Domingos Tasso de Figueiredo

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Domingos Tasso de Figueiredo
Nome completo Domingos Tasso de Figueiredo
Outras Grafias valor desconhecido
Pai Domingos José de Figueiredo
Mãe Josefina Tasso
Cônjuge Carolina Adelaide Pinto de Figueiredo
Filho(s) Carlos Pinto Tasso de Figueiredo, Judite Pinto Tasso de Figueiredo, Alberto Pinto de Figueiredo
Irmão(s) Emília da Glória Tasso de Figueiredo
Nascimento 13 janeiro 1852
Morte 4 março 1919
Sertã, Portugal
Sexo Masculino
Religião Cristã
Residência
Residência Angola
Data Início: janeiro de 1877
Fim: junho de 1880

Residência Sertã, Portugal
Data Início: 13 de janeiro de 1852
Fim: 04 de março de 1919

Residência Lisboa, Portugal
Formação
Data Fim: 01 de outubro de 1870
Local de Formação Lisboa, Lisboa, Portugal

Formação Engenharia Militar
Data Início: agosto de 1874
Fim: 10 de janeiro de 1877
Local de Formação Lisboa, Lisboa, Portugal

Formação Engenharia Militar
Data Início: 1884
Local de Formação Lisboa, Lisboa, Portugal
Postos
Posto Tenente
Data Início: 25 de janeiro de 1879
Fim: 17 de janeiro de 1889
Arma Marinha

Posto Capitão
Data Início: 17 de janeiro de 1889
Arma Marinha

Data Início: março de 1895
Fim: agosto de 1901
Arma Marinha
Cargos
Cargo Engenheiro auxiliar
Data Início: 10 de janeiro de 1877

Cargo Engenheiro de 2ª Classe
Data Início: fevereiro de 1877
Fim: junho de 1880

Cargo Engenheiro
Data Início: junho de 1878
Fim: junho de 1880

Cargo Director
Data Fim: novembro de 1910

Cargo Presidente
Actividade
Actividade Campanha militar
Data Início: 1869
Fim: 1873

Actividade Desenho hidrográfico
Data Início: setembro de 1878

Biografia

Dados biográficos

Domingos Tasso de Figueiredo nasceu na freguesia e concelho da Sertã, distrito de Castelo Branco, em 13 de Janeiro de 1852. Era filho legítimo de Domingos José de Figueiredo, natural de São Pedro do Sul, e de Josefina Tasso, natural de Lisboa. Era neto paterno de José Manuel Tasso de Figueiredo e de Dona Maria Josefa, de São Pedro do Sul, e neto materno de João Tasso, natural de Itália, e de Dona Maria do Carmo, natural de Lisboa[1]. Do casamento dos seus pais resultou o nascimento de pelo menos uma irmã, Emília da Glória Tasso de Figueiredo[2].

A 3 de Outubro de 1874, casou, em São Jorge de Arroios, com Dona Carolina Adelaide Pinto, solteira, de 20 anos, filha legítima de José Antunes Pinto e de Dona Margarida Adelaide Pinto, natural e baptizada em Santa Maria Maior, e residente na rua Direita de Arroios da freguesia de São Jorge de Arroios no concelho de Lisboa. Domingos Figueiredo, então de 22 anos, era solteiro, 2º tenente da Armada, residente na freguesia de São José do referido concelho[3].

Teve pelo menos três filhos, Alberto Pinto de Figueiredo[4] - que frequentou o Real Colégio Militar[5][6][7] e foi oficial da Marinha[8] -, Carlos Pinto Tasso de Figueiredo, nascido em 1875 - que foi oficial da Marinha[9][10] - e Judite Pinto Tasso de Figueiredo, nascida em Lisboa a 17 de Março de 1881 - que casou com António Gorjão Couceiro de Albuquerque[11].

