Francisco de Brito Rebello

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Francisco de Brito Rebello
Nome completo Francisco de Brito Rebello
Outras Grafias EQUAL
Pai Gregório Rebelo Guerreiro Camacho
Mãe D. Maria Thereza de Jesus Guerreiro
Nascimento
[[Lisboa]]
Morte 17 de abril de 1828

Biografia

Dados biográficos

Neto do Dr. Tomé Guerreiro Camacho de de Aboim (Físico Mor do Reino), deixa um neto e três bisnetos ao serviço do Estado: dois na milícia, um funcionário e outro professor. Casado com D. Maria Antónia Furtado de Mendonça a 25 de Junho de 1790, tem oito filhos todos nascidos em Belém, dos quais sete atingem maioridade e três são militares em campanhas no reino e no Brasil. Cunhado de Francisco João Roscio[1].

Carreira

Cavaleiro da Casa Real. Ofício de Porteiro do Conselho de Guerra "que pertencia á casa de seus antepassados, desde a instituição d'este tribunal" e que exerce até morrer. "Admitido como partidista, ou discipulo do número" de uma das 5 vagas da Academia Real de Fortificação.

Terminando a formação na Academia Real de Fortificação em 1768 é, desde esse ano e até 1789, ajudante de infantaria com exercício de engenheiro. Em 1789 passa a capitão. Entre 28 de Maio e Outubro de 1769 trabalha no levantamento da planta e da configuração das lezírias do Ribatejo, sob direcção de Guilherme Elsden. Em 1777 faz o levantamento da planta e configuração das coutadas reais e territórios de Muinhola, Landeira, Marateca e demarcação, também sob direcção de Guilherme Elsden. Já em 1790 trabalha na futura Amadora, encarregado de estabelecer o acampamento para "os grandes exercicios que se realisaram no sitio da Porcalhota"[1]. A 06 de Março de 1797 é mandado servir no quartel general britânico. A 04 de Março de 1799 é elevado a sargento mor (major).

Dez anos depois, em 1809, é mandado apresentar-se no Arquivo Militar para, sob ordens de Eusébio Dias Azedo desenhar o que fosse preciso. Reforma-se no posto de tenente coronel a 11 de Junho de 1814. Mas a 20 de Junho de 1816 é empregado sob as ordens do brigadeiro Duarte José Fava pela secretaria de guerra. Participa no projecto de criação de uma Guarda de Corpus, guarda real, sob comando do Conde de Soure, com o coronel Romão José do Rego. Mudança de direcção para o coronel José de Oliveira Rego em 1796) e por fim Francisco de Brito até 1806, passando depois a direcção dos trabalhos para a repartição de obras públicas. Passa a viver em Belém e responsável por "todas as obras que por aquellas imediações se fizeram".

Encarregado de trabalhos e inspecções nos quartéis dos regimentos de Lippe, de Mecklemburgo, de Freire de Andrade e de Valle do Pereiro. Estudo de terras e casas do sitio dos Prazeres para um novo hospital. Encarregado do alojamento de tropas inglesas[1].

Outras informações

Obras

Referências bibliográficas

  1. 1,0 1,1 1,2 Viterbo, Diccionario Histórico e Documental dos Architectos, Engenheiros e Construtores Portugueses ou a serviço de Portugal, Vol I, 136-145.

Bibliografia e Fontes

  • Viterbo, Francisco de Sousa. Diccionario Histórico e Documental dos Architectos, Engenheiros e Construtores Portugueses ou a serviço de Portugal. Vol I. Lisboa: Tipografia da Academia Real das Ciências, 1899.

Ligações Externas

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