Manuel de Campos

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Manuel de Campos
Nome completo Manuel de Campos
Outras Grafias valor desconhecido
Pai valor desconhecido
Mãe valor desconhecido
Cônjuge valor desconhecido
Filho(s) valor desconhecido
Irmão(s) valor desconhecido
Nascimento 1681
Morte 1758
Lisboa, Lisboa, Portugal
Sexo Masculino
Religião Cristã
Formação
Formação Filosofia
Data Início: 26 de novembro de 1698
Fim: 1705
Local de Formação Évora, Évora, Portugal

Formação Matemática
Data Início: 1705
Fim: 1706
Local de Formação Évora, Évora, Portugal
Cargos
Cargo Professor
Data Início: 1710
Fim: 1711

Cargo Professor
Data Início: 1719
Fim: 1721

Cargo Professor
Data Início: 1728
Fim: 1732

Cargo Professor
Data Início: 1733
Fim: 1742
Actividade
Actividade Missão
Data Início: 1711
Fim: 1719
Local de Actividade Lisboa, Portugal

Actividade Missão
Data Início: 1721
Fim: 1728
Local de Actividade Roma, Roma, Itália

Actividade Autoria de texto
Data Início: 1735
Fim: 1737


Biografia

Dados biográficos

Manuel de Campos nasce em 1681, sem que se conheça o local do seu nascimento. Ingressou no Colégio de Évora da Companhia de Jesus a 26 de novembro de 1698, onde cursou Filosofia, prosseguindo os estudos em Matemática de 1705 a 1706.

Após passagem pelo colégio da Companhia em Évora e pela Aula da Esfera do Colégio de Santo Antão, Manuel de Campos desenvolveu actividade em Roma e no Colégio Imperial de Madrid. Tendo regressado a Lisboa, faleceu aí em 1758.

Carreira

A carreira de Manuel de Campos é extensa e variada na sua ação, produção e geografia. De 1710 a 1711, leciona Matemática no Colégio da Companhia de Jesus de Évora - um dos colégios visados pela política de Tirso Gonzales e Michelangelo Tamburini relativamente à inclusão do ensino regular de matemáticas nos curricula de Filosofia[1]. Contudo, a esta experiência como professor segue-se, de 1711 a 1719, um período de pregação nas zonas de Setúbal e Lisboa.

De 1719 a 1721, leciona Matemática na Aula da Esfera do Colégio de Santo Antão de Lisboa, preenchendo o lugar deixado vago por Inácio Vieira, e novamente entre 1733 e 1742.

Ainda em 1721, Manuel de Campos foi destacado para acompanhar os cardeais José Pereira de Lacerda e Nuno da Cunha e Ataíde ao conclave em consequência da morte do papa Clemente XI. Além deste motivo, a ida de Manuel de Campos a Roma integra-se nos esforços e ação diplomática portuguesa face à recusa da Santa Sé em conceder o barrete cardinalício a Monsenhor Bichi, e a falência das negociações para a fundação de Padroado no Oriente, que, posteriormente, conduzirão ao corte de relações entre a coroa portuguesa e a Santa Sé (1728-1731).

Partindo de Lisboa por mar, em direção a Livorno, Manuel de Campos chega à Península Itálica em maio de 1721, regressando somente em 1728, juntamente com todos os enviados joaninos à corte papal. Nesta missão, Manuel de Campos é também acompanhado do Padre Jerónimo de Castilho - que estudara teologia no Colégio Romano -, que se desloca como confessor do cardeal Pereira Lacerda[2].

Acerca deste período poderemos destacar dois aspetos: a correspondência entre Manuel de Campos e o matemático, também jesuíta, Luiz Gonzaga, à data encarregue da educação dos príncipes em matérias de Cosmografia, Astrologia, Matemática e Arquitetura Militar; a participação de Manuel de Campos na orientação dos matemáticos e astrónomos italianos recrutados por D. João V, no âmbito do processo de modernização do panorama científico nacional e necessidades de demarcação dos territórios sul-americanos.