Ao longo da sua carreira, desempenhou um importante papel na Marinha, onde foi "um dos oficiais (...) que mais serviços prestou à coletividade que pertencia e que muito ilustrava"[12]. Faleceu na sua residência, localizada na Sertã, a 4 de Março de 1919[11][10][13].

Carreira

Domingos Tasso de Figueiredo assentou praça a 12 de Novembro de 1867[14]. No ano seguinte, a 14 de Agosto, integrou o quadro de funcionários da Companhia de Guarda Marinhas, encontrando-se à altura na condição de aspirante extraordinário[14][15]. Em junho de 1869, obteve um vencimento mensal de 12$000[14] e em Junho de 1890 recebeu, da Escola Naval, um pagamento de 6$600[16].

Desempenhou diversos serviços na Marinha: a 1 de Agosto de 1869, embarcado na corveta Estephania[17]; a 19 de Agosto de 1870, na fragata D. Fernando[18]; e a 27 de Setembro de 1870, passou a integrar a corveta Duque de Palmela[19]. A 31 de Março de 1872, foi destacado para a canhoeira Camões[20] e a 13 de Abril de 1873 para a escuna Príncipe D. Carlos[21].

Com a conclusão do Curso da Marinha foi promovido a guarda-marinha[22] a 1 Outubro de 1870[14]. A 15 de Dezembro de 1873, foi promovido 2º tenente da Armada[22].

Em Agosto de 1874, obteve licença para se matricular na Escola Politécnica de Lisboa e fazer o curso de Engenharia Hidrográfica[23], tendo obtido autorização para realizar o tirocínio para engenheiro hidrógrafo no mês seguinte[24]. Concluiu o curso em 10 de Janeiro de 1877[14]. Em 1884, matriculou-se no primeiro ano do curso de Engenharia Hidrográfica na Escola do Exército[25], desconhecendo-se se o concluiu. Posteriormente, em 1896, realizou, entre outros, um tirocínio na estação naval do Índico e no mar da China[26].

Previamente à sua partida para Angola, Domingos Figueiredo encontrava-se nos quadros da Direção Geral dos Trabalhos Geodésicos, onde desempenhava o cargo de engenheiro hidrógrafo no Observatório Astronómico da Escola Politécnica[27]. Em Dezembro de 1876, foi requisitado à Direção Geral da Marinha[27], onde era engenheiro adido, com o intuito de integrar uma comissão na Direção das Obras Públicas de Angola, facto datado de 9 de Janeiro de 1877 e anunciado no Diário do Governo[14][27][28]. A 25 de Janeiro do referido ano, foi promovido a 1ª tenente, sob pena de perder a promoção caso não concluísse a referida comissão[14][29][14]. Em Junho de 1878, encontrava-se colocado como 2º engenheiro nos Caminhos-de-Ferro de Ambaca[30]. No mês seguinte, integrou o quadro das Obras Públicas de Angola[31], sendo transferido em Agosto de 1878 para o cargo da Direcção Administrativa e Técnica das Obras Públicas de Angola[32], devido à ausência de Henrique dos Santos Rosa. Em Setembro de 1878, levantou uma planta da praia de Moçâmedes, com nivelamento e sondagens necessárias ao estabelecimento de uma ponte em frente à alfândega[33]. No mesmo mês, seguiu para Lisboa, para gozar 6 meses de licença da Junta de Saúde[34].

