Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho

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Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho
(valor desconhecido)
Outras denominações Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho do Rio de Janeiro
Tipo de Instituição Ensino militar
Data de fundação 17 dezembro 1792
Data de extinção 4 dezembro 1810
Paralisação
Início: valor desconhecido
Fim: valor desconhecido
Localização
Localização Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Início: 17 de dezembro de 1792
Fim: 04 de dezembro de 1810
Antecessora Aula do Terço de Artilharia do Rio de Janeiro

Sucessora Academia Real Militar do Rio de Janeiro


História

A Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho do Rio de Janeiro reformou e deu continuidade à anterior Aula do Terço de Artilharia do Rio de Janeiro, mantendo-se quer o local das aulas, a saber a Casa do Trem de Artilharia, quer o lente principal, António Joaquim de Oliveira. A criação desta academia no Rio de Janeiro veio na sequência da criação da Academia Real de Fortificação, Artilharia e Desenho, instituída em Lisboa por D. Maria I em 1790. Os estatutos da Real Academia do Rio de Janeiro datam de 17 de dezembro de 1792 e foram estabelecidos por D. José Luís de Castro (1744-1819), 2.º Conde de Resende e vice-rei entre 1790 e 1801. Em carta dirigida a Martinho de Melo e Castro, o vice-rei dizia que tinha escolhido dezembro para inaugurar a academia, por ser o mês de aniversário da rainha, e que um grande número de oficiais e muitas pessoas, além dos matriculados, tinham assistido ao evento[1].

Foram várias as modificações introduzidas pela reforma nos estudos da extinta Aula do Terço. O curso ampliou-se de cinco para seis anos, sendo o último ano leccionado por lente especialmente contratado para o efeito, e dedicado às matérias de: "Arquitetura civil e corte das pedras e madeiras, o orçamento dos edifícios, e tudo o mais o que for relativo ao conhecimento dos materiais que entram na sua composição; como também explicará os melhores métodos que hoje se praticam na construção dos caminhos e calçadas. No mesmo ano se ensinará igualmente a hidráulica e as mais partes que lhe são análogas, como a arquitetura das pontes, canais, diques e comportas"[2].

Roberta Delson nota que "a este respeito, os estudantes no Brasil estudavam uma combinação de arquitetura naval militar e civil, de um modo muito semelhante ao exigido aos seus colegas franceses colocados no Corps des Ponts e Chaussés"[3]. Embora se deva lembrar, como faz Beatriz Bueno, que a base da formação nas escolas portuguesas concentrava as atribuições típicas do engenheiro civil com as do tradicional engenheiro militar na formação delegada, opondo-se, assim, à escola de engenharia francesa, em cuja organização se observava a progressiva separação das instruções civil e militar. No Brasil, essa especialização apenas veio a ocorrer já na segunda metade do século XIX com a fundação da Escola Central em 1858, e da Escola Politécnica do Rio de Janeiro em 1874[4].

Os estatutos da recém-criada Real Academia especificavam ainda a distribuição das matérias leccionadas pelos seis anos do curso: "nos primeiros dois anos se ensinará o curso de Belidor. No terceiro ano se ensinará a teórica de artilharia, das minas e contra-minas, e a sua aplicação ao ataque e defesa das das praças, o que se fará pela doutrina de Sam Remy na conformidade do plano do regimento de artilharia ou (o que é o mesmo) pela Artilharia de le Blond. No quarto ano se ensinará a fortificação regular, o ataque e defensa das praças e os principios fundamentais de qualquer fortificação. No quinto ano se ensinará a fortificação irregular, a fortificação efetiva e a fortificação de campanha, no que se seguirá a doutrina do curso de Antoni, cuja instrução dos ditos cinco anos será dada pelo lente do regimento de artilharia desta cidade"[2].