Da correspondência de Manuel de Campos com o Padre Luís Gonzaga, extensamente analisada por Ribeiro[3], destacam-se as descrições de Roma, nomeadamente da sua arquitetura, pintura e escultura a par dos aparatos efémeros de suporte às festividade; constando também relatos sobre o estado das negociações diplomáticas junto da corte papal, sobre as quais Ribeiro[4] levanta a possibilidade de ser esta a efetiva razão da missão romana de Manuel de Campos[5]. Nas cartas encontram-se elementos iconográficos, o que permite a Manuel de Campos remeter para Portugal uma imagem dos edifícios visitados (essencialmente plantas), comunicando a sua configuração e escala. Assim, e a par do Cálculo do eclipse total da lua em 28 de Junho de 1722 (f. 351), surgem plantas de igrejas (como a da igreja de Gésu e a Igreja do Colégio Romano, f. 354v, f.355 e f. 396), desenhos de cruzes, tocheiros, lâmpadas e engenhos (como aquele para alçar e descer lâmpadas f. 395v), ou mesmo um esquema, ainda que rudimentar, da Praça de São Pedro (f. 404)[3].

Em maio de 1722, no decorrer da sua estadia em Itália, Manuel de Campos e o 4º Conde de Galveias, embaixador de Portugal em Roma, recebem os matemáticos João Batista Carbone e Domingos Capacci, em resposta a necessidades de recrutamento de especialistas em Astronomia, Matemática e Cartografia.

No regresso de Roma, em 1728, aquando da sua passagem por Madrid, o provincial da ordem em Espanha convida Manuel de Campos para o lugar de professor de Matemática no Colégio Imperial de Madrid. É, então, nomeado cosmógrafo-mor por Filipe V, rei de Castela, permanecendo em Madrid por quatro anos. Foi expulso de Castela, por razões que permanecem por esclarecer, voltando a Portugal em 1732.

De regresso a Lisboa e à sua atividade na Aula da Esfera do Colégio de Santo Antão, leciona Matemática de 1733 a 1742, e publica, em 1735, a obra Elementos de Geometria Plana e Sólida, cujos conteúdos eram explicitamente preparados “para uso da Real Aula da Esfera do Colégio de Santo Antão da Companhia de Jesus”. Uma obra que, embora fortemente assente nos Elementa geometriae (1654) de André Tacquet, acrescenta comentários e avança sobre algumas das suas lacunas usando, nas suas palavras, um método igualmente científico, mas mais desembaraçado[6]. Publica ainda, a obra Trignometria plana e esférica, a par de a Synopse trigonometrica dos casos que comummente ocorrem em uma e outra Trigonometria plana e esférica …¸ambas datadas de 1737. No mesmo período foi eleito confessor do Infante D. António[7].

Outras informações

Se as obras matemáticas portuguesas do início de setecentos se destinavam, no essencial, à aplicabilidade das ciências, os Elementos de Geometria (1735) e o Tratado de Trigonometria Plana e Espherica (1737)[8] de Manuel de Campos (1680-1758), incidem em domínios especulativos da geometria. Uma tendência acompanhada por Manuel de Azevedo Fortes que, numa clara assimilação das ciências modernas, se notabiliza como apologista da mecânica, álgebra e filosofia mecanicista de Descartes.

Nos Elementos de Campos a obra organiza-se em seis livros que compartimentam a geometria em dois níveis. Uma geometria inferior (que se poderá denominar de antiga), que inclui os Elementos de Euclides (traduzidos para português e com ilustrações para a resolução dos problemas enunciados) e os Elementos de Thedofio (a geometria esférica de Teodósio de Bitínia). Uma geometria superior (a moderna) centrada nas cónicas de Apollonio, cujo objeto principal é são as secções cónicas -“3 mysteriosas curvas – Parábola; elipse; hipérbole” - às quais o autor junta ainda: Quadratriz; Ciffoide; Espiral; Conchoide.