No âmbito da comissão de serviço em Angola, Tasso de Figueiredo realizou também trabalhos hidrográficos, mais concretamente em Luanda. No início de 1879, viria a requerer que os mesmos fossem considerados como tirocínio e equivalessem aos conhecimentos práticos exigidos na admissão ao corpo de engenheiros hidrográficos. Porém, o seu requerimento foi indeferido. A 27 de Março de 1879, foi exonerado da comissão[14], a seu pedido, por considerar que a sua carreira estava a ser prejudicada[35]. Simultaneamente, a situação financeira de Tasso de Figueiredo dificulta-se em consequência das avultadas somas em dívida à Fazenda Pública. Em Março de 1879, devia 1.244$000 reis pelos adiantamentos que recebera quando foi para Angola. Regra geral, quando existiam dívidas, a Fazenda deduzia a sexta parte do soldo, que seriam, neste caso, 66 mil reis por ano (66.000$000). Para colmatar totalmente a dívida de Tasso de Figueiredo, seriam necessários 18 anos de trabalho. Não sendo essa solução razoável, todo o seu soldo (inclusivamente a gratificação) foi deduzido para colmatar a dívida. Ora, desprovido do seu soldo, e previamente à sua exoneração da comissão, o agente viria a pedir uma indemnização à Fazenda. Não obstante, viria a aceitar abdicar o seu soldo para amortizar a dívida[35].

Uma vez exonerado da comissão de serviço em Angola, foi despromovido ao posto de 2º tenente em 3 de Abril de 1879[14]. No mês seguinte, no dia 4, apresentou-se na Direcção Geral dos Trabalhos Hidrográficos[36]. Não obstante, em virtude de ter concluído o tirocínio de engenheiro hidrógrafo, obteve uma guia - datada de 23 de Novembro de 1880 - para se apresentar na Direcção Geral dos Trabalhos Geodésicos, Topográficos, Hidrográficos e Geológicos[37]. A 22 de Agosto de 1881, foi novamente promovido a 1º tenente[38], e, em 17 de Janeiro de 1889, ao posto de capitão-tenente[39].

Em Fevereiro de 1890, integrou a 4ª Brigada com a incumbência de realizar o reconhecimento militar do litoral da Madeira e dos Açores e elaborar os planos gerais de defesa das respectivas costas e portos de mar[40][41]. Em Setembro de 1892, foi nomeado chefe da 3ª secção da Secretaria do Conselho do Almirantado[42]. No dia 1 de Janeiro de 1893 o Diário do Governo anunciou a sua promoção a engenheiro hidrográfico chefe nº 3[43], a vigorar desde 31 de dezembro do ano anterior[14].

Entre o ano de 1893 e 1894, esteve em Moçambique, e nomeadamente na Ilha de Moçambique, mas desconhece-se em que função[44]. Em Março de 1895, foi promovido ao posto de capitão de fragata do quadro efectivo do corpo de oficiais da Marinha[45] (Artigo 3 do Decreto 46. 3 de 1 de Fevereiro de 1895)[14]. No mês seguinte, em consequência da exoneração do "capitão de fragata hydrogapho", José Joaquim Xavier de Brito, "do cargo de chefe da 6ª repartição da secretaria do conselho do almirantado", era chamado a substituí-lo no cargo[46] (Decreto de 24 de Abril de 1895)[14], sendo exonerado em Maio de 1895 "para ser empregado noutra comissão de serviço"[47].

Em 7 de Fevereiro de 1896, o Diário do Governo publicava a "A relação de pessoal do transporte 'Índia', que fez seis dias de serviço na província da Guiné e nove dias na província de S. Thomé e Principe"[48], onde surge indicado o seu nome no posto de capitão de fragata. Nessa circunstância, assumiu o posto de comandante interino do referido navio de guerra Índia na viagem "Surto no Tejo"[49], do qual foi exonerado a 29 de Outubro do mesmo ano[14][50]. Em Agosto de 1901 liberta, no quadro de pessoal, o cargo de capitão de fragata[14][51].

