comissão de serviço mencionada, uma vez que, exonerado, retomou o posto de 1.º tenente do Exército do Reino. No ano seguinte, em 17 de Fevereiro, acha colocação no segundo regimento de artilharia, sendo transferido em 17 de Maio de 1893 para o regimento de Artilharia n.º 4. Uma vez confirmada essa colocação, surgiu novamente a promoção ao posto de capitão para comissão de serviço nas colónias, desta feita, na Guiné, decretada em 30 de Novembro de 1893[2].

A partir do desembarque nos territórios da Guiné portuguesa em 23 de Janeiro de 1894, Jacinto Santos e Silva passou a receber um aumento de 50% na contagem do tempo de serviço militar - que foi mantido nas restantes transferências. Nesse ano, foi colocado na guarnição de Bissau, na qual serviu em dois períodos específicos: entre 5 de Fevereiro e 14 de Abril; e entre 22 de Maio e 9 de Junho. No interregno entre entre 15 de Abril e 21 de Maio de 1894, ocupou o cargo de comandante da bateria de montanha nas operações militares que tinham por objetivo reprimir as revoltas da ilha de Bissau. Esta campanha, que se prolongou entre dezembro de 1893 a Maio de 1894, ficou conhecida como a terceira Guerra de Bissau[4].

Em função, recebeu louvor pelo "reconhecimento à vista que fez nos terrenos que circundam a praça de Bissau no qual adquiriu informações importantes e necessárias para a boa direcção da marcha da Coluna de operações e ataque das povoações rebeldes"[2].

Em 25 Setembro de 1894, regressou a Portugal para se apresentar à Junta de Saúde Naval e do Ultramar, da qual resultou uma licença de saúde com duração até 23 de Março de 1895. Jacinto Santos e Silva regressou à Guiné, mas rapidamente retornou ao reino por motivos de saúde. Foi de novo presente à Junta de Saúde que o exonerou da comissão de serviço de que estava incumbido. Em consequência, em 25 de Outubro integrou o exército, novamente, com o posto de 1.º tenente, sendo colocado no Estado Maior de Artilharia em 31 de Outubro[2].

Por decreto de 26 de Dezembro de 1895, foi chamado a desempenhar uma comissão de serviço no Estado da Índia, pelo que, ao serviço do Ministério da Marinha e Ultramar, foi retirado do quadro da arma de Artilharia. Em 15 de Janeiro de 1896, foi colocado na bateria de Artilharia da guarnição do Estado da Índia na condição de arregimentado. Desembarcou em 11 de Fevereiro, e manteve-se na Índia até à sua exoneração em 7 de Abril. Nesse período, foi também nomeado director e professor interino da quarta cadeira da Escola de Artes e Ofícios[2].

Após a exoneração, foi transferido para os territórios de Timor em 23 de Abril de 1896, mantendo-se ao serviço do Ministério da Marinha e Ultramar. Desembarcou em 26 de Maio, sendo nomeado, nesse dia, comandante do depósito e inspector do material de guerra, e, mais tarde, a 31 de Dezembro desse ano, vogal da comissão administrativa do Hospital Miltiar de Díli. Da permanência de Jacinto Santos e Silva em Timor durante o ano de 1896, conhece-se a sua participação, no posto de chefe do estado maior, nas operações militares de "pacificação" do districto decorridas entre 10 de Julho e 26 de Outubro contra os reinos de Oeste[2]. Mais precisamente, numa primeira fase da campanha decorrida entre 23 e 24 de Agosto, na qual comandou parte das forças destinadas a atacar o reino de Cová[5], território no qual estava encarregue de instalar um comando militar. Esta operação ocorreu entre 9 de setembro de 1896 e 15 de setembro de 1896, tendo sido optado o "mamelão que corôa o contraforte de Fatu-Bessi, onde existira uma tranqueira dos rebeldes", no qual se estabeleceu uma construção de caráter provisório, à qual deu o nome "Celestino da Silva"[6]; e, numa segunda fase de campanha, em que liderou as forças militares portuguesas contra os reinos de Loquéo, Fatomean e Dacolo[7]. Em resultado dos "relevantes serviços prestados e bravura" demonstrada naquelas campanhas, recebeu louvor régio[2].