Esta é uma das obras maiores da matemática portuguesa, nomeadamente pelos avanços introduzidos por Manuel de Campos, em relação aos elementos de Taquet, clarificando proposições. A obra de Manuel de Campos esclarece as demonstrações dos equimúltiplos (Livro V) e equivalência de volume de poliedros (Livro XII), nomeadamente no desenvolvimento dos teoremas de Euclides sobre o volume das pirâmides[9].

Já no final da obra, Manuel de Campos reserva lugar a uma “doutrina das proporções” (Livro V), que cruza com conhecimentos teóricos contemporâneos, e por fim (Livro VI) explora o Modo de Platão, Modo de Philon Bysanti e Modo de Descartes sobre esta matéria. Contudo, o assunto é ainda alvo de aprofundamento em três apêndices denominados de: Sobre a doutrina das Proporções; Sobre alguns theoremas escolhidos de Arquimedes; Sobre a quadratrix de Dinostrato.

Uma originalidade que encontra paralelo nas questões da álgebra desenvolvidas na Lógica Geométrica de Manuel de Azevedo Fortes, a qual segue de perto as proposições, definições e teoremas dos Elementos euclidianos, e cuja qualidade merece elogio por parte de Manuel de Campos que aponta três propriedades que raramente se reúnem em livros deste âmbito: brevidade, clareza e escolha. Um facto que revela, a partir dos textos de Manuel de Campos e de Manuel de Azevedo Fortes, o valor basilar da geometria euclidiana para a ciência.

Foi membro fundador da Academia Real de História Portuguesa, criada por decreto de D. João V em novembro de 1720. Enquanto membro desta Academia, o Padre Manuel de Campos, foi encarregue de redigir as Memórias Históricas da Prelazia de Tomar[7].

Obras

Campos, Manuel de. Elementos De Geometria Plana, e Solida, Segundo A Ordem de Euclides, Príncipe Dos Geometras. Accrescentados Com Tres Uteis Appendices: o primeiro da Logistica das Proporções: o segundo dos Theoremas selectos de Archimedes : o terceiro da Quadratiz de Dinostrato, para quadrar o Circulo, e tri-seçar o Angulo. Para Uso da Real Aula Da Esfera do Collegio de Santo Antão da Companhia de Jesus de Lisboa Occidental. Offerecidos A' Magestade D'El Rey Nosso Senhor D. João V. / Por Seu Author O Padre Manoel De Campos Da mesma Companhia. Lisboa: Officina Rita-Cassiana, 1735.

Campos, Manuel de. Trignometria plana e esférica. Lisboa: Colégio de Santo Antão, 1737.

Campos, Manuel de. Synopse trigonometrica dos casos que comummente ocorrem em uma e outra Trigonometria plana e espherica, com as analogias respectivas e practicas logarithmicas que lhe correspondem. Lisboa: Antonio Isidoro da Fonseca, 1737.

Campos, Manuel de. Relação da prizão, e morte dos quatro veneraveis Padres da Companhia, Bartholomeo Alvarez, Manoel de Abreu, Vicente da Cunha (Portuguezes) e João Gaspar Cratz (Alemão) mortos em odio da fé na corte de Tunkim aos 12. de Janeiro de 1737. Lisboa: Antonio Isidoro da Fonseca, 1738.

Campos, Manuel de. Oração fúnebre nas solemnes exéquias que na Parochia de S. Jozé de Lisboa celebrou a nobilissima Irmandade do Santissimo Sacramento em 23. de Outubro de. 1720. a seu Juiz e Protector o Excellentissimo Senhor Luiz de Vasconcelos de Souza da Camara terceiro Conde de Castellomilhor, Escrivaõ da Puridade do Senhor Rey D. Affonfo VI. seu Conselheiro de Estado, e dos Serenissimos Senhores D. Pedro II. e D. Joaõ V. Reposteiro mor das mesmas Magestades. Lisboa: Mathias Pereira da Silva & João Antunes Pedrozo, 1721.