A 21 de Abril de 1897, foi nomeado presidente da Comissão de Compras e, a 6 de Dezembro do mesmo ano, ocupou o lugar de secretário da Comissão Central de Pescarias, tendo sido exonerado do primeiro cargo a 12 de Dezembro desse ano[14]. Já no posto de capitão de mar e guerra, foi exonerado do cargo de vogal secretário da Comissão Central de Pescarias, em Maio de 1910[52], tendo-se reformado nesse mês[12]. Na qualidade de vice-almirante, ocupou ainda o cargo de director geral da Marinha e presidente da comissão de reorganização da Armada, dos quais foi exonerado em Novembro de 1910[53], sendo que a 6 de Maio desse ano a Junta de Saúde já o havia "julgado incapaz do serviço activo"[14]. Em Outubro de 1914, o semanário Voz da Beira anunciava que o almirante se encontrava doente[54].

Durante o seu percurso profissional beneficiou de algumas licenças passadas pela Junta de Saúde, sendo que a primeira de que se tem conhecimento foi usufruída em Lisboa em Novembro de 1879. Pediu, nessa altura, que lhe fosse temporariamente restituído o soldo, alegando o seu débil estado de saúde[55]. A 14 de Agosto de 1894, foi-lhe concedida de uma licença de 30 dias[56].

Entre 1911 e 1913, esteve na Índia Portuguesa. No álbum de fotografias anteriormente citado consta uma fotografia com a seguinte legenda: "Minhas residências em Pangim tanto nas páginas direita como esquerda. A 1ª na Avenida Almirante Reis, a 2ª casa do Teatro, a 3ª antiga casa de Assa Castelo Branco e em 1929 Filial do Banco N. Ultramarino e a 4ª conhecida pela casa da Chiquinha. Na 2ª e 4ª habitei-as com os comandantes Pinto Basto e Gago Coutinho e a 1ª e 3ª só com este ultimo"[44]. Daqui se concluí que este na Índia, mais concretamente em Goa, não continuamente em diversas missões. Muito provavelmente fazia parte da equipa à qual pertencia também que Gago Coutinho que fez levantamentos geodésicos para a Sociedade Geografia de Lisboa e para a Comissão de Cartografia[57]. Isso mesmo mostra uma fotografia, não datada, onde é possível ver Gago Coutinho, Tasso de Figueiredo e ainda Gonçalo Cabral na época Director das Obras Públicas, em trabalho de campo nos arredores de Margão.

Outras informações

Domingos Tasso de Figueiredo foi uma importante personalidade do Portugal contemporâneo. Para além da sua presença nas Obras Públicas do Ultramar, foi secretário da Comissão Central de Pescarias[58] e presidente da Sociedade Portuguesa da Cruz Vermelha (1911-1916)[59][60], bem como membro da direcção da Sociedade de Geografia de Lisboa[61]. Foi presidente do Senado, pelos menos de 1912 a 1913[62] - e senador em 1914[63]. Integrou inúmeros governos e ministérios, através da sua ávida participação política no Partido Centrista Republicano[12]. Colaborou na revista quinzenal O Tiro Civil: Órgão da Associação de Atiradores Civis Portugueses (editada entre 1895-1903)[64]. Foi vereador da Câmara Municipal da Sertã - pelo menos em 1914[65].

Sendo proprietário na Sertã, a sua terra-natal, registou uma marca destinada a azeite de seu fabrico, bem como artigos da classe 64[66].

Recebeu a Cruz Vermelha de 2ª classe pelo "acerto, zelo e disciplina com que procedeu por ocasião do encalhe da corveta Duque de Palmela no dia 16 de Março de 1873". Faleceu, nessa altura, o seu comandante, o capitão de fragata Tomaz de Vila Nova Ferrari. (Ordem de Serviço 46. 10 de 1874)[14].

Recebeu a medalha militar de prata de comportamento exemplar (Ordem de Serviço 76. 11 de 1883)[14].