O curso implicava um conjunto de formações diferenciadas segundo a arma do instruendo. Os militares de infantaria e cavalaria terminavam o seu curso ao fim do terceiro ano. Os de artilharia deveriam ir até ao quinto. Os que quisessem seguir a profissão de engenheiros, e estivessem providos em algum dos seis partidos da aula, deveriam seguir os seis anos de formação. Para serem admitidos como discípulos todos os candidatos deveriam dar prova, por exame, de que sabiam as "quatro espécies de aritmética ordinária", e eram obrigados a mostrar ao longo dos três primeiros anos do curso, perante o primeiro lente, que entendiam suficientemente a língua francesa. No fim do segundo ano, todos os discípulos deveriam fazer exames pelos quais se qualificariam para poder prosseguir para o ano seguinte. Igual procedimento era repetido no quarto e quinto ano, sendo obrigatórios para aqueles que continuassem os estudos. No exame do segundo ano, os que se destinavam ao serviço de infantaria e cavalaria, para poderem passar ao seu terceiro e último ano, deveriam ser aprovados até ao décimo Livro do Curso de Bélidor. Os que quisessem seguir a profissão de engenheiros, além de comprovar, por exame, que sabiam, ao menos, a doutrina correspondente ao primeiro ano deveriam, desde logo, ter uma constituição robusta e sem defeito algum na vista ou tremura na mão, reforçando as suas plenas capacidades para desenhar[2]. Os exames eram feitos na presença do professor, mediante sorteio de pontos previamente selecionados. Os alunos tinham vinte e quatro horas para preparem os exames após o sorteio dos pontos em que seriam arguidos. Os estatutos não especificam se as provas eram orais ou escritas, nem se deveriam ser efetuadas a portas fechadas, ou publicamente.

As matérias até ao quinto ano seriam da responsabilidade do lente do regimento de artilharia, inicialmente e até 1795, António Joaquim de Oliveira. Estava prevista, como vimos, a contratação de um lente para o sexto ano, mas não sabemos se tal foi efetivado. Previa-se também que os dois lentes principais tivessem primeiro e segundo substitutos "para os ajudar nos exercícios práticos e ainda nas lições especulativas e de desenho". Os lentes auxiliares do Coronel António Joaquim de Oliveira foram o capitão de artilharia José de Oliveira Barbosa e o capitão António Lopes de Barros, primeiro e segundo substitutos, respectivamente[1].

A valorização do saber prático era afirmada nos estatutos, obrigando-se os lentes a sair ao campo com os seus discípulos para os exercitar na prática. No exame prático do segundo ano, era testada a capacidade de "medir distâncias inacessíveis, nivelar terrenos e tirar diversas plantas". No terceiro ano, se deveria ensinar o manejo das bocas de fogo e a construção de baterias. No quarto, ensinar-se-ia a "desenhar sobre o terreno qualquer fortificação regular e se delineará também sobre o mesmo terreno as principais obras de ataque e defesa das praças". No quinto, se deveria formar sobre o terreno alguma obra de fortificação de campanha, assim como se ensinaria a castrametação. No sexto ano, sugeria-se que, se o lente estivesse encarregado de alguma obra, pudesse exercitar os seus discípulos fazendo-os acompanhar as matérias que fossem aprendendo com o exemplo prático das obras em curso[2].

As lições teóricas duravam duas horas e decorriam às segundas, quartas e sextas pela manhã, depois do que os professores deveriam exercitar os seus alunos por uma hora e um quarto na execução de desenhos relativos à matéria do ano em curso. As férias ocorriam entre 21 de Dezembro e 6 de Janeiro, na semana santa e semana da Páscoa e ainda na semana da festa do Espirito Santo[2].

Os discípulos que se destinassem servir na infantaria ou na cavalaria seriam atendidos nos seus pedidos de colocação conforme a sua aplicação nos estudos. Para os que pretendessem servir na artilharia, as suas classificações na Real Academia prevaleceriam às reivindicações de antiguidade. Os partidistas, depois dos seis anos de formação, deveriam servir um ano no regimento de artilharia como primeiro tenentes, agregados a alguma das companhias graduadas. Depois disso, e de aprovados nos seus exames, os seus professores os poderiam propor como ajudantes engenheiros, e o vice-rei apresentaria as propostas ao rei[2].