Em 24 de Janeiro de 1897, foi exonerado do cargo de vogal que ocupava no Hospital Militar - mantendo o cargo de comandante do depósito - e remetido para Macau em comissão de serviço. Após transferência para os quadros de comissão daquela província em 3 de Maio, Jacinto Santos e Silva retorna a Timor em 13 de Junho. Apesar de em 3 de Novembro de 1897 ser decretada a sua transferência para o exército do reino na província de Angola, permaneceu em Timor por ordem do Ministério da Marinha e Ultramar datada de 31 de Maio de 1898. Em 29 de Agosto desse ano, foi nomeado secretário de José Celestino da Silva, governador de Timor, em 29 de Agosto, com o fim de auxiliar as operações de delimitação das fronteiras entre os domínios coloniais português e holandês naquele distrito. Na mesma data, foi nomeado secretário interino do Governo do districto de Timor, de cujo cargo foi exonerado a 5 de Setembro. Manteve as funções nos trabalhos de demarcação das fronteiras, tendo acompanhado o governador de Timor em viagem realizada entre 5 de Fevereiro e 22 de Fevereiro de 1899, data em que regressou a Díli. Foi exonerado dessas funções em 7 de Março de 1899. Em consequência, retomou o serviço militar e, entre 6 de Junho e 8 de Agosto, compôs as forças militares movidas contra a rebelião na região de Cailaco[2].

Em 10 de Janeiro de 1900, foi nomeado delegado interino do procurador da Coroa e Fazenda, do qual foi exonerado por portaria de 2 de Março. Sucedeu-se a sua renomeação para secretário interino de José Celestino da Silva em 1 de Julho, e respectiva exoneração a 16 de Outubro. Nesse ano, compôs as forças militares portuguesas movidas contra as povoações rebeldes de Manufahi, com participação entre 17 de Outubro e 25 de Novembro de 1900 no posto de chefe do estado maior. No ano seguinte, em 16 de Janeiro, foi nomeado chefe interino do serviço das Obras Públicas do distrito de Timor[8] - em substituição do chefe interino Alberto Carlos, que se encontrava em Macau como transportador das atas de eleição para deputado -, sendo exonerado desse cargo em 12 de Março[9]. Por portaria com a mesma data, retornou ao cargo de secretário interino do governo do districto de Timor, acumulando, a partir de 15 de Março, com as funções de vogal no Conselho de Guerra permanente de Timor. Não obstante, em 8 de Junho de 1901 era exonerado destas funções, bem como dos cargos de comandante do depósito e inspector do material de guerra, uma vez terminada a sua comissão de serviço no dia seguinte[2].

Desta feita, regressou ao reino, por Macau, sendo-lhe atribuída licença de seis meses com início a 28 de Agosto de 1901[2]. Finda esta licença, Jacinto Santos e Silva retomou funções ao serviço do Ministério da Marinha e Ultramar, sendo nomeado para o cargo de chefe do estado maior interino do districto de Timor em 7 de Março de 1902. Então, realiza a viagem de regresso a Timor entre 20 de Fevereiro e 17 de Maio. Não obstante, uma vez promovido ao posto de capitão, foi nomeado comandante da bateria mista de artilharia de montanha e guarnição da província de Moçambique em 27 de Junho. Já entre 17 de Agosto e 3 de Outubro de 1902 conduziu as forças militares portuguesas contra os reinos de Leste em Timor[10]. Posteriormente, ocupou o cargo de comandante militar daquele districto, para o qual havia sido nomeado em 9 de Setembro daquele ano, sendo exonerado das funções em Moçambique. Em 25 de Novembro de 1902, foi exonerado do posto de chefe do estado maior interino, e nomeado comandante militar. Sucede-se, de novo, em 31 de Março de 1903, a sua nomeação para o cargo vogal do Conselho de Guerra permanente de Timor. Foi exonerado deste cargo, bem como do de comandante militar, e colocado como comandante militar Central do Norte em 29 de Dezembro de 1903. A partir de 1904, encontrava-se na condição de comissão extraordinária de serviço no ultramar[2].

Em 1 de Agosto de 1906, foi nomeado presidente dos Conselhos de Guerra territoriais, sendo exonerado em 31 de Outubro. Então, manteve-se em comissão de serviço a partir de 22 de Novembro daquele ano. Mais tarde, já em 3 de Junho de 1908, foi exonerado do cargo de comandante militar Central do Norte, regressando ao reino para gozo de nova licença "graciosa". Finda esta última, regressou em 9 de Novembro de 1908 à disponibilidade militar, nomeadamente, ao serviço do Ministério da Guerra[2].