A 9 de Dezembro de 1887, enquanto 1º tenente da armada, engenheiro hidrógrafo, foi agraciado com grau de Cavaleiro da Ordem Militar de São Bento de Avis[67] (Ordem Militar 76. 23 de 1887)[14], e em Janeiro de 1895, enquanto engenheiro hidrógrafo chefe, foi nomeado dignitário da Real Ordem Militar de São Bento de Avis[68] (Ordem de Serviço 76. 1 de 1895)[14]. Em Julho de 1902, então capitão de mar e guerra, recebeu o grau de Comendador da referida Ordem Militar[69]. Em Agosto de 1898, foi louvado pelo seu "zelo e proficiência"[70] enquanto vogal da Comissão Central de Pescarias (Ordem de Serviço 46. 13B de 1898)[14]. Foi igualmente louvado pelo serviço que desempenhou na comissão encarregue do parecer relativo à adopção de regras de uniformes e luzes nas curvetas[14].

A 7 de Maio de 1908, recebeu medalha de cobre de Filantropia e Caridade - era sócio nº 61 do Real Instituto de Socorros a Náufragos[71] (Ordem de Serviço 13. B de 1908)[14]. A 9 de Julho do mesmo ano, recebeu a concessão da referida medalha[72].

Em suma, esta ficha pretende realçar o papel de Tasso de Figueiredo nas Obras Públicas do Ultramar, uma faceta mais desconhecida da sua vida, sem, porém, desvalorizar o seu percurso de vida noutras áreas e contextos.

Obras

Ponte de Moçâmedes.

Caminhos Ferro de Ambaca.

Planos de melhoria das costas e de defesas militares das ilhas da Madeira e dos Açores.