Os estatutos previam que a academia devia ter um secretário, que teria por obrigação fazer as matrículas e assentos, bem como passar as certidões dos alunos. No arquivo da academia deveria haver um livro onde seria apontado circunstanciadamente o merecimento de cada um dos alunos, mas nas certidões se indicaria apenas a frequência e aprovação. O secretário deveria também cuidar do arranjo e ordem da biblioteca militar e da conservação das plantas e mapas no depósito. No arquivo, deveriam ser guardados não só os desenhos dos discípulos, assim como todas as plantas, cartas e projetos militares que resultassem das diligencias executadas pelos oficiais engenheiros[2]. O capitão Domingos Francisco Ramos foi secretário da Real Academia enquanto ainda aí estudava[5].

O curso da Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho revelou-se bastante exigente. Três anos depois da sua abertura, em 26 de novembro de 1795, o conde de Resende enviou para a corte os estatutos de uma Nova Academia de Aritmética, Geometria Prática, Desenho e Língua Francesa. Tratou-se, efetivamente, de um curso paralelo, criado para colmatar os problemas levantados pelos alunos destinados a oficiais de infantaria e cavalaria que não tinham bases para frequentar o curso da Real Academia. Os estudos nesta nova academia tinham a duração de apenas um ano e meio e todos os cadetes de infantaria estavam obrigados a frequentá-la. As aulas decorriam às terças, quintas e sábados - ou seja, em dias alternados às aulas da Real Academia -, permitindo o funcionamento simultâneo de ambas, provavelmente, no mesmo local, a casa do trem de Artilharia[1]. A Nova Academia funcionou, pelo menos, até 1800.

A Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho do Rio de Janeiro funcionou até à instituição da Academia Real Militar, que a veio substituir e dar continuidade, absorvendo os seus alunos. A Academia Real Militar foi criada por D. Rodrigo de Sousa Coutinho, Conde Linhares, em 4 de dezembro de 1810, a instâncias do príncipe regente D. João. A aula inaugural foi realizada em 23 de Abril de 1811 nas salas da casa do Trem[1].


As matérias ministradas no curso tinham por base os livros indicados nos estatutos:

A "aritmética de Bezout", diz respeito aos trabalhos e teorias do conceituado matemático Étinenne Bézout (1730-1783) que escreveu, entre outros livros, Théorie générale des équations algébriques (1779);

O "curso de Bélidor", que deveria ser utilizado nos dois primeiros anos, faz referência às obras do engenheiro hispano-francês Bernard Forest de Bélidor (1698-1761), nascido na Catalunia, que lecionou no período de 1720 a 1738 na Academia Militar de La Fère-en-Tardenois, e é autor de manuais de grande divulgação. Os livros em causa seriam o Nouveau Cours de Mathématique (1725), La Science des Ingénieurs dans la conduite des travaux de fortifcations et des bâtiments civils (1729-1734) e Nouvelle méthode pour jeter des bombes avec précision (1731). O Nouveau Cours de Mathématique encontrava-se dividido em 14 partes identificadas como livros, que corresponderiam às indicadas nos estatutos[1];

A "doutrina de Sam Remy" (sic) refere-se a Pierre Surirey de Saint Remy (1645-1716), autor do livro Memoires d'Artillerie (1697) que foi utilizado durante muitos anos na formação de oficiais na artilharia francesa. É obra em dois volumes, com diversas pranchas de ilustração, e está dividida em quatro partes: a primeira diz respeito aos oficiais, os seus direitos, imunidades, privilégios e escolas; a segunda apresenta os diversos tipos de armas e os seus usos, a terceira trata de ferramentas, pontes, minas, cabos, técnicas de fabricação e componentes da pólvora; a quarta aborda os arsenais e depósitos de armas[1];