Outras informações

No decorrer da comissão extraordinária de serviço em Timor, realizou viagem, em 5 de Abril de 1905, para a província de Macau na condição de portador da acta eleitoral da eleição de deputados[2].

Afora os louvores militares mencionados atrás, Jacinto Santos e Silva foi oficial da Ordem da Torre e Espada por decreto de 5 de Julho de 1894. Recebeu condecoração com a medalha de prata da Rainha D. Amélia em 1896, pelo desempenho militar em Timor, e com a medalha militar de ouro da classe de valor militar em 26 de Janeiro de 1898[2].

Obras

Foi responsável pelo planeamento e direcção da construção do Reduto do Conselheiro Jacintho Candido, em Batugadé, Timor[11].

Notas

  1. 1,0 1,1 Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 3ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa, Livro de casamentos nº 98, fl. 42. 1929.
  2. 2,00 2,01 2,02 2,03 2,04 2,05 2,06 2,07 2,08 2,09 2,10 2,11 2,12 2,13 2,14 2,15 Arquivo Histórico Militar, Processo individual, cx. 1166.
  3. Arquivo Histórico Militar. Lista dos Alunos das Escolas Militares - Academia de Fortificação, Escola do Exército, Escola de Guerra e Escola Militar (1790 a 1940).
  4. Veja-se: Pélissier, História da Guiné, 2:30-39
  5. Arquivo Histórico Ultramarino. SEMU. DGU. RM. 005. Cx. 1, 1890-1899, proc. 26. Relatorio e mais documentos relativos ás operações realisadas no districto autonomo de Timôr no anno de 1896, 3r–5r. Jacintho Isla de Santos e Silva, "Documento C: Relatório do attaque aos rebeldes de Cová (18 de dezembro de 1896)", 3r. Díli, Secretaria do Governo, 26 de Janeiro de 1897.
  6. Arquivo Histórico Ultramarino. SEMU. DGU. RM. 005. Cx. 1, 1890-1899, proc. 26. Relatorio e mais documentos relativos ás operações realisadas no districto autonomo de Timôr no anno de 1896, 1r–2v.. Jacintho Isla de Santos e Silva, "Documento C: Relatório do reconhecimento á vista do territorio de Cová, para a escolha do logar para estabelecimento d’um Commando militar (18 de dezembro de 1896)", 2r-2v. Díli, Secretaria do Governo, 26 de Janeiro de 1897.
  7. Arquivo Histórico Ultramarino. SEMU. DGU. RM. 005. Cx. 1, 1890-1899, proc. 26. Relatorio e mais documentos relativos ás operações realisadas no districto autonomo de Timôr no anno de 1896, 5r–17v.. Jacintho Isla de Santos e Silva, "Documento C: Relatorio da Campanha contra os rebeldes de Lokeo, Fatumean e Dacolo (27 de dezembro de 1896)", 5r. Díli, Secretaria do Governo, 26 de Janeiro de 1897.
  8. Governo do Districto Autonomo de Timor, Portaria Provincial n.º 11 (16 de janeiro de 1901), Boletim Official do Districto Autonomo de Timor 2, no. 3, 19 de Janeiro de 1901, 12.
  9. Governo do Districto Autonomo de Timor, Portaria Provincial n.º 31 (12 de março de 1901), Boletim Official do Districto Autonomo de Timor 2, no. 3, 16 de Março de 1901, 43.
  10. Arquivo Histórico Ultramarino. SEMU. DGU. RM. 005. Cx. 2, 1900-1903. Jacintho Isla de Santos e Silva, [Cópia] Relatorio sobre as operações militares contra os reinos e jurisdições rebeldes de Leste, 1r. 1902. 23 de janeiro de 1903. Dilly, Secretaria Militar do Quartel General do Districto Autonomo de Timor, 27 de Janeiro de 1903.
  11. Arquivo Histórico Ultramarino. SEMU. DGU. RM. 005. Cx. 1, 1890-1899. José Celestino da Silva, Processo n.º 26: Relatorio e mais documentos relativos ás operações realisadas no districto autonomo de Timôr no anno de 1896, 78v.. Dilly, Secretaria do Governo, 26 de Janeiro de 1897.