Notas

  1. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Sertã. Paróquia da Sertã. Baptismos (1851-1857), fl. 11v.-12.
  2. Geneall, "Domingos Tasso de Figueiredo".
  3. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Lisboa. Paróquia de São Jorge de Arroios. Casamentos (1864-1880), fl. 97v.-98, nº 16.
  4. Arquivo Histórico Militar. Livro de Mestres. Unidade de Caçadores. Livro nº 2 - Batalhão de Caçadores nº 1 de 14 de Abril de 1825 a 1829 e Regimento de Caçadores do Alentejo 1829, 1º Livro de matrícula, 2ª série, das praças de pré do 1º Batalhão do Regimento de Caçadores da Rainha do 1º Batalhão do Regimento nº 1 de Caçadores da Rainha.
  5. "Relação dos candidatos a alumnos pensionistas do estado a que se refere este annuncio", Diário do Governo, no. 200, 4 de Setembro de 1890, 2065-2066.
  6. "Relação dos candidatos a alumnos pensionistas do estado a que se refere este annuncio", Diário do Governo, no. 214, 20 de Setembro de 1890, 2200.
  7. "Relação dos alumnos que no presente anno lectivo foram admittidos no real collegio militar", Diário do Governo, no. 286, 16 de Dezembro de 1890, 2894.
  8. Arquivo Histórico da Marinha. Fotografias de Militares da Armada. Álbuns de Fotografias. Álbum nº 3 de Fotografias de Oficiais, 61, nº 306.
  9. Arquivo Histórico da Marinha. Fotografias de Militares da Armada. Álbuns de Fotografias. Álbum nº 3A de Fotografias de Oficiais, 20, nº 447.
  10. 10,0 10,1 Arquivo Histórico da Marinha. Documentação avulsa, cx. 1411/A. "Domingos Tasso de Figueiredo - Secretaria de Estado da Marinha. Sertã, 5 de Março de 1919".
  11. 11,0 11,1 Segundo o site Geneall.
  12. 12,0 12,1 12,2 Ilustração Portugueza 2ª Série, no. 618 (17 Março, 1919): 218.
  13. Arquivo Histórico da Marinha. Documentação avulsa, cx. 1411/A. "Domingos Tasso de Figueiredo - Certidão de óbito".
  14. 14,00 14,01 14,02 14,03 14,04 14,05 14,06 14,07 14,08 14,09 14,10 14,11 14,12 14,13 14,14 14,15 14,16 14,17 14,18 14,19 14,20 14,21 14,22 14,23 Arquivo Histórico da Marinha. Documentação avulsa, cx. 1411/A. "Domingos Tasso de Figueiredo - Notas Biographicas, de 6 de Maio de 1910".
  15. Portaria de 4 de Setembro de 1868, Diário do Governo, no. 209, 16 de Setembro de 1868, 2288.
  16. "Escola Naval. Relação das guias passadas para pagamento de emolumentos", Diário do Governo, no. 131, 14 de Junho de 1870, 815.
  17. "Relação dos aspirantes a guardas-marinhas embarcados na corveta Estephania", Diário do Governo, no. 199, 3 de Setembro de 1869, [1067].
  18. Declaração de 19 de Julho de 1870, Diário do Governo, no. 190, 26 de Agosto de 1870, 1164.
  19. Declaração de 27 de Setembro de 1870, Diário do Governo, no. 249, 4 de Novembro de 1870, 1467.
  20. Declaração de 31 de Março de 1872, Diário do Governo, no. 159, 19 de Julho de 1872, 1082.
  21. Declaração de 13 de Abril de 1873, Diário do Governo, no. 214, 22 de Setembro de 1873, 1464.
  22. 22,0 22,1 Portaria de 1 de Outubro de 1870, Diário do Governo no. 249, 4 de Novembro de 1870, 1466.
  23. Portaria de 24 de Agosto de 1874, Diário do Governo, no. 204, 12 de Setembro de 1874, 1461.
  24. Portaria de 4 de Outubro de 1876, Diário do Governo, no. 251, 7 de Novembro de 1876, 2084.
  25. Arquivo Histórico Militar. Lista de Alunos das Escolas Militares - Academia de Fortificação, Escola do Exército, Escola de Guerra e Escola Militar (1790 a 1940), proc. 2468, mç. 33, lv. 14, fl. 10, nº 71.31.
  26. "Lista dos officiaes das diversas classes da armada em serviço, e dos guardas marinhas, aspirantes de marinha, aspirantes machinistas e aspirantes da administração naval em tirocínio nas estações navaes", Diário do Governo, no. 201, 8 de Setembro de 1896, 2473.
  27. 27,0 27,1 27,2 Arquivo Histórico Ultramarino. 769/2. 1D. MU. Cx. 1877-1920. Processos Individuais. ANG. "Domingos Tasso de Figueiredo - Ficha sobre Domingos Tasso de Figueiredo".
  28. Decreto de 9 de Janeiro de 1877, Diário do Governo, no. 16, 20 de Janeiro de 1877, 124.
  29. Decreto 25 de Janeiro de 1877, Diário do Governo, no. 36, 16 de Fevereiro de 1877, 289.
  30. Arquivo Histórico Ultramarino. 769/2. 1D. MU. Cx. 1877-1920. Processos Individuais. ANG. "Domingos Tasso de Figueiredo - Mapas de Pessoal".
  31. "Relação nominal do pessoal nomeado para o quadro da obras publicas da provincia de Angola", Diário do Governo no. 151, 10 de Julho de 1878, 1644.
  32. Arquivo Histórico Ultramarino. 769/2. 1D. MU. Cx. 1877-1920. Processos Individuais. ANG. "Domingos Tasso de Figueiredo - Carta de Henrique dos Santos Rosa".
  33. Arquivo Histórico Ultramarino. 769/2. 1D. MU. Cx. 1877-1920. Processos Individuais. ANG. "Domingos Tasso de Figueiredo - Ponte de Mossamedes".
  34. Arquivo Histórico Ultramarino. 769/2. 1D. MU. Cx. 1877-1920. Processos Individuais. ANG. "Domingos Tasso de Figueiredo - Guia, Setembro de 1878".