A "artilharia de le Blond", diz respeito ao livros L'Artillerie Raisonnée contenant l'usage des différents bouches à feu (1761), Traité de l'attaque des places (1780) e Eléments de fortification (1786), obras de Guillaume Le Blond (1704-1751)[1];

E, o "curso de Antoni", que se refere à obra original de Alessandro Papacino d'Antoni (1714-1786) ou cavaleiro d'Antoni, que foi diretor da Escola Real de Artilharia de Turim. O manual que escreveu para o curso foi traduzido para o francês em 1777, e depois traduzido para várias outras línguas europeias. Pedro Joaquim Xavier, que foi lente da Academia Real de Fortificação, Artilharia e Desenho, em Lisboa, publicou, em 1790, o livro Arquitectura militar de Antoni, traduzida do italiano para se explicar na Academia Real de Fortificação. Esta obra, em 6 tomos com estampas, serviu de texto nas lições da referida Academia por mais de quarenta anos, e teve ao todo três edições, sendo a última feita em 1818-1819.

Embora não se encontre citado nos estatutos, é provável que as matérias relativas à hidráulica também utilizassem a obra Achitecture Hydraulique, de 1750, de Bernard Forest de Bélidor.

Outras informações

Segundo Pirassununga, no primeiro ano do curso matricularam-se 73 alunos, cujos nomes aponta no seu livro, embora sem indicar a fonte[5]. Em 1798, sabe-se que eram partidistas da Real Academia Francisco José Trancoso, José Aniceto Viegas, Camilo José dos Reis, Francisco Carlos de Morais,Aureliano José da Costa e Francisco Manuel Dormundo[6].

Professores

A informação que dispomos sobre o corpo dos professores das duas academias que funcionavam em paralelo é ainda parcelar.

Entre 1792 e 1795, António Joaquim de Oliveira foi o lente principal da Real Academia. Os seus lentes auxiliares eram, como se disse, José Oliveira Barbosa e António Lopes de Barros, o qual terá assegurado posteriormente a leccionação da cadeira de fortificação.

Sabe-se que, em 1798, eram lentes da Real e da Nova Academia, o capitão António Lopes de Barros, responsável pela cadeira de fortificação; o capitão Albino dos Santos Pereira, responsável pela cadeira de geometria prática; o tenente Francisco António da Silva, responsável pela cadeira de aritmética; o tenente Aureliano de Sousa, responsável pela cadeira de desenho; o tenente coronel José Caetano de Araújo, responsável pela cadeira de francês; e o tenente José Álvaro Marques, responsável pela cadeira de primeiras letras.

Em 1809, Eduardo Thomaz Cohill foi integrado como lente da cadeira de língua inglesa, criada neste ano na Academia do Rio de Janeiro. No ano seguinte, Daniel Gardner, membro da Sociedade Filosófica e Matemática de Londres, foi nomeado para promover o ensino da química "nas aulas militares de Artilharia e Engenharia"[1].

Curricula

Não se encontraram fontes com indicação direta da estrutura curricular, que pode ter variado ao longo dos anos. Este quadro procura apenas congregar a informação que se dispõe.

1792 - 1810
Ano Nome da Cadeira Matérias Livros Professores
Aritmética Aritmética Curso de Bélidor,

Aritmética de Bezout

António Joaquim de Oliveira (1792-1795)

Francisco António da Silva

(1798 - )

Geometria Prática Exame: medir distancias inacessíveis, nivelar terrenos e tirar diversas plantas Curso de Bélidor António Joaquim de Oliveira (1792-1795)

Albino das Santos Pereira

(1798 - )

Artilharia teórica de artilharia, das minas e contra-minas, e a sua aplicação ao ataque e defesa das  praças.