Fontes

Arquivo Histórico Ultramarino. SEMU. DGU. RM. 005. Cx. 1, 1890-1899, proc. 26. Relatorio e mais documentos relativos ás operações realisadas no districto autonomo de Timôr no anno de 1896, 1r–2v.. Jacintho Isla de Santos e Silva, "Documento C: Relatório do reconhecimento á vista do territorio de Cová, para a escolha do logar para estabelecimento d’um Commando militar (18 de dezembro de 1896)", 2r-2v. Díli, Secretaria do Governo, 26 de Janeiro de 1897.

Arquivo Histórico Ultramarino. SEMU. DGU. RM. 005. Cx. 1, 1890-1899, proc. 26. Relatorio e mais documentos relativos ás operações realisadas no districto autonomo de Timôr no anno de 1896, 3r–5r. Jacintho Isla de Santos e Silva, "Documento C: Relatório do attaque aos rebeldes de Cová (18 de dezembro de 1896)", 3r. Díli, Secretaria do Governo, 26 de Janeiro de 1897.

Arquivo Histórico Ultramarino. SEMU. DGU. RM. 005. Cx. 1, 1890-1899, proc. 26. Relatorio e mais documentos relativos ás operações realisadas no districto autonomo de Timôr no anno de 1896, 5r–17v.. Jacintho Isla de Santos e Silva, "Documento C: Relatorio da Campanha contra os rebeldes de Lokeo, Fatumean e Dacolo (27 de dezembro de 1896)", 5r. Díli, Secretaria do Governo, 26 de Janeiro de 1897.

Arquivo Histórico Ultramarino. SEMU. DGU. RM. 005. Cx. 1, 1890-1899. José Celestino da Silva, Processo n.º 26: Relatorio e mais documentos relativos ás operações realisadas no districto autonomo de Timôr no anno de 1896, 78v.. Dilly, Secretaria do Governo, 26 de Janeiro de 1897.

Arquivo Histórico Ultramarino. SEMU. DGU. RM. 005. Cx. 2, 1900-1903. Jacintho Isla de Santos e Silva, [Cópia] Relatorio sobre as operações militares contra os reinos e jurisdições rebeldes de Leste, 1r. 1902. 23 de janeiro de 1903. Dilly, Secretaria Militar do Quartel General do Districto Autonomo de Timor, 27 de Janeiro de 1903.

Arquivo Histórico Militar. Lista dos Alunos das Escolas Militares - Academia de Fortificação, Escola do Exército, Escola de Guerra e Escola Militar (1790 a 1940).

Arquivo Histórico Militar, Processo individual, cx. 1166.

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 3ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa, Livro de casamentos nº 98 de 1929, fl. 42.

Governo do Districto Autonomo de Timor, Portaria Provincial n.º 11 (16 de janeiro de 1901), Boletim Official do Districto Autonomo de Timor 2, no. 3, 19 de Janeiro de 1901, 12.

Governo do Districto Autonomo de Timor, Portaria Provincial n.º 31 (12 de março de 1901), Boletim Official do Districto Autonomo de Timor 2, no. 3, 16 de Março de 1901, 43.

Bibliografia

Pélissier, René. História da Guiné. Portugueses e Africanos na Senegâmbia, 1841-1936. Vol. 2. 2 vols (1989). Lisboa: Editorial Estampa, 2001.

Ligações Externas

Arquivo Histórico Ultramarino, PT/AHU/BOTIM, Boletim Oficial de Timor (1839-1975).

Arquivo Científico Tropical - Digital Repository, "[Retrato de] Jacinto Isla Santos Silva".

Autor(es) do artigo

Isabel Boavida

https://orcid.org/0000-0002-0006-0666


João de Almeida Barata

https://orcid.org/0000-0001-9048-0447


Alice Santiago Faria

CHAM - Centro de Humanidades, FCSH, Universidade Nova de Lisboa

https://orcid.org/0000-0002-5006-4067

Financiamento

Fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito do projeto TechNetEMPIRE | Redes técnico-científicas na formação do ambiente construído no Império português (1647-1871) PTDC/ART-DAQ/31959/2017

DOI

https://doi.org/10.34619/1z1t-whmu

Citar este artigo

Boavida, Isabel, João de Almeida Barata, e Alice Santiago Faria. "Jacinto Isla de Santos e Silva", in eViterbo. Lisboa: CHAM - Centro de Humanidades, FCSH, Universidade Nova de Lisboa, 2022. (última modificação: 11/07/2024). Consultado a 22 de julho de 2024, em https://eviterbo.fcsh.unl.pt/wiki/Jacinto_Isla_de_Santos_e_Silva. DOI: https://doi.org/10.34619/1z1t-whmu