  35. 35,0 35,1 Arquivo Histórico Ultramarino. 769/2. 1D. MU. Cx. 1877-1920. Processos Individuais. ANG. "Domingos Tasso de Figueiredo - Correspondência sobre a dívida de Domingos Tasso de Figueiredo".
  36. Declaração de 4 de Abril de 1879, Diário do Governo, no. 100, 5 de Maio de 1879, 995.
  37. Declaração de 23 de Outubro de 1880, Diário do Governo, no. 276, 2 de Dezembro de 1880, 3172.
  38. Decreto de 22 de Agosto de 1881, Diário do Governo, no. 192, 29 de Agosto de 1881, 2076.
  39. Decreto de 19 de Janeiro de 1889, Diário do Governo, no. 19, 24 de Janeiro de 1889, 199.
  40. Portaria de 28 de Fevereiro de 1890, Diário do Governo, no. 53, 7 de Março de 1890, 486-487.
  41. Arquivo Histórico Militar. Divisões. Assuntos Militares Gerais, cx. 3025, nº 148. "Domingos Tasso de Figueiredo - Secretaria da Guerra".
  42. Determinação do Conselho do Almirantado de 2 de Setembro de 1892, Diário de Governo, no. 212, 20 de Setembro de 1892, 2199.
  43. "Repertorio Alphabetico de todos os assumptos contidos no Diario do Governo. Primeiro semestre de 1893", Diário do Governo, 1 de Janeiro de 1893, XI.
  44. 44,0 44,1 Álbum de fotografias de Domingos Tasso de Figueiredo. Moçambique 1893-1894 e Índia 1911-1913. Colecção particular de Isabel Laje.
  45. "Conselho do almirantado, 15 de março de 1895", Diário do Governo, no. 69, 28 de Março de 1895, 823.
  46. "Conselho do almirantado, 30 de abril de 1895", Diário do Governo nº 99, 4 de Maio de 1895, 1230.
  47. Decreto de 16 de Maio de 1895, Diário do Governo, no. 111, 18 de Maio de 1895, 1368.
  48. "Relação de pessoal do transporte «Índia», que fez seis dias de serviço na província da Guiné e nove dias na província de S. Thomé e Principe", Diário do Governo, no. 30, 7 de Fevereiro de 1896, 312.
  49. "Nota da receita das esmolas das caixas de socorros a naufragos, enviadas pelos commandantes dos navios de guerra e mercantes, desde 5 de fevereiro a 27 de março de 1896", Diário do Governo, no. 181, 14 de Agosto de 1896, 2155.
  50. Decreto de 20 de Outubro de 1896, Diário do Governo, no. 248, 2 de Novembro de 1896, 2976.
  51. "Majoria General da Armada, 31 de agosto de 1901", Diário do Governo, no. 208, 17 de Setembro de 1901, 2520.
  52. Decreto de 12 de Maio de 1910, Diário do Governo, no. 106, 16 de Maio de 1910, 1660.
  53. Decreto de 21 de Dezembro de 1910, Diário do Governo, no. 41, 22 de Novembro de 1910, 517.
  54. "Agenda", Voz da Beira, no. 42 (24 Outubro, 1914): [2].
  55. Arquivo Histórico Ultramarino. 769/2. 1D. MU. Cx. 1877-1920. Processos Individuais. ANG. "Domingos Tasso de Figueiredo - Correspondência entre Domingos Tasso de Figueiredo e a Junta de Saúde".
  56. Declaração de 14 de Setembro de 1894, Diário do Governo, no. 216, 24 de Setembro de 1894, 2256-2557.
  57. Lobato, Manuel. "A Comissão de cartographia e a produção científica colonial portuguesa da monarquia constitucional à I República (1883-1936)". Viagens e Missões Científicas nos Trópicos 1883-2010. Ana Cristina Martins, Teresa Albino (Coord.), Lisboa: Instituto de Investigação Tropical, 2010, 21.
  58. Parecer nº 221 da Comissão Central de Pescarias, Diário do Governo no. 94, 27 de Abril de 1899, 1094.
  59. Observatoire de l'Action Humanitaire, "Comitê Internacional da la Croix Rouge - História: 1880-1889". Visualizado em 22 Dezembro, 2022.
  60. Arquivo Municipal de Ponte de Lima. General Norton de Matos. Ministério da Guerra. "Ofício do Presidente da Cruz Vermelha ao Ministro da Guerra". 8 de Abril de 1904.
  61. "Manifestações de sentimento dirigidas á familia real pelo fallecimento de Sua Magestade El-Rei o Senhor D. Luiz I", Diário do Governo, no. 264, 21 de Novembro de 1889, 2680.
  62. Diário do Senado da República, 1ª sessão legislativa, 3.º período, no. 101, 15 de Maio de 1913.
  63. "Política local", Eco da Beira, no. 3 (30 Agosto, 1914): [1].
  64. Rita Correia, "O Tiro Civil: Órgão da Associação de Atiradores Civis Portugueses". Hemeroteca Municipal de Lisboa. Visualizado em 22 Dezembro, 2022.
  65. "Política local", Eco da Beira, no. 6 (20 Setembro, 1914): [1].
  66. "Relações de pedidos de registo de marcas, nomes, recompensas e patentes de invenção", Diário do Governo, no. 158, 18 de Julho de 1905, 2442.
  67. Mercê honorífica de 9 de Dezembro de 1887, Diário do Governo, no. 281, 14 de Dezembro de 1887, 2775.
  68. Decreto de 1 de Janeiro de 1895, Diário do Governo, no. 25, 31 de Janeiro de 1895, 296.
  69. Decreto de 1 de Julho de 1902, Diário do Governo, no. 155, 15 de Julho de 1902, 2058.
  70. Portaria de 9 de Agosto de 1898, Diário do Governo, no. 175, 10 de Agosto de 1898, 2123.
  71. Portaria de 9 de Julho de 1908, Diário do Governo, no. 156, 16 de Julho de 1908, 2123.
  72. "Concessão de mercês honorificas", Diário do Governo, no. 199, 5 de Setembro de 1908, 2744.