Campos, Manuel de. Elogio fúnebre do Reverendissimo Padre Mestre Fr. Pedro Monteiro Académico da Academia Real da História Portugueza recitado a 26. de Mayo de 1736. Lisboa: Jofeph António da Silva Impressor da Academia Real, 1735.

Notas

  1. Baldini, “The teaching of Mathematics in the Jesuit Colleges of Portugal".
  2. Barbosa Machado, Bibliotheca Lusitana Historica, Critica, e ChronoIogica, 2:492.
  3. 3,0 3,1 Ribeiro, "“O diário do Pe. Manuel de Campos"; Ribeiro, "O itinerário de Pe. Manuel de Campos: a Roma barroca".
  4. Ribeiro, "O diário do Pe. Manuel de Campos".
  5. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Armário Jesuítico e Cartório dos Jesuítas. AJ027. Aditamentos e notícias de Roma. 1721/1722.
  6. Mota, "A história do conceito de reta tangente em Portugal", 35.
  7. 7,0 7,1 Barbosa Machado, Bibliotheca Lusitana Historica, Critica, e ChronoIogica, 3:212.
  8. Este último explora, a par da Synopse Trigonometrica dos casos que communmente occorrem em uma e outra trigonometria (1737), matérias trigonométricas destinadas à fortificação e ciência náutica servindo para uso da Real Aula da Esfera do Collegio de Santo Antão.
  9. Guimarães et al., “Manoel de Campos: um precursor", 315-340; Ferreira, "Teoria(s) de proporções em Portugal".

Fontes

Amaral, Paulo Calheiros do. Oraçam funebre nas solemnes exequias, que na paroquia de S. Joseph de Lisboa Occidental celebrou a nobilissima Irmandade do Santissimo Sacramento em 23 de Outubro de 1720 a seu juiz, & protector... Luis de Vasconcellos, De Sousa, da Camara Terceyro Conde de Castello Melhor... / Expolla [Sic] o M.R. Padre Mestre Manoel de Campos da Companhia de Jesus, Professor das Mathematicas no Real Collegio de Santo Antaõ desta Corte...; Pelo Padre Paulo Calheyros Do Amaral... Lisboa: officina de Mathias Pereyra da Sylva & Joam Antunes Pedrozo, 1721

Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Armário Jesuítico e Cartório dos Jesuítas. AJ027. Aditamentos e notícias de Roma. 1721/1722.

Barbosa Machado, Diogo. Bibliotheca Lusitana Historica, Critica, e ChronoIogica, Na qual se Comprehende a noticia dos Authores Portuguezes, e das Obras, que compozeraõ desde o tempo da promulgação da Ley da Graça até o tempo presente. T. 2. Lisboa: Ignacio Rodrigues, 1747.

Barbosa Machado, Diogo. Bibliotheca Lusitana Historica, Critica, e ChronoIogica, Na qual se Comprehende a noticia dos Authores Portuguezes, e das Obras, que compozeraõ desde o tempo da promulgação da Ley da Graça até o tempo presente. T. 3. Lisboa: Ignacio Rodrigues, 1752.

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Autor(es) do artigo

João Cabeleira

Lab2PT - Universidade do Minho

http://orcid.org/0000-0002-6800-8557

Financiamento

Fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito do projeto TechNetEMPIRE | Redes técnico-científicas na formação do ambiente construído no Império português (1647-1871) PTDC/ART-DAQ/31959/2017

DOI

https://doi.org/10.34619/pidm-n778

Citar este artigo

Cabeleira, João. "Manuel de Campos", in eViterbo. Lisboa: CHAM - Centro de Humanidades, FCSH, Universidade Nova de Lisboa, 2022. (última modificação: 11/07/2024). Consultado a 23 de julho de 2024, em https://eviterbo.fcsh.unl.pt/wiki/Manuel_de_Campos. DOI: https://doi.org/10.34619/pidm-n778