Exame: manejo das bocas de fogo, construção de baterias

Doutrina de Saint Remy e Artilharia de Le Blond António Joaquim de Oliveira (1792-1795)


Fortificação Fortificação Regular, ataque e defesa das praças e princípios fundamentais de qualquer fortificação

Exame: Delinear sobre o terreno qualquer fortificação regular e delinear as principais obrasde ataque e defesa das praças

Le Blond António Joaquim de Oliveira (1792-1795)

António Lopes de Barros

(1798 - )

Fortificação Fortificação Irregular, fortificação efetiva, castrametação

Exame: formar sobre o terreno alguma obra de fortificação de campanha

Curso de Antoni António Joaquim de Oliveira (1792-1795)

António Lopes de Barros

(1798 - )

Arquitetura Arquitetura Civil, corte das pedras e madeiras, orçamento dos edifícios, construção dos caminhos e calçadas
Hidráulica Hidráulica, arquitetura das pontes, canais, portos e comportas
Todos os anos Desenho Modos de representar as diversas configurações do terreno e de tirar as plantas militares Bouchett Aureliano de Sousa

(1798 - )

1º -2º Francês José Caetano de Araújo (1798 - )
1º -2º Primeiras Letras (Escrita) José Álvaro Marques

(1798 - )

Inglês Thomaz Cohill

(1809 -)

Química Daniel Gardner (1810)

Notas

  1. 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 1,5 1,6 1,7 Piva, “A Evolução da Engenharia Militar", 145–156.
  2. 2,0 2,1 2,2 2,3 2,4 2,5 2,6 Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, I-32-13-27. "Estatutos da Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho da Cidade do Rio de Janeiro", citado em Cavalcanti, Arquitetos & Engenheiros, 47-53.
  3. Delson, Roberta Marx. “Para o Entendimento Da Educação Colonial", 237-238.
  4. Bueno, Desenho e Desígnio, 218.
  5. 5,0 5,1 Pirassinunga, O Ensino Militar No Brasil (Período Colonial).
  6. Cavalcanti, Arquitetos & Engenheiros.

Bibliografia

Bueno, Beatriz Piccolotto Siqueira. Desenho e Desígnio: O Brasil Dos Engenheiros Militares (1500-1822). São Paulo: Editora da Universidade:Fapesp, 2011.

Cavalcanti, Nireu Oliveira. Arquitetos & Engenheiros: Sonho de Entidade Desde 1798. Rio de Janeiro: Crea-RJ, 2007.

Delson, Roberta Marx. “Para o Entendimento Da Educação Colonial: O Papel Das Academias Militares No Brasl Colónia”. Em Colectânea de Estudos Universo Urbanístico Português 1415-1822, 225–44. Lisboa: Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, 1998.

Pirassinunga, Adailton Sampaio. O Ensino Militar No Brasil (Periodo Colonial). Rio de Janeiro: Imprensa do Estado Maior do Exército, 1936.

Piva, Teresa. “A Evolução Da Engenharia Militar No Rio de Janeiro de 1765 a 1810”. Em História Da Ciência Luso-Brasileira. Coimbra Entre Portugal e o Brasil, 145–56. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2013.

Ligações Internas

Para consultar as pessoas relacionadas com esta instituição, nomeadamente professores e alunos, siga o link:

Categoria: Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho

Autor(es) do artigo

Renata Araújo

CHAM - Centro de Humanidades, FCSH, Universidade Nova de Lisboa e Universidade do Algarve

https://orcid.org/0000-0002-7249-1078

Financiamento

Fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., no âmbito do projeto TechNetEMPIRE | Redes técnico-científicas na formação do ambiente construído no Império português (1647-1871) PTDC/ART-DAQ/31959/2017

DOI

https://doi.org/10.34619/i9z0-ovi7

Citar este artigo

Araújo, Renata. "Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho", in eViterbo. Lisboa: CHAM - Centro de Humanidades, FCSH, Universidade Nova de Lisboa, 2022. (última modificação: 23/06/2023). Consultado a 18 de abril de 2024, em https://eviterbo.fcsh.unl.pt/wiki/Real_Academia_de_Artilharia,_Fortifica%C3%A7%C3%A3o_e_Desenho. DOI: https://doi.org/10.34619/i9z0-ovi7