Fontes

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Arquivo Histórico da Marinha. Fotografias de Militares da Armada. Álbuns de Fotografias. Álbum nº 3A de Fotografias de Oficiais, 20, nº 447.

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"Relação dos candidatos a alumnos pensionistas do estado a que se refere este annuncio", Diário do Governo, no. 200, 4 de Setembro de 1890, 2065-2066.

"Relação dos candidatos a alumnos pensionistas do estado a que se refere este annuncio", Diário do Governo, no. 214, 20 de Setembro de 1890, 2200.

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"Relações de pedidos de registo de marcas, nomes, recompensas e patentes de invenção", Diário do Governo, no. 158, 18 de Julho de 1905, 2442.

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Bibliografia

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Ligações Externas

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Geneall, "Domingos Tasso de Figueiredo".

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Wikipédia, "Domingos Tasso de Figueiredo".

Autor(es) do artigo

Mariana Nicolau

https://orcid.org/0000-0002-1454-1794


Sandra Osório da Silva

Departamento de História, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa

https://orcid.org/0000-0001-7529-5008

Financiamento

Fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito do projeto TechNetEMPIRE | Redes técnico-científicas na formação do ambiente construído no Império português (1647-1871) PTDC/ART-DAQ/31959/2017

DOI

https://doi.org/10.34619/w6ey-znyo

Citar este artigo

Nicolau, Mariana e Sandra Osório da Silva. "Domingos Tasso de Figueiredo", in eViterbo. Lisboa: CHAM - Centro de Humanidades, FCSH, Universidade Nova de Lisboa, 2022. (última modificação: 02/07/2024). Consultado a 23 de julho de 2024, em https://eviterbo.fcsh.unl.pt/wiki/Domingos_Tasso_de_Figueiredo. DOI: https://doi.org/10.34619/w6ey-znyo